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	<title>tato &#187; Ecos</title>
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	<description>um sentido para o feminino</description>
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		<title>Comecemos pela ecologia interna</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2011/06/06/comecemos-pela-ecologia-interna/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 15:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecos]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia interna]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[planeta]]></category>
		<category><![CDATA[semana do meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossa desastrada interação com o planeta é reflexo da bagunça que vivenciamos dentro de nós e se origina de uma falta de conexão interna, de cada um consigo mesmo. Nesta Semana do Meio Ambiente, essa é nossa proposta de reflexão para você]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/06/ecologia_POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1408" title="ecologia_POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/06/ecologia_POST.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira e Thays Prado</em></p>
<p><em>Imagem: Vanessa Siqueira + <a href="http://www.flickr.com/photos/joanasorino/5800075831/in/photostream/lightbox/">Joana Sorino</a> + <a href="http://www.pasarkreasi.com/content/detail/photography/2100/a-lonely-tree-and-an-old-bike">PasarKreasi</a></em></p>
<p>O planeta anda mesmo caótico. Por onde quer que olhemos, nos deparamos com uma tremenda desordem refletida na geração desenfreada de lixo, na escassez de água potável, nas catástrofes “naturais”, no aumento da poluição, na extinção de espécies sequer conhecidas, nas sacolas plásticas a se agarrar em nossas pernas quando entramos no mar, no desmatamento falsamente justificado pela geração de alimentos, no desperdício de comida e na fome de tanta gente.</p>
<p>Independentemente de os cientistas estarem certos ou errados sobre o fato de o aquecimento global ser causado pelo ser humano, de estarmos &#8220;apenas&#8221; acelerando um processo natural, ou de não termos absolutamente nada a ver com o aumento de temperatura da Terra, <strong>o fato é que nós estamos fazendo uma grande bagunça por aqui</strong>. Hoje já exigimos do planeta 30% a mais do que ele é capaz de oferecer.</p>
<p>É como estar numa nave em missão espacial e jogar o lixo por todo canto, comer tudo de uma vez, matar todas as formas de vida que estão lá dentro e acabar com a reserva de água sabendo que você mora ali e não vai poder sair para buscar novos recursos. É o que estamos fazendo e <strong>não é muito difícil perceber que isso é autodestruição.</strong></p>
<p>Provavelmente, as coisas não vão mudar muito enquanto olharmos para a natureza como um cenário à parte da vida que escolhemos levar, enquanto encararmos o meio ambiente como algo que está a quilômetros de distância, restrito às áreas de conservação na Amazônia, ou tivermos a crença de que apenas o planeta precisa de nós e, portanto, podemos, em nosso tempo livre, fazer alguma coisa para salvá-lo, se lembrarmos.</p>
<p>Falta o entendimento de que somos apenas mais uma espécie nessa imensa cadeia da vida, falta a sensação de pertencimento a essa realidade chamada Terra, falta entender que todas as formas de existência estão interligadas e que o que acontece a qualquer uma delas afeta todas as outras, falta reconexão com os outros milhares de pontos que compõe, igualmente, uma grande rede interdependente que precisa de equilíbrio.</p>
<p><strong>Nossa desastrada interação com o planeta é reflexo da bagunça que vivenciamos dentro de nós </strong>e se origina de uma falta de conexão interna, de cada um consigo mesmo. Sinceramente, é preciso estar muito desalinhado para destruir o próprio lar, a mãe que nos gera e nos provê absolutamente tudo o que necessitamos para sobreviver, os seres que possuem buscas profundas tão semelhantes às nossas.</p>
<p>Não se trata de uma justificativa para nossos atos de agressão ao meio ambiente, mas de um convite à reflexão. Será que agiríamos com o mesmo descaso se, internamente, quiséssemos e soubéssemos cuidar de nós mesmos? Pense bem: quando é que sua casa fica mais desorganizada, em momentos em que você também se sente perdido, sobrecarregado e com a autoestima lá embaixo, ou nos dias de paz e plenitude? Quando é que você trata melhor as pessoas que ama? Quando se respeita e, portanto, é capaz de respeitá-las, com suas diferença, ou quando passa por cima de você mesmo em nome de algo que não faz sentido para seu coração?</p>
<p><strong>Nesta Semana do Meio Ambiente, nossa proposta para você é um exercício de ecologia interna.</strong> Cuidar dos próprios fluxos de energia que circulam aí dentro, eliminar o lixo mental, acolher os sentimentos que surgem, respirar ar puro, se alimentar com a quantidade adequada para o bom funcionamento do seu organismo, desfrutar do sabor de frutas e verduras orgânicas, respeitar os ciclos necessários de atividade e descanso, honrar as raízes, buscar o silêncio e, com isso, aprender a ouvir e a reconhecer as manifestações sonoras, fechar os olhos, admirar as cores, entrar em contato com o verde, sorrir, fazer algo que deseja muito, mesmo que ninguém saiba, movimentar o corpo, colocar o pé na terra, tomar um banho e lavar a alma, sentir o pulso do seu coração e perceber o que mais lá fora pulsa com ele, amar.</p>
<p>Porque, nesse estado, nossas posturas e nossas escolhas certamente não serão as mesmas que nos trouxeram até aqui.</p>

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		<title>A ONU, as florestas e você</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2011/02/22/a-onu-as-florestas-e-voce/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 13:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecos]]></category>
		<category><![CDATA[ano internacional das florestas]]></category>
		<category><![CDATA[onu]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Declarado pela ONU como Ano Internacional das Florestas, 2011 deve ter muitos eventos voltados para o tema. Mas tenho dúvidas de que isso acontecerá no Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/02/floresta1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1240" title="floresta1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/02/floresta1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p><em>Imagem: Vanessa Siqueira</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Declarado oficialmente pela ONU como <a href="http://www.un.org/en/events/iyof2011/index.shtml" target="_blank">Ano Internacional das Florestas</a>, 2011 deverá ter uma agenda cheia de eventos voltados para o tema, a exemplo de 2010, Ano Internacional da Biodiversidade, que rendeu conferências, posts, exposições e muito mais. Aqui no Brasil, esperamos que as florestas sejam celebradas tanto quanto a biodiversidade inspirou movimentações desse tipo no ano passado. Mas, confesso, tenho dúvidas.</p>
<p>Para muitos brasileiros, <strong>“floresta” e “Amazônia” são palavras distantes, algo meio poético resgatado de um livro da década de 1980, com aquela visão romântica, tão dispensável hoje em dia.</strong> E é compreensível. Esse verde não toca porque não faz parte da rotina, fica longe, nem se sabe muito sobre eles. São muitos mitos, dados deturpados e posições contraditórias.</p>
<p>A ONU deve saber bem disso e foi direto ao ponto. Não tentou comover nem nada. Foi prática e afirmou: a sobrevivência de mais de 1,6 bilhão de pessoas depende das florestas e lá moram espécies que representam 80% da biodiversidade terrestre do planeta. Isso significa que, ainda que nada disso tenha a ver com você, a floresta derrubada ou de pé altera tudo, inclusive as centenas de bilhões do comércio de produtos que saem dali.</p>
<p>Como se sabe que o desmatamento é o responsável pela grande parte das emissões de gases de efeito estufa do país, seria interessante começar olhar para as florestas com um pouco mais de malícia. O que está em jogo não são apenas plantinhas e macaquinhos.</p>
<p>Mas se você realmente não dá a mínima para nada disso, assista à <a href="http://www.youtube.com/watch?v=-cqFaOJmqEs" target="_blank">animação </a>e conheça o nosso último argumento. É curtíssima e muito legal! Convenceu?</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2011/06/06/comecemos-pela-ecologia-interna/" target="_blank">Comecemos pela ecologia interna</a></p>

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		<title>Tato e Ecodesenvolvimento</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 18:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecos]]></category>
		<category><![CDATA[ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora fazemos parte da rede Ecodesenvolvimento. Além de poder conferir alguns de nossos posts no site, você também verá inspirações vindas de lá para cá]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/10/ecodesenvolvimento1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-958" title="ecodesenvolvimento1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/10/ecodesenvolvimento1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Nós acreditamos em um <strong>mundo em rede</strong>, em que todos os esforços, intenções, pontos de vista e iniciativas inovadoras se somem e se alquimizem <strong>em nome da construção de um planeta melhor para todas as formas de vida</strong>. A cooperação sempre nos soa melhor do que a competição.</p>
<p>Por isso, faz parte de nossa rotina olhar em volta com muito carinho e prestar atenção em tantos movimentos no Brasil e no mundo que compartilham desse mesmo <strong>desejo de transformação global</strong>.</p>
<p>Foi assim que o nosso caminho se cruzou com o da rede Ecodesenvolvimento, que veicula artigos e notícias sobre responsabilidade social, meio ambiente e economia verde. E como <strong>sustentabilidade e feminino têm tudo a ver</strong>, publicaremos uma coluna quinzenal no site <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org" target="_blank"><strong>www.ecodesenvolvimento.org</strong></a>, que mostrará um pouquinho do que vocês já acompanham por aqui.</p>
<p>A partir de agora, o olhar feminino da Tato será um reforço no universo das informações sobre sustentabilidade. <strong>Ficamos felizes em contribuir com o debate e a reflexão sobre como nossos valores e nossa maneira de viver e se relacionar impactam o mundo em que vivemos</strong>.</p>
<p>Para selar essa parceria, nossa home ganhará um banner para que nossas leitoras e leitores também fiquem por dentro do que tem sido publicado por lá. Esperamos que vocês gostem da novidade e aproveitem!</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Manoella, Thays e Vanessa</p>

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		<title>TEDx Amazônia</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 12:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecos]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[TEDx]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o mesmo ideal do TED, o evento irá apresentar ideias que merecem ser espalhadas. O tema é a qualidade de vida das mais de 5 milhões de espécies do planeta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/09/amazonia1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-904" title="amazonia1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/09/amazonia1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p>Bem-estar e qualidade de vida são temas muito associados entre si e ao tipo de rotina de cada um. Dormir cedo, comer bem, fazer exercícios físicos&#8230; não será possível ampliar esse diálogo? Sim, e essa é uma das propostas do TEDx Amazônia, evento independente e local do <a href="http://www.ted.com/" target="_blank">TED</a>, realizado no mesmo espírito “ideias que merecem ser espalhadas”.</p>
<p>E para discutir a qualidade de vida das mais de cinco milhões de espécies que existem no planeta, o lugar não poderia ser mais adequado: Amazônia, floresta com uma das mais ricas biodiversidades do mundo, onde vão se reunir especialistas e pensadores de diferentes áreas, de ciência a tecnologia, nos dias 6 e 7 de novembro.</p>
<p>A conferência será realizada pelos organizadores do <a href="http://www.tedxsaopaulo.com.br/" target="_blank">TEDx São Paulo</a>, que aconteceu em 2009, e é considerado pela comunidade um dos quatro eventos mais importantes do mundo, ao lado do TEDxParis, TEDxTokyo e TEDxAmsterdã.</p>
<p>As inscrições estão abertas, são gratuitas e podem ser feitas até 30 de setembro. No site, está disponível o formulário que deve ser preenchido pelos interessados em compor a audiência do evento. As respostas serão avaliadas pela equipe. Além de nome, email e esses campos comuns com que estamos acostumados a lidar, existem perguntas bem mais complexas, como <strong>“Conte uma história que nos ajude a entender quem você é”</strong> e “O que você sonha em poder realizar?”. Nada mais coerente com um evento que tem como proposta a reflexão que o autoconhecimento já comece na hora de tentar se inscrever &#8211; e é uma experiência interessante. Para saber mais sobre o evento, acesse <a href="http://www.tedxamazonia.com.br/" target="_blank">o site oficial</a> e veja o teaser. A ideia tem tudo para se concretizar de uma maneira genial.</p>

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		<item>
		<title>Educando sobre o uso da sacola plástica</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 01:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecos]]></category>
		<category><![CDATA[Gente em projeto]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[sacola plástica]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Educadores, responsáveis e familiares, mostrem aos pequenos por que não devemos usar sacolas plásticas]]></description>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/04/sacola1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-539" title="sacola1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/04/sacola1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a><br />
<em>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p>As crianças de hoje em dia, felizmente, recebem uma educação voltada para a sustentabilidade, na sala de aula, muito mais séria e rica em informações do que eu recebi. Na minha época, essa palavra nem passava perto do vocabulário dos professores e &#8220;ecologia&#8221; era um assunto meio poético e pouco prático.</p>
<p style="text-align: left;">Ainda que o tema esteja sendo melhor trabalhado em classe, não é legal deixar tudo a cargo da escola. É bom não apenas dar o exemplo em casa e durante os passeios, como também explicar sobre os danos que causamos à natureza. Mas como falar disso sem soar enfadonho e fazer a criançada bocejar? Eis, aqui, um vídeo mais do que apropriado e curtinho, feito por três supermercado argentinos, sobre o impacto das sacolas plásticas. Vale a pena ver junto dos pequenos e compartilhar os resultados depois. Nós adoramos a sabedoria das crianças!</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/RUaHG_Iil-k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/RUaHG_Iil-k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>

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		</item>
		<item>
		<title>Reutilize seu absorvente ecológico</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2010/04/07/reutilize-seu-absorvente-ecologico-de-pano-biodegradavel/</link>
		<comments>http://www.maistato.com.br/2010/04/07/reutilize-seu-absorvente-ecologico-de-pano-biodegradavel/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 01:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecos]]></category>
		<category><![CDATA[absorvente ecologico; absorvente de pano; absorvente biodegradável; menstruacao; ciclo menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[descarte]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Que tal olhar com menos preconceito para os métodos tradicionais de contenção do fluxo menstrual e optar por absorventes de pano?]]></description>
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<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/04/absorvente1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-517" title="absorvente1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/04/absorvente1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Thays Prado</em></p>
<p>Os primeiros <strong>absorventes íntimos descartáveis</strong> foram inventados pelos alemães no final do século 19. E somente na década de 1930, os tradicionais Modess, da Johnson &amp; Johnson começam a chegar ao Brasil, importados dos Estados Unidos &#8211; produção nacional, só mesmo em 1945. No século das grandes inovações tecnológicas, como o século 20, à primeira vista, a invenção que substituía as antigas toalhinhas poderia parecer sinônimo de mais conforto e higiene para as mulheres.</p>
<p>Mas <strong>nem sempre a tecnologia traz uma solução melhor do que as técnicas e práticas naturais</strong>. Os absorventes descartáveis são feitos de plástico e não podem ser reciclados. Já imaginou a quantidade de lixo que nós, mulheres, jogamos todos os meses em aterros sanitários e lixões? O cálculo comum que se faz é que <strong>cada mulher use de 10 mil a 15 mil absorventes durante sua vida fértil</strong>. E pior, esse material vai permanecer até 400 anos depois que nós mesmas já tivermos deixado o planeta.</p>
<p>Além de poluir o ambiente, eles <strong>prejudicam também a saúde de muitas mulheres</strong>. A substância dioxina, presente em função do uso de cloro para branquear os absorventes, é cancerígena. Isso sem falar nas alergias que quase todas nós sentimos.</p>
<p>A solução talvez esteja em olhar com menos preconceito para os métodos tradicionais de contenção do fluxo menstrual. É isso o que algumas marcas ecológicas, normalmente desenvolvidas em institutos de permacultura, vêm tentando fazer.</p>
<p>Desde o início de 2008, a bióloga Mônica Passarinho e a arquiteta Nara Gallina, de Brasília, comercializam o modSer, um <strong>absorvente de pano</strong>, 100% algodão, e veem na escolha uma maneira mais respeitosa de se conectar com a própria menstruação e até de resgatar nosso Sagrado Feminino. Em seu site, elas relatam que muitas mulheres contam que diminuíram a quantidade de cólicas e os sintomas da TPM após o segundo mês de uso do absorvente de pano.</p>
<p>Outra vantagem é que <strong>eles são biodegradáveis e podem ser reutilizados por até 5 anos</strong>. Com isso, os custos com a menstruação também são infinitamente menores. As meninas indicam que ter 5 modSer – de diferentes intensidades de fluxo – é o suficiente. Cada um deles varia de R$9,90 a R$15,20.</p>
<p>O Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica também fabrica absorventes ecológicos e vende por R$12,00 cada peça + despesas com correio.</p>
<p><strong>Na hora de descartá-los, a dica é depositar na composteira ou enterrar em um jardim</strong> – eles se decompõem em menos de um ano. E <strong>toda vez que for lavar o seu absorvente, aproveite a primeira água sem sabão para regar as plantas</strong>. Parece estranho? Pois saiba que as permacultoras dizem que o sangue menstrual é muito nutritivo e ajuda as plantas a crescerem ainda mais viçosas.</p>
<p>Saiba como usá-los e onde comprá-los nos sites do <a href="http://sites.google.com/site/modserabsorventes/home" target="_blank"><strong>modSer</strong></a> e do <strong><a href="http://www.ipemabrasil.org.br/absorventes.htm" target="_blank">Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica</a></strong>.</p>
<p>Aproveite para ler a história da blogueira Giuliana Capello e suas abóboras &#8211; gentilmente regadas com seu fluxo menstrual – no <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos/152566_post.shtml" target="_blank"><strong>blog Gaiatos e Gaianos</strong></a>, do Planeta Sustentável.</p>
<p>Experimente e conte pra gente!</p>

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		<title>Uma luz que se acende</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2010/03/27/uma-luz-que-se-acende-hora-do-planeta-earth-hour-wwf/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 21:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecos]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[hora do planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>
		<category><![CDATA[wwf]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, países apagam suas luzes durante uma hora - das 20h30 às 21h30 locais - para chamar a atenção para a gravidade dos problemas ambientais]]></description>
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<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/hora1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-468" title="hora1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/hora1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Thays Prado</em></p>
<p>Hoje, durante todo o dia, países de<strong> todas as partes do mundo apagam suas luzes durante uma hora</strong> &#8211; das 20h30 às 21h30 locais &#8211; para chamar a atenção para a gravidade dos <strong>problemas ambientais</strong> que estamos enfrentando no planeta. O movimento que começou em Sydney, na Austrália, em 2007, por iniciativa do <a href="http://www.wwf.org.au/" target="_blank">WWF</a>, e mobilizou 2,2 milhões de australianos fez sentido para muita gente. No ano seguinte, eram 371 cidades fazendo a mesma coisa e, em 2009, mais de 4 mil. Até ontem, 125 países &#8211; incluindo os 15 de maior PIB do globo -, 3.483 cidades, sendo 56 capitais nacionais e 7 das 10 cidades mais populosas do planeta já haviam aderido oficialmente ao que ficou batizado de <strong><a href="http://www.earthhour.org/" target="_blank">Earth Hour</a></strong> (Hora da Terra, em tradução literal), conhecido no Brasil como <strong><a href="http://www.horadoplaneta.org.br/" target="_blank">Hora do Planeta</a></strong>.</p>
<p>Por aqui, 72 cidades nas cinco regiões do país também vão participar (veja o que cada uma vai fazer no site do <a href="http://www.wwf.org.br/informacoes/?24460/19-capitais-brasileiras-engajadas-e-programacao-intensa" target="_blank">WWF Brasil</a>). A manifestação ainda conta com o apoio da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, de 249 organizações e 1.506 empresas.</p>
<p>Tanta gente junta, em um movimento novo &#8211; são apenas 4 anos &#8211; por uma causa comum: o equilíbrio do planeta Terra e a sobrevivência das espécies, inclusive da nossa. É bom saber que cresce exponencialmente o número de pessoas engajadas com o tema. É sinal de que, <strong>enquanto milhões de luzes se apagam neste dia, durante uma hora, uma luz se acende no coração de cada um</strong>. E que esta permaneça acesa e irradie seu brilho cada vez mais.</p>
<p>Participe você também: <strong><a href="www.horadoplaneta.org.br" target="_blank">www.horadoplaneta.org.br</a></strong></p>

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		<title>Água e energia</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 18:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecos]]></category>
		<category><![CDATA[agua]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[vibrações]]></category>

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		<description><![CDATA[O Dia Mundial da Água é uma boa oportunidade para repensar como cuidamos desse recurso no planeta e, também, dentro de nós]]></description>
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<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/agua1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-444" title="agua1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/agua1.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p>A escassez de água doce no mundo é o grande tema das publicações sobre o <strong>Dia Mundial da Água </strong>comemorado hoje. O assunto, de fato, merece toda atenção. Maude Barlow, chefe do <a href="http://www.canadians.org/" target="_blank"><strong>Council of Canadians</strong></a>, a maior organização canadense de militância pública, e fundadora do <a href="(http://www.blueplanetproject.net/)" target="_blank"><strong>Blue Planet Project</strong></a> , uma iniciativa global que luta pelo direito à água, afirma, em seu livro <em>Água – Pacto Azul</em>, que nos primeiros sete anos deste novo milênio, foram publicados mais estudos, livros e relatórios do que em todo o século que o precedeu. Hoje, cerca de 2 bilhões de pessoas vivem em regiões que sofrem com estresse hídrico e, <strong>enquanto a população global triplicou no século 20, o consumo de água aumentou sete vezes.</strong></p>
<p>A questão da água é séria, exige mudança de hábitos de quem ainda não “caiu na real” e afeta diretamente a vida de todos nós. Mas deixaremos a discussão dessa pauta para outros veículos, que certamente vão explorar o tema à exaustão. <strong>Aqui, preferimos falar de “uma água” ainda mais próxima de você: a que constitui seu corpo.</strong></p>
<p>Promover o funcionamento do corpo é uma das funções mais importantes da água, no entanto, não é a única. Já falamos sobre isso em outro post, que ensinava a<a href="http://www.maistato.com.br/2010/02/19/agua-beleza-hidratacao-pele-cabelos/" target="_blank"><strong> usar a água a favor da sua beleza e saúde</strong></a>. Seus benefícios se estendem, também, ao nível energético. A água é elemento principal do segundo chakra – centro de força que rege a sexualidade, a continuidade e a flexibilidade. Entrar em contato com a água – ao praticar natação, hidroginástica, ou mesmo ao tomar um banho em que se tenha consciência do líquido caindo sobre o corpo – ajuda a harmonizar esse centro energético. Os sensores da pele ficam estimulados e o próprio corpo fica mais desperto para buscar atividades, experiências e vivências que lhe tragam prazer. O sentimento de integração com o planeta e a sensação de pertencer ao todo também se afloram.</p>
<p>De acordo com a Leitura Corporal, é ela que faz a energia circular por todo o organismo e ajuda a desfazer bloqueios energéticos. <strong>Quer ver a vida fluir mais livremente? Beba água! Ela atua sobre todos os outros chakras e influencia as vibrações do corpo.</strong></p>
<p>O pesquisador japonês <strong>Masaru Emoto</strong> vai ainda mais longe ao falar do poder da água sobre nós, seres humanos. Em seu livro As mensagens da água, ele afirma que pensamentos, palavras, ideias, enfim, qualquer vibração que emanamos afeta a forma molecular dessa substância dentro e fora de nós. Sua estrutura se torna um espelho do ambiente em que está. Emoto registrou, fotograficamente, as transformações sofridas pelas moléculas influenciadas por energias diferentes. As águas de rios poluídos, por exemplo, apresentaram estruturas assimétricas, enquanto as que estavam em um ambiente onde se tocava música clássica assemelhavam-se a cristais. Alterações semelhantes aconteceram com a água contida em frascos, em que foram afixados bilhetes com palavras positivas, como “obrigado”, e frases negativas, como “você me faz mal”.</p>
<p>O estudo demonstra que a água é vulnerável às alterações do ambiente e assimila, facilmente, as vibrações a que é submetida. Pense bem: dois terços do seu corpo são constituídos por água. Imagine o que cada atitude interna sua pode fazer com você mesmo e com todos os que estão a sua volta.</p>
<p>No Dia Mundial da Água, que tal dar uma atenção especial a seus pensamentos e sentimentos e se dar conta do impacto que você tem provocado?</p>

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		<title>De lixo, das baratas e de mim</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2010/03/05/lixo-domestico-baratas-coleta/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 21:46:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecos]]></category>
		<category><![CDATA[Elemento terra]]></category>
		<category><![CDATA[coleta]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui, em São Paulo, poucas coisas me chamaram tanta atenção quanto o lixo nas ruas, especialmente porque ele trazia novas inquilinas para dentro de casa]]></description>
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<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/lixo1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-337" title="lixo1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/lixo1.jpg" alt="" width="680" height="250" /></a><br />
<em>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p>Logo que me mudei para São Paulo, três coisas me impressionaram: a rodoviária Tietê (que parece um shopping!), a praticidade do metro e a quantidade de lixo nas ruas. Um ano e meio depois, posso dizer que qualquer lugar com escada rolante ou elevador me surpreenderia positivamente, diante das condições horrorosas da rodoviária de Belo Horizonte e que o empurra-empurra do transporte público supera meu encantamento com as facilidades do metro.</p>
<p>Mesmo sabendo que em São Paulo “tem de tudo”, a cidade já não me assusta com o que tem a mostrar, mas o lixo&#8230;esse ainda me deixa boquiaberta. Eu sei, eu sei. Aqui tem muita gente, por isso é natural produzir muito resíduo, o poder público não cumpre bem seu papel e blá, blá, blá. Nem vou entrar no mérito. Só não consigo achar normal a entulheira de sacos de lixo que é jogada na rua e carregada pela chuva para as bocas-de-lobo até dar um empurrãozinho bastante razoável para as enchentes. Aí a paulistada se assusta, acha ruim, xinga a chuva (!), a prefeitura, uns aos outros e por aí vai. Também não vou entrar no mérito, mas a dica é: esse não deveria ser o ciclo natural dos descartes.</p>
<p>Outra coisa que me deixou muito impressionada por aqui foram as milhares de baratas que aparecem em qualquer casa, por mais limpa que seja. Estatisticamente, posso dizer que matei uma por semana, em média – e a contragosto. Nesse quesito, meu comportamento é um bocado padrão. Sabe aquelas moças que ficam histéricas por causa de barata? Sou eu. Ficava, mais do que histérica, brava porque, além de tudo que tenho de fazer diariamente, ainda precisava separar um momento do meu dia para dar fim àquele bicho nojento. Pois é, quem tem “argh” de barata leva algum tempo para criar coragem de transformar aquele inseto asqueroso numa meleca amassada ainda mais asquerosa. Eca!</p>
<p>Por isso, embora não apenas por isso, passei a passar uma água em todos os recicláveis que retivessem restos orgânicos como caixa de leite, pote de iogurte, pacote de biscoitos. Isso evita meleira, cheiro, chorume e, claro, baratas.  Ter uma lixeira para orgânicos e uma para reciclados, aliás, não custa nada e é uma grande ajuda para as cooperativas. No meu prédio, é assim em todos os apartamentos e funciona muito bem e cada vez melhor.</p>
<p>Não estou dizendo que tudo correrá tão bem em todos os lares que se dispuserem a fazer o mesmo, mas digo que é o mínimo que podemos fazer. Ainda que o porteiro faça o manejo incorreto do lixo, que a coleta seletiva da sua cidade seja ruim e que seus vizinhos não deem a mínima para a sustentabilidade. Isso acontece, mas são passos futuros. Vamos começar do começo: dentro da sua casa, o que você faz? Porque se a coisa já começa torta, não tem como terminar bem.</p>
<p>E, cá entre nós, quem se sente bem morando numa cidade com sacos de lixo aberto pela rua de onde saem milhares de coisas misturadas e nojentinhas? Pode até parecer discurso de ecochata, mas é uma questão de salubridade e de bem-estar.</p>

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		<title>Bifásicos, não por acaso</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2010/02/12/bifasicos-nao-por-acaso/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 00:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecos]]></category>
		<category><![CDATA[agua]]></category>
		<category><![CDATA[descarte]]></category>
		<category><![CDATA[oleo]]></category>
		<category><![CDATA[reaproveitamento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Que óleo e água não se misturam, você já sabe. Entenda por que isso não deve acontecer, especialmente na pia da sua casa]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/bifasicos_text1.jpg"><img class="size-full wp-image-275 aligncenter" title="bifasicos_text1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/bifasicos_text1.jpg" alt="" width="680" height="247" /></a></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Para onde vai?</strong><br />
Infelizmente, o mais comum é que, depois de usado uma ou mais vezes, o óleo seja descartado em bueiros, vasos sanitários, no lixo ou, o mais frequente, em pias de cozinha.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Qual o problema?</strong><strong><br />
</strong></p>
<ul>
<li><strong>Entupimento </strong>- Por não se diluir na água, o óleo lançado diretamente na pia e a gordura de utensílios domésticos tendem a formar placas e a entupir a tubulação, o que pode causar refluxos, mau cheiro e até rompimentos nas redes de coleta.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Mau uso do recurso</strong> &#8211; Uma colher de óleo contamina milhares de litros de água, retirando seu oxigênio e provocando reações químicas que liberam metano, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global. Todos os óleos comestíveis (e isso inclui o azeite) causam os mesmos danos ao meio ambiente e à tubulação – e não adianta jogar água quente pela pia na tentativa de diluí-los.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Desperdício de dinheiro público</strong> &#8211; “Óleo de fritura, margarina, manteiga, banha, óleos e graxas provenientes de carnes poluem os corpos receptores e, por serem mais leves que a água, formam uma película na superfície que impede a entrada de oxigênio e luz necessários à vida aquática. Recuperar essas águas requer um pesado investimento que poderia ser melhor aplicado”, explica Sartori.</li>
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<p><strong><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/bifasicos_text2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-273" title="bifasicos_text2" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/bifasicos_text2.jpg" alt="" width="128" height="558" /></a>O que posso fazer?</strong><br />
A melhor alternativa é armazenar o óleo doméstico em garrafas com tampas rosqueáveis e, depois de encher os compartimentos, encaminhá-los aos postos de coleta mais próximos. Grandes redes de supermercado já dispõem desse serviço. Outra boa alternativa é transformá-lo em sabão. <em>(Veja a receita ao final do texto)</em></p>
<p><strong>Por que não reutilizar?</strong><br />
Os óleos têm uma propriedade chamada “ponto de fumaça” que, quando atingido, inicia a formação de um composto tóxico chamado acroleína. “Quanto mais se frita, mais degradado fica o óleo, mais acroleína se forma e mais rapidamente o ponto de fumaça é atingido”, explica a nutricionista Juliana Lauar. A ingestão da substância prejudica o sistema nervoso, irrita as mucosas gastrointestinais e bucal e pode causar câncer.</p>
<p>O óleo se decompõe em contato com a luz e com o oxigênio, por isso, é aconselhável guardá-lo em frascos de vidro e alumínio, que são pouco reagentes, e em ambientes escuros. “Devemos nos lembrar de que o consumo de óleo, na proporção certa, é saudável. Ele aumenta o colesterol HDL (o bom colesterol), e é antiaterogênico, ou seja, não deixa formar placas de gordura que entopem artérias mais estreitas”, diz a nutricionista.</p>
<p>Para executar suas funções normais, o corpo precisa que entre 20% e 30% das calorias consumidas diariamente sejam provenientes de gordura. Desse percentual, dois terços devem ser do tipo insaturada. Nessa categoria entram os óleos de origem vegetal presentes em castanhas, amêndoas, avelãs, nozes e óleos de fritura.</p>
<p><strong>Conheça os melhores óleos para&#8230;<br />
Fritar:</strong> óleo de soja e de amendoim.<br />
<strong>Refogar:</strong> óleo de soja, de girassol e de milho.<br />
<strong>Se comer cru:</strong> azeite de oliva, óleo de soja, de gergelim, de girassol, de canola, de algodão, de milho.<strong> </strong></p>
<p><strong>DE ÓLEO A SABÃO<br />
</strong></p>
<p><strong>Material</strong><br />
3,5 litros de óleo de fritura vegetal ou gordura animal<br />
1 litro de água<br />
2 litros de álcool<br />
500 g de soda cáustica</p>
<p><strong>Preparo</strong><br />
Em um recipiente fundo, de plástico (um balde, por exemplo), misture a soda cáustica na água. Quando a soda estiver totalmente dissolvida, acrescente o óleo e o álcool. Mexa com um utensílio de madeira por aproximadamente 10 minutos, até a formação de espuma na superfície.</p>
<p>Ainda quente, despeje o conteúdo, cuidadosamente, em pequenas vasilhas, como embalagens de margarina, ou, se preferir, use uma bacia maior e corte o sabão em barras. Deixe o produto “descansar” por 12 h antes de usá-lo.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> Todo o processo deve ser realizado em área ventilada e com uso de luvas. Materiais de alumínio são corroídos pela soda cáustica, por isso, opte por madeira e plástico.</p>
<p>* <em>receita cedida por</em> <em>Nilza</em> <em>Soares</em></p>

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