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	<title>tato &#187; Comigo</title>
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	<description>um sentido para o feminino</description>
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		<title>Quando não sabemos o que queremos</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 00:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comigo]]></category>
		<category><![CDATA[Daqui de dentro]]></category>
		<category><![CDATA[desconhecido]]></category>
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		<category><![CDATA[vazio]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma sociedade em que sempre é preciso saber, o desconhecido pode se revelar uma peça fundamental para o próximo passo]]></description>
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<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/08/queremos_post1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1483" title="queremos_post" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/08/queremos_post1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Thays Prado</em></p>
<p><em></em>Imagem <a href="http://lenawolff.com/">Lena Wolff</a> + Vanessa Siqueira</p>
<p>&nbsp;<br />
Vivemos em uma sociedade em que <strong>sempre é preciso saber</strong>. Saber o que queremos da vida, saber o que estamos fazendo, saber para onde estamos indo, saber o que sentimos, saber onde cada ação nossa vai dar. Não saber gera uma angústia tanto em quem diz que não sabe quanto em que ouve um comentário tão desconcertante quanto esse.</p>
<p>Me lembro que a primeira vez que passei por uma situação de não saber foi entre os 16 e os 17 anos, na época do vestibular. Eu folheava guias e mais guias de profissão, de A a Z, e nada me agradava. Parecia que a minha profissão ainda não tinha sido inventada e eu não fazia a menor ideia de como ela poderia ser ou com que outra profissão poderia se parecer.</p>
<p>E sempre que, em uma tentativa disfarçada de pedir ajuda, eu comentava isso com professores, colegas ou com a minha família, me deparava com olhares e respirações que só faziam me sentir ainda mais sozinha. Como a menina que tinha as notas mais altas do colégio não sabia o que queria ser? Como ela não queria ser médica? Como ela não queria nenhuma profissão? Como aquela garota que &#8220;sabia tudo&#8221;, de repente, não sabia de mais nada? E eu me via como a única pessoa desse mundo que não tinha ideia do que veio fazer por aqui.</p>
<p>Às vésperas de completar 26, me vejo quase tão perdida quanto a adolescente de dez anos atrás. E nesse meio tempo, essa sensação angustiante me acompanhou por muitos e muitos momentos. Isso não significa que minha vida ficou parada. Fui seguindo com minhas escolhas, ora guiada pela intuição, ora pelo medo, ora pela imitação, ora pela rebeldia, ora pela coragem, ora pelo cansaço. E não ousaria reclamar de minha trajetória, afinal, foi o melhor que pude fazer até aqui. Mas, volta e meia, esse não saber me desespera: &#8220;e aí, vai ser assim pra sempre? Você nunca vai estar 100% feliz na sua profissão? Você nunca vai se sentir totalmente &#8220;em casa&#8221; em nenhuma situação? Você nunca vai ter certeza do rumo que está tomando?&#8221;</p>
<p>Mas <strong>um lado meu sabe que, superexigências à parte, cada passo que dei em minha vida me levou ao próximo, </strong>cada situação, por mais estranha e pouco planejada que tenha sido, me ensinou algo que se tornou fundamental dias, meses ou anos mais tarde, e que diversos acontecimentos aparentemente sem sentido se encaixam perfeitamente no grande quebra-cabeça da vida, quando olho pra trás.</p>
<p>Nessa semana, li um artigo da psicóloga e escritora Lynn Zavaro, no blog Tiny Buddha, cujo título era: <strong>5 questões quando você não tem certeza do que quer na vida</strong>. Para mim, funcionou como uma espécie de lembrete para que esse meu lado mais sábio e menos afobado se sobressaia mais vezes e acalme minha ansiedade de, finalmente, saber o que eu quero da vida e como consegui-lo.</p>
<p>No texto, a autora conta que quando se formou em Psicologia, percebeu que não queria atuar como terapeuta, seu sonho era ser escritora. No entanto, ela não tinha ideia do que gostaria de escrever. E passou um ano ajudando o marido em seus negócios, na área da moda, até que sofreu um acidente e precisou ficar três meses de cama. Nesse tempo de repouso, um dia, sentada na mesa da cozinha, lhe veio a ideia para o seu primeiro livro que está agora publicado.</p>
<p>&#8220;<strong>Esses lugares onde somos convidadas a estar e experimentar o desconhecido são tão importantes para nossa jornada quanto os momentos em que estamos certas de algo</strong>. Uma tela vazia em branco permite que o imprevisto e inesperado apareçam&#8221;, diz Zavaro.</p>
<p>Ela compara esse movimento da vida ao de um trapezista, que depois de deixar uma barra, se mantém suspenso no ar até que a outra barra venha em sua direção. &#8220;Esse espaço é o catalizador que criativamente nos faz nascer para novas maneiras de existir&#8221;.</p>
<p>Então, a autora sugere que nos façamos 5 perguntas-chaves para esses momentos de não saber:</p>
<p><strong>1. E se eu não tivesse que procurar ou saber o que eu quero agora?</strong><br />
Zavaro diz que, em muitos momentos, o vazio é sensação que melhor irá nos servir. Para ela, quando algo estiver maduro o suficiente dentro de nós, isso vai emergir, como um insight, como se viesse de um lugar acima do simples exercício mental, acompanhado de um claro e simples &#8220;Sim&#8221; interior.</p>
<p>Ela diz que no esforço de tentar encontrar esse algo que não sabemos, apenas nos projetamos no futuro, sem perceber que é no momento presente que encontraremos nossas respostas.</p>
<p><strong>2. E se eu não tivesse que forçar uma mudança a acontecer?</strong><br />
Segundo a autora, não podemos forçar uma transformação, mas podemos direcionar nossas intenções para os projetos que temos. Ela conta que dez anos antes de publicar seu primeiro livro, já tinha a intenção de ser escritora, e que nesse período, é como se todas as peças tivessem se apresentado a ela, o que incluía não apenas o conteúdo da publicação, mas a experiência pessoal e crescimento interior necessários para a realização desse projeto.</p>
<p><strong>3. E se meu foco fosse: como posso ajudar outras pessoas?</strong><br />
Mesmo quando não sabemos exatamente o que queremos, é possível começar ajudando outras pessoas em algo que faça sentido para nós e observar aonde isso nos leva. Quando combinamos o que amamos fazer e o desejo de ajudar os outros, esses dois componentes entram em ignição e fazem surgir algo valioso.</p>
<p><strong>4. E seu pudesse simplesmente deixar ir embora a necessidade de saber?</strong><br />
Isso não significa desistir de um sonho, mas se dar um espaço para respirar. Então, nos tornamos mais livres para explorar, para ser inventivos, para criar pelo puro prazer de criar, sem estarmos apegados à obrigação de fazer um sonho que precisa ganhar forma. Com essa expansão, nos sentimos mais relaxados e mais aptos a ficar no momento presente e curtir o processo, e não apenas o resultado final.</p>
<p><strong>5. E se eu pudesse me sentir segura no desconhecido?</strong><br />
Se pensarmos bem, todos nós estamos sempre no desconhecido, por mais que criemos falsas sensações de certeza e segurança à nossa volta. Nos momentos de incerteza, a dica de Zavaro é focar nas pequenas coisas, nas questões que estão bem diante de nós e precisam ser resolvidas, como decidir o que comer agora, responder ao e-mail pendente ou terminar um trabalho. O velho &#8220;um passo de cada vez&#8221;.</p>
<p>Mesmo que você não saiba o que fazer da sua vida, qual o seu grande objetivo por aqui, o momento atual está cheio de pequenos presentes a serem desfrutados. Que tal confiar na sabedoria do desconhecido?</p>
<p>Conheça o Blog <strong><a href="http://tinybuddha.com/blog/5-questions-when-you-arent-sure-what-you-want-in-life/" target="_blank">Tiny Buddha</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Síndrome de domingo</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2011/07/19/sindrome-de-domingo/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 00:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comigo]]></category>
		<category><![CDATA[Elemento terra]]></category>
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		<category><![CDATA[faxina mental]]></category>
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		<description><![CDATA[Não me convenço de que o problema deste dia seja anteceder a temida segunda-feira. O silêncio de domingo traz mais do que a preguiça do início da semana]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/07/domingo_post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1468" title="domingo_post" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/07/domingo_post.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</p>
<p>Imagem: Vanessa Siqueira + <a href="http://mars-argus.tumblr.com/">Th3 City Lights</a> + <a href="http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom?gwt=1&amp;uid=5285956698532669425&amp;aid=1262161673&amp;pid=1305247317616">Rooh B. Bear </a></p>
<p>Desde que me entendo por gente, ouço as pessoas falarem mal de domingo. Se for domingo à noite, piorou. Tem quem comece a se coçar só de ouvir aquela musiquinha do Fantástico (e a gente ouve. Nem que seja da televisão alta do vizinho). Não me convenço de que o problema desse dia seja anteceder a segunda-feira. Igualmente, desde que sei qual é a diferença entre os dias da semana, sei que depois de domingo vem segunda, portanto, não faz sentido sofrer com um evento semanal. Ficar mal por rotina não é muito esperto, né?</p>
<p>Se continuarmos desse jeito, daqui a pouco tempo vamos detestar sábado à noite porque ele vem antes de domingo, aquele dia terrível, e vamos acabar detestando os únicos dois dias que compõem o nosso final de semana. <strong>É a nossa mania de sofrer por antecedência.</strong></p>
<p>Domingo é um dia de comércio fechado, de menos movimento na rua, de pouco barulho e de programação horrorosa na tevê. É dia de silêncio e eis aí a origem real do problema. A gente para. Não tem chefe, não tem trabalho, não tem trânsito, não tem nada para encher a nossa cabeça e somos obrigados a nos voltar para dentro de nós. <strong>Domingo acaba sendo dia de faxina mental.</strong></p>
<p>Ainda que a gente insista em ligar a tevê e ver qualquer coisa que não exige muito do nosso intelecto, não estamos sintonizados com aquilo. Não é bem esse ou aquele programa que vai prender nossa atenção. É nessas horas que vamos rever conceitos, as relações amorosas, repensar o emprego, como (não) temos cuidado do corpo, conversado com quem realmente gostaríamos, achado divertido viver, planejar o futuro.</p>
<p>Bate um incômodo que só conseguimos sentir quando paramos de fato. <strong>Na correria do dia a dia, entre buzinas dos carros, não dá para ouvir, não para sentir, mal dá para ser quem realmente somos.</strong>  É preciso formalizar, cumprimentar, sorrir, não se exaltar, <a href="http://www.maistato.com.br/2011/01/25/drummond-poema-necessidade/" target="_blank">é preciso, é preciso, é preciso, já diria Drummond.</a></p>
<p>Se você faz parte do time de quem acha domingo uma lástima, aqui vai minha confissão: eu entendo. <strong>Faxina mental é para os fortes.</strong> Quando a gente se olha de frente, olha para a vida de fora e lembra que o tempo está passando, surge algo próximo a angústia. A notícia boa é que são esses pequenos sinais que vão nos guiar de volta para o eixo, como <a href="http://www.maistato.com.br/2011/06/14/linguagem-seu-corpo/" target="_blank">uma dor de cabeça que indica que algo no seu corpo está errado.</a> Os pensamentos de domingo, a dorzinha no fundo do peito não são nenhuma ameaça ou motivo de tristeza, mas apenas cochichos de que algo precisa ser revisto. Reveja.</p>

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		<title>Completando comunicações</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2011/04/05/completando-comunicacoes/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 00:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre que comunicamos algo, enviamos um pouco de nossa energia para a pessoa que pretendemos alcançar com nosso recado e ficamos conectados até que ela envie de volta algum sinal de que fomos bem compreendidos. Imagine quanto de nossa energia anda agarrada por aí.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
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<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/04/comunica_post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1338" title="comunica_post" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/04/comunica_post.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Thays Prado</p>
<p>Imagem: Vanessa Siqueira + <a href="http://www.flickr.com/photos/soulmyst/3542124858/">Nico Van Der Merwe</a> + <a href="http://linusnystrom.tumblr.com/page/2">Linus Nystrõm</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Da última vez que meu pai veio me visitar em São Paulo, ele se sentou ao meu lado e disse que precisava me explicar algo que havia dito, quase dois anos antes.</span></h1>
<p>Em 2009, contei aos meus pais que estava namorando uma moça &#8211; e não um cara, como eles poderiam esperar. Dei algumas explicações que achei necessárias para evitar qualquer mal entendido e meu pai respondeu: &#8220;Você deve saber o que está fazendo. E continua sendo minha filha do mesmo jeito&#8221;.</p>
<p>Para muita gente, essa resposta poderia soar como um alívio, já que o preconceito em relação a orientação sexual ainda rola solto por aí e acaba destruindo relações familiares. Minha terapeuta mesmo achou &#8220;uma gracinha&#8221; a atitude dele, dado que se tratava de uma notícia inesperada para um homem de mais de 50 anos, criado segundo os valores da tradicional família mineira e católica, na zona rural de um município que, hoje, não tem mais do que 10 mil habitantes.</p>
<p>Mas, para mim, que não estava lá com a guarda muito baixa, o &#8220;você continua sendo minha filha&#8221; tinha a seguinte resposta mental: &#8220;óbvio que continuo, isso não está em discussão&#8221;. <strong>Não gostei mesmo do que ouvi, mas também não disse nada.</strong></p>
<p>O tempo passou e meus pais foram se mostrando cada vez menos desconfortáveis com o fato e eu, cada vez mais feliz por poder ser totalmente autêntica com eles. Atualmente, em momentos de crise em meu relacionamento, é para eles que ligo para pedir conselhos ou desabafar e sou sempre acolhida com muito carinho.</p>
<p>No entanto, aquela frase do meu pai ainda me gerava uma certa tensão. Sempre que me lembrava dela, ficava em dúvida sobre a real importância do assunto para ele. Será que o fato de eu ter uma namorada o incomodava muito e ele apenas disfarçava para não me constranger?</p>
<p><strong>Mas ali, na sala da minha casa, sem que eu perguntasse nada, ele esclareceu tudo</strong> dizendo: &#8220;Filha, eu queria te falar isso há muito tempo e ainda não tinha tido oportunidade. Quando você me contou sobre sua opção sexual (sic), eu disse que você continuava sendo minha filha, se lembra? O que eu quis dizer é que, <strong>como minha filha, o que mais importa é a sua felicidade, o resto é detalhe e não faz a menor diferença</strong>&#8220;.</p>
<p>Nossa&#8230; acho que ele não faz ideia do alívio que aquela fala me gerou. Senti que uma tensão interna se desfez no mesmo instante e nunca mais voltei a pensar no assunto.</p>
<p>Estou compartilhando essa história aqui porque vivi na prática algo que já havia aprendido na teoria, em meu curso de Fractologia:<strong> a importância de se completar comunicações</strong>.</p>
<p><strong>Sempre que comunicamos algo, seja verbalmente, por meio de gestos ou mesmo pela escrita, enviamos um pouco de nossa energia para a pessoa que pretendemos alcançar com nosso recado.</strong> Dessa maneira, segundo meus estudos, ficamos conectados a essas pessoas até que elas completem a comunicação, ou seja, enviem de volta uma palavra, um gesto, algum sinal de que fomos bem compreendidos. Antes que isso aconteça, permanecemos com parte de nossa energia presa a isso e não podemos utilizá-la para nada mais. Perguntas sem respostas, mal entendidos, promessas que não se cumprem nunca ou a sensação de não ter sido ouvida por alguém são sinais de que alguma comunicação não foi completada. <strong>Imagine quanto de nossa energia anda agarrada por aí, conectada a tanta gente com as quais sequer desejamos contato.</strong></p>
<p>O exemplo mais simples para entender  uma comunicação incompleta é quando você acena para um conhecido do outro lado da rua e ele não acena de volta. Embora você saiba, racionalmente, que o mais provável é que ele não tenha te visto, pode ser que venham sentimentos de rejeição, tristeza ou, no mínimo, uma sensação de ficar sem graça. Talvez você até se pergunte se o tal fulano está com raiva, com vergonha de te cumprimentar naquela situação ou mesmo fingiu não te conhecer. Na próxima vez em que vocês se encontrarem, é grande a chance de que os mesmos sentimentos ou a imagem da cena lhe voltem à cabeça e você já o trate de um jeito diferente. Mas, se contar a ele que acenou em determinada ocasião e perguntar por que ele não acenou de volta, é praticamente certo que vai ouvir: &#8220;Puxa, desculpe, eu não vi você, estava com a cabeça em outro lugar&#8221;. Se isso for realmente verdade, é possível que, involuntariamente, você respire mais fundo de alívio e aquela questão acabe por ali.</p>
<p><strong>Sabemos que uma comunicação está completa quando deixamos aquele assunto ir embora,</strong> nem pensamos mais nele e não há nenhuma sensação de questão pendente. Para isso acontecer, não é preciso que você concorde com o que está sendo dito, ou fale algo para que a pessoa se sinta bem. <strong>Basta dizer a <em>sua</em> verdade.</strong> &#8220;Eu estou te ouvindo&#8221;, &#8220;Eu entendo o que você diz&#8221;, &#8220;Compreendo seu ponto de vista, mas não penso do mesmo jeito&#8221;, &#8220;Obrigada por compartilhar sua opinião&#8221; são frases que podem ajudar.</p>
<p>Minha tutora Catherine Wilkins sugere que comecemos a completar nossas comunicações a partir de uma lista dividida entre as diferentes áreas da vida. Divido com vocês o que aprendi com ela:</p>
<p><strong>Físico:</strong><br />
- Livros e demais objetos emprestados e que não estão mais sendo utilizados precisam ser devolvidos. Se ainda estiverem em uso, é preciso fazer um acordo claro sobre a necessidade de se continuar com eles mais um tempo ou mesmo marcar uma data para a devolução.<br />
- Seus pertences que tiverem sido emprestados a outra pessoa também precisam ser recuperados ou substituídos.<br />
- É importante cumprir qualquer promessa feita a seu corpo ou estabelecer um acordo de quando elas serão cumpridas. Férias há muito tempo programadas, promessas de lugares a serem visitados, de se começar uma academia ou mesmo de comprar algo para si precisam ser colocadas em prática.<br />
- Perda de saúde física ou diminuição do bem-estar são sinais de que há incompletudes nesse campo.</p>
<p><strong>Financeiro:</strong><br />
- Todo dinheiro que se tenha pegado emprestado precisa ser pago e todo dinheiro que se tenha emprestado precisa ser recuperado. Estabeleça prazos e quantias semanais ou mensais a serem pagas para que isso aconteça.<br />
- Promessas de dar dinheiro a outras pessoas ou mesmo de guardar uma quantia na poupança precisam ser cumpridas.<br />
- Qualquer desejo não realizado de movimentação na carreira ou mesmo movimentações realizadas, mas que tenham gerado arrependimento, precisam ser completadas.<br />
- Situações de instabilidade financeira são indicadoras de incompletudes nessa área.</p>
<p><strong>Relacionamentos:</strong><br />
- Qualquer coisa não dita ou não feita em relações anteriores precisa ser completada.<br />
- Assim como quaisquer acordos feitos que não tenham sido concluídos ou resolvidos.<br />
- É necessário devolver objetos e questões que sejam do outro e ainda esteja com você e recuperar o que é seu e ainda está com o outro. Caso algo tenha se perdido, é importante que seja substituído.<br />
- As promessas feitas um ao outro devem ser cumpridas.<br />
- Qualquer comunicação feita que não tenha tido resposta deve ser completada.<br />
- Rigidez, dificuldades de lidar com alguma coisa em um relacionamento, falta de vontade de se comunicar ou dificuldade em deixar a energia fluir livremente entre os parceiros são indicadores de que há algo que precisa ser completado.</p>
<p><strong>Emocional:</strong><br />
- As emoções incompletas ressurgem mesmo que não haja uma razão presente num dado momento. É importante se permitir reconhecer e expressar essas emoções em todos os níveis, inclusive no físico, até que ela se complete.<br />
- Eventos do passado que ainda causem emoções negativas precisarão ser completados. O ressentimento é revelador de que algo ainda precisa ser finalizado.</p>
<p><strong>Mental:</strong><br />
- Acesse tudo aquilo que você quis aprender e ainda não aprendeu, ou qualquer informação que você precise para completar um projeto seu.<br />
- Qualquer vida passada que não esteja completa vai continuar sendo recriada nesta vida e também é necessário completá-la.<br />
- Pensamentos repetitivos ou mesmo obsessivos são sinais de comunicações mentais incompletas.</p>
<p><strong>Espiritual:</strong><br />
- Cumpra as promessas que tenha feito a si mesma ou faça um firme acordo consigo de que vai cumpri-las. Isso inclui até mesmo a missão que sua alma determinou cumprir nesta vida. Se você não sabe do que se trata, considere que descobrir essa missão é o primeiro passo para finalizar essa incompletude.<br />
- Qualquer acordo que tenha sido feito com outras pessoas também precisa ser concluído. Caso você não deseje mais manter esse acordo, será necessário resolver essa questão, como se fosse uma quebra de contrato, que normalmente tem suas cláusulas específicas.<br />
- Também é importante devolver toda energia que se tenha pegado de alguém e completar qualquer troca energética. Energias turbulentas, caóticas ou impactantes são boas indicações de incompletudes nesse campo.</p>
<p>Faça uma lista de suas comunicações incompletas e comece a trabalhar nela, item por item. <strong>Não importa quanto tempo vai levar até que ela seja concluída e, sim, o fato de que, a cada dia, você estará mais completa do que no dia anterior. </strong>Faça bom uso da energia que for sendo liberada.</p>

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		<title>De frustração e BTUs</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Mar 2011 18:09:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Além de chata, a frustração pode ser uma boa fonte de energia que, claro, deve ser gentilmente conduzida (ou transformada na marra) em várias coisas bastante úteis
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			</a>
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<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/03/frustacao_post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1317" title="frustacao_post" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/03/frustacao_post.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p><em>Imagem Vanessa Siqueira + <a href="http://luar-moonlight.tumblr.com/">moonlight</a> + <a href="http://panzerschreck.tumblr.com/page/2">la vida de un escarabajo</a> + <a href="http://mmmdani.tumblr.com/">i&#8217;m in love with what you are</a></em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Frustração é um sentimento democrático: todo mundo sente e, muitas vezes, não só em causa própria, mas pelos outros. Para usar apenas um exemplo, único e definitivo, cito a bola na trave, em qualquer partida de futebol, desde que seja a do seu time. Mas além de chata, a frustração pode ser uma boa fonte de energia que, claro, deve ser gentilmente conduzida (ou transformada na marra) em várias coisas bastante úteis a você. Christian Aranha, engenheiro e psicólogo, cara e currículo de nerd, usa uma metáfora interessante para descrever esse processo.</p>
<p>Pense numa bolinha perfeitamente redonda que um dia leva uma mordida. É essa imperfeição que faz com que a esfera passe o resto dos seus dias tentando voltar à forma original. Sim, nós somos a bolinha e a mordida é a bola na trave, o doce bonito que tem gosto ruim, o email que ficou sem resposta. Para Christian, isso é o que faz seu corpo se movimentar e produzir energia, “é o fator que gera BTUs e faz você se mexer na vida”, diz.</p>
<p>Mas as pessoas são muito diferentes e é óbvio que o encontro de sexta que tinha tudo para ser agradável e foi um fiasco pode ser um bom motivo para alguém ficar em casa, curtindo uma fossa, no sábado, como também pode ser um excelente motivo para sair no dia seguinte e tentar salvar o final de semana. Tudo depende de quem está envolvido na situação. “Se for fazer algo que realmente queira fazer, a frustração é um bom combustível, assim como o amor. Um apaixonado pode subir um morro para pegar uma planta ou comprar uma flor. <strong>Tanto faz. A mensagem é: tudo pode ser aprendido e você pode fazer coisas</strong>”, afirma.</p>
<p>Christian diz isso por experiência própria. Mau aluno durante toda a sua vida escolar e com sérios problemas para se concentrar ao ler um livro, ele foi esculachado publicamente pela professora de português algumas vezes e ainda tinha que aguentar as brincadeiras dos colegas. Na época, bullying não era assunto sério.</p>
<p>A gota d’água foi não passar no primeiro vestibular por causa da redação. Foi isso que fez com que ele sentisse raiva, muita raiva, e frustração suficiente para canalizar essa energia e se tornar, hoje, alguém que une o estudo do doutorado em Inteligência Computacional Aplicada com o Pós-Doutorado em Ciência Cognitiva. Especialista em text mining e web 3.0, Christian nega com veemência (e em vão) a fama e a aparência de nerd, embora tenha como troféu o fato de ter deixado num passado bem distante a imagem de aluno que sempre perdia as férias para estudar e tentar recuperar os pontos perdidos.</p>
<p>Isso não quer dizer que ele tenha superado todas as dificuldades, que leia um livro de 500 páginas em três dias ou que tenha mudado de personalidade. Algumas dificuldades permanecem, claro, mas a teoria e a história de Christian mostram que &#8220;é possível fazer&#8221; e que frustração pode ser um estímulo muito forte para concretizar seus ideais. A parte boa é que as frustrações vêm naturalmente, assim como podemos sentir nossos BTUs no corpo pedindo por um movimento. E isso é um processo bem real, físico. Você já parou para pensar como lida com isso?</p>

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		<title>Receita para manter o ânimo</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2011/02/10/animo-alegria-estimulos/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 12:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
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		<category><![CDATA[estímulo]]></category>
		<category><![CDATA[paciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Nem sempre é fácil manter a energia e o pique o dia inteiro. Todo mundo tem seus truques e estímulos particulares. Os meus estão no post. Conte quais são os seus!]]></description>
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			</a>
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<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/02/animo1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1215" title="animo1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/02/animo1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p>Ao contrário da maioria das pessoas, acordo super de bem com a vida. Acho justo, afinal, nada deu errado ainda. Eu só acordei &#8211; e tenho um dia inteiro pela frente para fazer as coisas acontecerem. Juro que levanto animada para deixar vir as boas notícias (ou os risos fáceis) e para mudar de problemas: ficar livre da conta x, escrever texto tal, mandar emails para determinadas pessoas e nunca mais pensar nisso. Amanhã, novas demandas virão, mas fiquei livre da conta x, do texto tal e dos emails mil. Isso me anima bastante.</p>
<p><strong>É claro que meu dia não é (só) uma lista imensa de demandas, mas, o que quero dizer, é que não costumo acordar intimidada pela quantidade de coisas que tenho para resolver</strong>, resmungando pelos cantos. Quero mais é solucionar tudo e ocupar minha cabeça com outros pensamentos ou até outros problemas, se for o caso. Tudo bem. Problemas são do mundo, inércia não. E sou muito sincera ao escrever cada uma dessas linhas.</p>
<p>A questão é que assim como eu acordo nos 100% eu normalmente durmo nos -2%. Pegar metrô lotado às 7h certamente me tira 10% da alegria matinal. Ligar para pessoas que parecem ter vindo atender a ligação rastejando de tanta preguiça, mandar emails urgentes para quem não responde e tentar marcar entrevista com quem está sempre em reunião ou em horário de almoço ou em outra ligação me consome.</p>
<p><strong>No fundo, acho que a maioria das situações que me tira a paciência me irrita profundamente porque me impede de fluir. </strong>Sinto que estão me bloqueando, travando meu caminho, e isso me incomoda de um jeito que só eu sei. Mas como não dá para mudar o comportamento de ninguém a não ser o meu, invento estratégias para mim. O objetivo é que em dias muito cheio de pendências urgentes, eu me mantenha animada, apesar da má vontade que impera e dificulta o meu trabalho.</p>
<p>Confesso que quando sinto que o dia vai exigir mais energia do que eu tenho a doar, compro um daqueles achocolatados prontos de caixinha e deixo numa parte bem fria da geladeira para beber bem gelado, antes de comer qualquer coisa, logo que acordo. Huuuum! Ótimo começo de manhã! Balé nem convém contabilizar por ser algo que faço toda semana e funciona como minha poupança de alegria, digamos. Pausa para ouvir “You know I’m no good”, da Amy, ou ver meu <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Uz2Gp7a38DM" target="_blank">vídeo favorito da Polina Seminova</a> também costumam me dar um up. Quando tenho a chance, recorro a um chá, suco ou macarrão com gengibre, que é superenergizante. É bom para dar uma chacoalhada.</p>
<p>A questão é que, para que todos esses elementos continuem sendo especiais, não devo recorrer a eles com frequência, por isso, quero saber: o que você faz quando precisa se animar? Quero experimentar novas estratégias e dicas infalíveis para tornar meu dia-a-dia mais gostoso. Comente! Prometo incorporar à rotina para experimentar os efeitos.</p>
<p>Imagem: Vanessa + <a href="http://theuberblog.tumblr.com/" target="_blank">the über blog</a> +<a href="http://thesunking.tumblr.com/page/2" target="_blank"> julie rose</a></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2009/11/17/relaxe-com-yoga-em-casa/">Relaxe com yoga, em casa</a></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2010/03/24/a-danca-das-emocoes/">A dança das emoções</a></p>
<p>&nbsp;</p>

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		<item>
		<title>Um ritual para receber 2011</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2010/12/23/um-ritual-para-receber-2011-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 12:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Essências]]></category>
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		<description><![CDATA[Para a Fractologia, a energia que sustenta o ano de 2011 torna mais fácil do que nunca criarmos um novo futuro. A gente escolheu um ritual simples e especial para te ajudar a fazer isso. Experimente! ]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ritual1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1129" title="ritual1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ritual1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Thays Prado<br />
Imagem: Vanessa Siqueira (com </em><em><a title="tumblr" href="http://rodeodrive-.tumblr.com/ " target="_blank">rodeodrive</a>, <a title="flickr" href="http://www.flickr.com/photos/chelseataylor09/5282239546/" target="_blank">Chelsea</a> e <a id="user_name" title="photoblog" href="http://www.photoblog.pl/usmile/64224505" target="_blank">usmile</a>)<br />
</em><br />
Quase todo o planeta está em clima de festa por conta da <strong>chegada de 2011</strong>. Como um grande círculo, <strong>nesses momentos coletivos de passagem, influenciamos o inconsciente da humanidade e alteramos a vibração da Terra.</strong> Por isso, aproveite bem essa semana de festas, entre o Natal e o Ano Novo, para intencionar o melhor que você puder para si, para as pessoas que você ama e para todos os seres deste planeta. Quanto mais elevada e positiva for a nossa energia, mais conseguiremos chegar com qualidade no próximo ano.</p>
<p><strong>Catherine Wilkins</strong>, fundadora do Instituto de Fractologia, em Sidney, na Austrália, diz que, <strong>neste momento, muitos de nós estamos atravessando a fronteira entre a velha energia que sustentava o planeta Terra</strong> &#8211; baseada em relações de codependência (leia mais em <a href="http://www.maistato.com.br/2010/05/27/e-wesak-em-nos-interdependencia-energia-fractologia-catherine-wilkings/" target="_blank"><strong>É Wesak em nós</strong></a>) &#8211; <strong>e a nova energia, que nos convida a experimentar a interdependência</strong>, em que cada um de nós se dá conta de que é um ser inteiro, completo, perfeito, reconhece a inteireza dos demais e deseja compartilhar e trocar habilidades para a construção de uma realidade mais rica e bela.</p>
<p>“Essa época festiva sempre representa um tempo de renovação em que podemos deixar ir o velho e saudar a chegada do novo. Neste ano, será particularmente importante fazermos isso conscientemente, pois <strong>a energia do planeta, a consciência coletiva, está num estado de mudança, permitindo-nos criar um novo futuro com muito mais facilidade do que em qualquer outro momento anterior</strong>”, diz a fractologista.</p>
<p>Ela afirma que nesse período de festas, nossas escolhas ficarão em destaque. E nos convida a refletir: Você continuará apegado a suas codependências ou terá coragem de se libertar delas, por mais familiares ou confortáveis que pareçam? <strong>Se seu futuro não fosse de nenhuma maneira baseado no seu passado, o que você criaria?</strong> Sem as limitações de nossas expectativas, o que sonharíamos para nós mesmos?</p>
<p>“Nós acreditamos que 2011 será um ano maravilhoso. <strong>Nossos corpos estão passando por um processo de libertação de nossos padrões genéticos e familiares</strong> e à medida que isso acontece, começamos a perceber um nível totalmente novo de alegria, abundância e plenitude manifesta em nossas vidas&#8221;, explica Catherine.</p>
<p>Por isso, aproveite essa época para agradecer ao ano que está chegando ao fim, reconheça os processos pelos quais você passou, suas conquistas, os movimentos realizados por você e pelos outros e <strong>procure fluir também amor e aceitação para todos os momentos aparentemente ruins</strong> e busque perceber o que de bom isso pode ter lhe trazido. Uma nova experiência, um puxão de orelha necessário, um ajuste de rota, algum aprendizado, certamente. Em seguida, com o coração cheio de amor e boas intenções, faça seus pedidos para o novo ano, se eles estiverem alinhados com a sua essência, com quem você verdadeiramente é, é muito grande a chance de que sejam atendidos. Faça boas escolhas!</p>
<p>Para te ajudar neste momento, compartilhamos um <strong>ritual </strong>ensinado pela própria Catherine Wilkins. Ela sugere que ele seja feito entre o Natal e o Ano Novo, mas você pode repeti-lo sempre que quiser!</p>
<p><strong>Feliz 2011 <img src='http://www.maistato.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </strong></p>
<p><strong>Ritual de Limpeza e Liberação:<br />
</strong><br />
<em>Esse é um dos poucos rituais utilizados pela Fractologia e se baseia na Lei da Troca. Rituais funcionam porque são como símbolos vivos. Seu conteúdo simbólico impacta diretamente nosso subconsciente, mas  qualidade viva desses símbolos é o que os faz tão poderosos, pois seu efeito atua sobre a consciência corporal.<br />
</em><br />
A Fractologia usa esse ritual em particular para ajudar o corpo a liberar e deixar ir quaisquer questões antigas.</p>
<p>*Você vai precisar de:<br />
- Caneta e papel<br />
- Uma vela acesa<br />
- Uma bacia com água quente e uma toalhinha &#8211; Dica: não é necessário, mas você pode colocar algum óleo aromaterápico na água ou pétalas de rosa.<br />
- Um lugar aquecido e seguro, onde você não será interrompida (o) &#8211; você deve realizar esse ritual nu(a).</p>
<p>*Corte o papel ao meio de cima para baixo com as mãos, de modo que você fique com uma metade na mão direita e outra na mão esquerda.</p>
<p>- O pedaço de papel da esquerda representa o passado.<br />
Escreva nele de 1 até (ou seja, não mais do que) 5 coisas que você deseja liberar, limpar da sua vida. A razão para escolher <strong>no máximo 5 coisas </strong>é que esse ritual realmente funciona e se você se livra de muitas coisas de uma única vez, isso pode criar um verdadeiro caos na sua vida. Lembre-se, você pode crescer com facilidade e graça. Se dê a oportunidade de fazer isso. Você pode fazer esse ritual outras vezes depois.</p>
<p>- O pedaço de papel da mão direita representa o futuro.<br />
Escreva nele uma coisa que você deseja receber em troca de cada coisa liberada. Isso significa que se você escreveu uma coisa no pedaço esquerdo do papel que deseja liberar, você deverá escrever apenas uma coisa no pedaço direito que você quer em troca. Se escreveu duas de um lado, escreva duas de outro e assim por diante. Quer dizer que, ao final, você terá um número igual de coisas (de 1 a 5) do lado esquerdo e do lado direito.</p>
<p>- Você não precisa desejar ter exatamente o oposto do que escolheu liberar, mas faça com que essas trocas tenham significado e sejam adequadas para você. Por exemplo: se você deseja se libertar da culpa, você pode desejar receber paz ou serenidade em troca, ou confiança, ou poder pessoal. O que quer que seja, sinta que é apropriado para você.</p>
<p>Outro exemplo pode ser: você deseja se liberar da ganância. Em troca, você pode querer receber amor incondicional, uma vocação, ou ainda abundância financeira. Ou talvez você prefira escolher uma conexão clara e poderosa com a sua essência, com quem você é verdadeiramente.</p>
<p>* Para fazer esse ritual, você precisa estar nu(a).</p>
<p>* Depois de escrever suas duas listas, queime, na vela acesa, a parte esquerda do papel, que representa o passado e contém a lista de até 5 coisas que você deseja liberar.</p>
<p>* Em seguida, use a toalhinha para molhá-la na bacia com água morna e comece a se lavar do topo da cabeça à ponta do dedão do pé, de cima para baixo. Neste momento, você estará fazendo a limpeza de tudo aquilo que você deseja que vá embora da sua vida.</p>
<p>- Garanta que você passe a toalha molhada em todas as partes do seu corpo, em cada pedacinho. Se você sentir que há uma parte que precisa de atenção especial (por exemplo, a região do seu coração, que contém as emoções, o terceiro olho, que está ligado à percepção e intuição etc.), você pode passar um tempo a mais molhando a toalhinha e limpando bem essa área.</p>
<p>- O motivo pelo qual esse ritual é feito da cabeça em direção aos pés é o fato de ser esse o caminho natural para as coisas para deixarem o corpo.</p>
<p>* Quando você tiver se limpado completamente, queime o lado direito do papel, que contém seus desejos para o futuro, na vela acesa. Esse é um movimento simbólico que atrai a energia para manifestar o que você deseja receber em troca.</p>
<p>* Catherine diz que, no caso de questões emocionais e estados pessoais, você recebe o que pediu imediatamente. Quando se trata de alguma questão física ou material, as coisas tangíveis levam algum tempo para chegarem até você.</p>
<p>* Depois, tudo o que você tem a fazer é jogar a água fora.</p>
<p>Bom ritual!</p>
<p><strong> </strong></p>

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		<title>O caminho para a felicidade</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2010/10/22/o-caminho-para-a-felicidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 13:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comigo]]></category>
		<category><![CDATA[Essências]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
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		<category><![CDATA[felicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Anda difícil se sentir feliz? Aprenda um exercício extremamente simples capaz de te levar para dentro de você  ]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/10/felicidade1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-996" title="felicidade1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/10/felicidade1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a></em></p>
<p><em></p>
<h6>Por Thays Prado</h6>
<h6><strong>Imagem . Vanessa Siqueira</strong></h6>
<p></em><br />
Está tudo aparentemente bem. Aparentemente. Considerando as atuais condições do país, não seria justo reclamar do emprego e nem mesmo do salário. Existe uma relação afetiva que funciona bem, dentro de algumas regras, é claro. Há uma casa confortável. Uma família relativamente estável. Bons amigos espalhados por aí. Saúde acima do que se poderia esperar de uma vida estressante em uma cidade maluca. Nenhuma briga com a balança. Nada muito grave com o espelho. Terapia.</p>
<p>Quem olha de fora, é, quase sempre, incapaz de conceber qualquer reclamação. Mas a verdade é que, mesmo diante de um cenário assim, <strong>há muita infelicidade. Pelo menos por aqui. </strong>E talvez haja infelicidade por aí também, dentro de você, que, por algum motivo, lê esse post.</p>
<p>O que tenho descoberto é que <strong>a felicidade tem muito, muito pouco, a ver com o contexto externo</strong>. É claro que, sem dinheiro, sem lar, sem que um ser neste mundo te ame, sem amar uma pessoa sequer, sem saúde ou sem a mínima satisfação com seu corpo físico, fica bem difícil se sentir feliz. E então, caímos em uma armadilha: imaginamos que quando tivermos isso, fizermos aquilo, ganharmos tal coisa, conquistarmos certo lugar, adquirirmos determinado status, estivermos com aquele corpo, formos assim ou assado, en-fim!, seremos felizes.</p>
<p>E à medida em que vamos ticando essa lista e a felicidade não vem, podem surgir algumas justificativas: é que o carro não era bem esse, o parceiro ou a parceira não era exatamente desse jeito, o peito podia ter ficado um pouquinho menor, a calça entra mas não caiu bem, a pós deixou a desejar, o salário está incrível mas nem tenho tempo de gastar o que ganho, agora que isso ficou legal, aquilo ferrou de vez!</p>
<p>Não vou nem entrar no mérito do quanto o mercado se aproveita dessa nossa grande confusão para continuar gerando em nós, diariamente, um milhão de novas falsas necessidades e promessas de felicidade.</p>
<p>Se você ainda não se deu conta disso em sua vida, comece a prestar atenção. Não importa quão grande seja a sua lista, e quantos OKs vc já tenha colocado nela, não é por aí que a verdadeira felicidade circula. Como diria uma grande mestra que conheci &#8220;não adianta pedir pãozinho na farmácia. Vá à padaria&#8221;. Do mesmo jeito, <strong>não adianta procurar a felicidade onde ela não está</strong>.</p>
<p>Mas, onde ela está, afinal? A resposta correta é nada mais que o maior clichê que você já ouviu tantas vezes: a felicidade está dentro de você. Eu sei, talvez você esteja pensando: e eu cheguei até aqui para ler essa obviedade? Espere um pouco. <strong>Por que será que por mais que a gente ouça essa frase o tempo todo e até a repita muitas vezes, continua tão difícil ser feliz?</strong></p>
<p><strong>Eu tenho um palpite: é que não conseguimos acessar o &#8220;nosso dentro&#8221;.</strong> É fácil falar sobre ele, mas poucos de nós estão, de fato, conectados com sua essência interior. Por isso, compartilho aqui um presente que recebi: um exercício* extremamente simples capaz de te levar para dentro de você mesma(o).</p>
<p>Três ou quatro dedos abaixo do encontro entre as suas clavículas, você vai encontrar um leve relevo. Esse ponto é chamado de <strong>&#8220;Assento da Alma&#8221;</strong>. Por meio dele é possível se aproximar, cada vez mais, de quem você verdadeiramente é, da sua porção divina, que vai além dos caprichos do ego. Então:</p>
<p>- vá para um lugar tranquilo onde não será interrompida(o),<br />
- fique em uma posição confortável e feche os olhos,<br />
- encontre, com seus dedos, o seu Assento da Alma,<br />
- foque sua atenção neste ponto o mais profundamente que puder,<br />
- respire neste ponto, sentindo seu peito subir e descer,<br />
- intencione que a cada inspiração, você traz a sua essência para a superfície, para a sua vida diária,<br />
- intencione que a cada expiração, você irradia essa essência por cada célula do seu corpo,<br />
- sinta que essa energia flui para o seu rosto, de modo que sua expressão se torne mais autêntica,<br />
- sinta que ela segue pelas suas mãos, ajudando você a ser verdadeira(o) com seus reais propósitos,<br />
- sinta que sua essência chega até seus pés e permite que você experimente como é ter o seu verdadeiro eu sendo a base da sua vida.</p>
<p>O efeito desse exercício é cumulativo. A cada dia que você o fizer, por dois minutinhos que seja, está mais próxima(o) desse contato real consigo. O grande barato é começar a agir interna e externamente a partir desse lugar, dessa essência. A qualidade das atitudes, das escolhas, das relações, dos sentimentos e pensamentos se torna infinitamente mais leve, fluida, agradável e coerente com suas reais intenções.</p>
<p>É aí, bem pertinho de você, que mora a <em>sua</em> felicidade. Experimente e depois nos conte como você se sentiu!<br />
*© 2010 Catherine Wilkins</p>

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		<title>Um tempo só meu</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 13:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comigo]]></category>
		<category><![CDATA[Daqui de dentro]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[essência]]></category>
		<category><![CDATA[fractologia]]></category>
		<category><![CDATA[poder pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[tempo para si]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando foi a última vez que você teve uma boa conversa consigo mesma? Se você está em último lugar em sua lista de tarefas diárias, está na hora de rever suas escolhas]]></description>
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<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/09/sozinha1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-923" title="sozinha1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/09/sozinha1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Thays Prado</em></p>
<p>Todo mundo já ouviu dizer que é fundamental ter um tempo para si. Eu achava que atendia bem a essa sabedoria, afinal, faço terapia e um curso ligado à espiritualidade semanalmente, durmo sozinha um dia ou outro, leio um livro escolhido por mim enquanto faço meu trajeto de ônibus até o trabalho, medito quando dá tempo. Mas num dia desses, enquanto tentava adiantar meus estudos de Fractologia, me deparei com a seguinte pergunta: &#8220;<strong>Quando foi a última vez que você teve uma boa conversa consigo mesma?</strong> Se não criamos espaço em nossas vidas para nos ouvir, não estaremos aptos a ouvir nossa essência falando conosco&#8221;.</p>
<p>Não me lembrava da última vez em que havia parado para ficar comigo mesma e saber um pouco mais de mim. Na hora, tive uma sensação de abandono e frustração e comecei a chorar.</p>
<p>O texto dizia que, assim como para cultivar qualquer relação afetiva dedicamos um tempo com qualidade a ela, é preciso que façamos a mesma coisa conosco. Caso contrário, <strong>corremos o risco de nos perder de nós mesmos, e de ficar confusos sobre quem realmente somos.</strong> A boa notícia é que a qualidade é mais importante do que a quantidade de tempo que passamos a sós, conosco &#8211; pode ser o tempo para uma xícara de chá.</p>
<p>&#8220;Se você passar algum tempo consigo mesmo todos os dias, seu entendimento pessoal aumenta e sua relação pessoal se aprofunda&#8221;, diz minha tutora Catherine Wilkings. Ela conta que o tempo que passa consigo mesma é um dos elementos mais importantes para recarregar suas energias e ter clareza sobre o caminho que realmente serve para ela.</p>
<p>Catherine sugere que nos façamos algumas perguntas, assim como faríamos a alguém que desejamos conhecer melhor:</p>
<p>- O que você ama?<br />
- Como você passaria seus dias, se pudesse?<br />
- O que você gosta de fazer?<br />
- Como você vê a sua vida em cinco ou dez anos?<br />
- O que a faria a pessoa mais feliz do mundo?<br />
- Se tivesse uma coisa que você poderia mudar em você mesmo, o que seria?<br />
- Se tivesse uma coisa que você poderia mudar no mundo, o que seria?</p>
<p>Tenho procurado praticar&#8230; Não virei essa página da apostila, porque esse encontro comigo mesma ainda não é parte da minha rotina e, sempre que há muitas tarefas a cumprir em um dia, essa é a primeira que risco da enorme lista. Quer dizer que o trabalho, as exigências do chefe, o texto atrasado para o blog, um amigo que deseja me contar algo, o almoço marcado na semana passada, a namorada que quer atenção, o gato que precisa de comida, a roupa suja, a louça na pia, a empregada a esperar instruções, os estudos pendentes, o livro, um estranho na rua que me pede informação, os pais carentes ao telefone, os problemas dos outros, a corrida eleitoral, o que eu deveria saber, tudo vem antes de mim mesma. Não estou reclamando de nenhum deles, afinal, a escolha é minha.</p>
<p>Não sei se este é o seu caso, mas, do meu posso dizer: acho que faço tudo isso para ser amada, para ser vista, para ser considerada e admirada. <strong>O grande problema é que, abrindo mão de mim tantas e repetidas vezes, mesmo depois de me prometer o contrário, fica difícil acreditar em mim mesma, fica difícil me levar a sério e, principalmente, é quase impossível me amar.</strong></p>
<p>Foi assim que me vi em um ciclo vicioso e perigoso. Justamente por não me amar e não confiar que apenas o que eu sou já é bom o bastante, continuo servindo às expectativas dos outros, em busca de um pouco de amor e reconhecimento. <strong>Minhas atitudes viraram uma espécie de moeda de troca.</strong> &#8220;Faça algo legal e ganhe um sorriso, um beijo, um abraço, um obrigada, um &#8216;como você é boazinha&#8217;, um joinha ou um consolo qualquer.</p>
<p><strong>Isso é dependência.</strong> Justo eu&#8230; que, em essência, sei que sou livre, independente, e tenho discernimento bastante para saber exatamente o que eu quero de verdade.</p>
<p>A receita da Fractologia é simples, basta um pouco de disponibilidade consigo mesma, <strong>basta abrir um pequeno espaço, diariamente, para a coisa mais importante da sua vida: você.</strong> Minha tutora apenas alerta para um detalhe fundamental: &#8220;tornar-se quem você verdadeiramente é implica em abrir mão de tudo aquilo que você não é&#8221;.</p>
<p>Esse tem sido o meu maior desafio. Porque assim, nem sempre dá para agradar aos outros, nem sempre teremos a aprovação dos que amamos e dos que queremos que nos amem, podemos ganhar alguns inimigos, podemos perder algumas companhias, o emprego talvez&#8230;</p>
<p>Mas algo me diz, algo que vem da minha essência me diz que quando atravessamos essa barreira da dependência e sustentamos a nossa verdade interna, há uma sensação de felicidade por ter, finalmente, escolhido a si mesma. E <strong>o presente que ganhamos com essa atitude se chama poder pessoal</strong>, o poder de transformar a própria vida no que realmente queremos que ela seja.</p>
<p>E aí, o que você vai fazer nos próximos cinco minutos?</p>

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		<title>Respira, Brasil!</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 19:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comigo]]></category>
		<category><![CDATA[arte de viver]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[respira brasil]]></category>
		<category><![CDATA[respiração]]></category>
		<category><![CDATA[yoga]]></category>

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		<description><![CDATA[Pode parecer automático, mas respirar não é apenas colocar o ar para dentro e para fora. Saiba como se beneficiar dessa arte no Respira Brasil]]></description>
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<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/respira1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-477" title="respira1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/respira1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Respirar é tão básico que fazemos até dormindo, sem dar a menor atenção. Pensando assim, podemos achar que se trata de um processo simples que, diante da lista dos afazeres diários, será a última das prioridades. É mais importante resolver questões, correrias e imprevistos que surgem durante o dia, carregados de tensão. Será? Faz sentido, mas existe outro caminho em direção à leveza que não passa por esse torturante pensamento de que só ficaremos bem quando estiver tudo resolvido.</p>
<p>Ninguém dá conta de resolver tudo. Mas <strong>todos podemos lidar com a ansiedade e com o estresse de uma maneira mais saudável.</strong> E uma das melhores alternativas é aprender a respirar corretamente. Se você não sabe como fazer, aproveite a oportunidade para conhecer mais sobre as técnicas e os vários outros benefícios dessa arte no <a href="http://www.artedeviver.org.br/respirabrasil/" target="_blank">Respira Brasil</a>, um evento promovido pela <a href="http://www.artedeviver.org.br/" target="_blank">Fundação Arte de Viver</a> dedicado à qualidade de vida, ao bem-estar e à saúde, que tem início neste domingo, 28, em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Salvador.</p>
<p>A abertura será às 17h, com a meditação pela Paz Mundial, nas três capitais, simultaneamente. A programação, que vai até o dia 28 de abril, inclui aulas de yoga, música, meditação e palestras sobre saúde e bem estar. <a href="http://www.artedeviver.org.br/respirabrasil/cidades" target="_blank">Confira as atividades de cada cidade. </a></p>
<p>De acordo com a Fundação, que trabalha com a Sudarshan Kriya, uma técnica baseada em ritmos específicos de respiração, mais de 80% das toxinas e impurezas do nosso corpo &#8211; que causam letargia e doenças &#8211; podem ser eliminadas com a respiração, mas a maioria de nós não sabe explorar a capacidade pulmonar para evitar esse acúmulo. Está na hora de aprender!</p>
<p><em>*Informações: site oficial do Respira Brasil</em></p>

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		<title>A dança das emoções</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 00:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comigo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[emoção]]></category>
		<category><![CDATA[estado físico]]></category>
		<category><![CDATA[transformação]]></category>

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		<description><![CDATA[A própria palavra emoção, do latim, emovere, significa mover-se para fora. São as emoções que, muitas vezes, nos levam a agir de determinadas maneiras. ]]></description>
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<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/emotion1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-456" title="emotion1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/emotion1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a><br />
<em>Por Thays Prado</em></p>
<p>É de muito cedo que se aprende que é sempre mais sensato confiar no que nos diz a razão do de se deixar levar pela emoção. A lógica cartesiana do &#8220;penso, logo existo&#8221; perdura, ainda que se tenham passado 360 anos desde a morte de seu criador. As escolas continuam mantendo as crianças assentadas em cadeiras enfileiradas, olhando para um quadro verde e giz, racionalizando o que se supõe ser necessário apreender sobre o mundo. Suas mentes, que já nasceram na era da internet e funcionam em rede, tentam encontrar uma razão para toda essa linearidade. Enquanto o coração só entra na grade curricular na aula sobre sistema circulatório, a vida real acontece lá fora.</p>
<p>E quando as aulas acabam, a expectativa é de que todos nós já saibamos, sabe-se lá como, lidar bem com suas próprias emoções e se relacionar de maneira saudável e equilibrada com os demais. Não é tão simples assim.</p>
<p>A própria palavra emoção, do latim, emovere, significa mover-se para fora. São as emoções que, muitas vezes, nos levam a agir de determinadas maneiras. Quem nunca se alterou diante da raiva que parecia lhe dominar? Quem nunca falou um monte de coisas sem pensar por puro ciúme? E quem é que não começou a chorar num lugar completamente &#8220;inadequado&#8221; por não conseguir sequer chegar ao banheiro para desabafar? Essas reações não são erradas, mas são impulsionadas pela emoção do momento. E o que nos dirá o mundo da razão? Que devemos aprender a nos controlar, a dominar o que sentimos, a abafar as emoções.</p>
<p>Mas se entendermos como uma emoção funciona podemos aprender a dar espaço para que ela se manifeste e, com consciência, escolher se vamos vivenciá-la, expressá-la ou modificá-la. Pode parecer inacreditável, mas é possível fazer isso sem reprimir o que se passa dentro de nós. A primeira coisa é deixar de lado nossa mente julgadora que condena os sentimentos tidos como ruins &#8211; raiva, tristeza, impotência, medo, insegurança, solidão &#8211; e exalta os considerados bons &#8211; amor, alegria, serenidade&#8230;</p>
<p>No livro Energia Vital, Stephano Sabetti diz que as emoções são processos, não conteúdos. É fácil perceber isso quando observamos uma criança que mal começou a chorar, já está rindo, e depois fica com raiva do amiguinho, em seguida fez as pazes e brinca, brinca, brinca e, de repente, dorme. Esse é o movimento natural das emoções. No entanto, nós, adultos, depois de todos os condicionamentos que sofremos durante a vida, não nos sentimos à vontade para expressar muita coisa. E a tristeza, em vez de se transformar em um pedido de colo, vira mágoa. O amor, que iluminaria um olhar sem pedir nada em troca, se torna uma dorzinha no peito. E quando não dá mais para segurar tanta coisa, explodimos. É aí que uma raiva, que poderia impulsionar uma conversa franca, acaba em uma briga terrível.</p>
<p>Ao longo da vida, nossas células vão registrando essa repressão da energia e começam a agir no automático. Sem perceber, toda vez que uma emoção nos vier, teremos, diante dela, as mesmas reações preprogramadas, baseadas apenas em nossas memórias, nas atitudes que tomamos no passado e que nos deixaram registros. Mas, apesar de a emoção ser a mesma de antes, as situações são sempre novas. Não há um momento como outro. Como podemos agir sempre da mesma maneira?</p>
<p>Se pararmos por alguns instantes antes de disparar a reação automática e prestarmos atenção em nosso corpo &#8211; como está sua musculatura? onde há tensão? seu coração bate rápido ou devagar? sua respiração está lenta ou ofegante? faz calor? frio? você tem vontade de se recolher ou de expandir? &#8211; ficará cada vez mais fácil identificar qual é a emoção que está ali naquele momento. Então, a próxima pergunta será: o que eu vou fazer com isso?</p>
<p>Depois que nos damos conta do que estamos sentindo, podemos usar esse estado a nosso favor ou mesmo modificá-lo se ele não nos for útil. Se você sente uma raiva enorme de algo que não pode ser mudado, transforme seu estado corporal e sinta amor! Como? Intencionando que outras sensações físicas percorram seu corpo. Se quando você sente amor, tem uma sensação agradável no peito, respira mais profundamente e fica relaxado, por exemplo, traga tudo isso, intencionalmente, para seu corpo. Isso não quer dizer que você vá se tornar permissivo, mas vai poupar um gasto energético tremendo e te dar mais condições de tomar uma decisão apropriada para aquele momento. E por que não fazermos isso sempre? Segundo os estudiosos do <a href="http://www.heartmath.com/" target="_blank"><strong>HeartMath</strong></a>, &#8220;as pessoas em geral não se esforçam para ativamente infundir suas experiências diárias com uma maior qualidade emocional porque elas simplesmente não sabem como&#8221;.</p>
<p>Quanto mais observarmos nosso estado físico quando somos tomados por uma emoção, positiva ou negativa, mais saberemos sobre ela. Com a prática, nos tornamos capazes de reconhecer facilmente o que nos atinge e de transformar uma emoção em outra, lembrando de que sua natureza é vir e passar.</p>
<p>*dicas de Monika von Koss, no curso <a href="http://www.monikavonkoss.com.br/site/oficina-das-emocoes" target="_blank">Oficina das Emoções</a>.</p>

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