﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>tato &#187; Na pele</title>
	<atom:link href="http://www.maistato.com.br/category/na-pele/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.maistato.com.br</link>
	<description>um sentido para o feminino</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 22:10:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Foi bom pra você?</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2010/07/30/foi-bom-pra-voce-dia-mundial-orgasmo/</link>
		<comments>http://www.maistato.com.br/2010/07/30/foi-bom-pra-voce-dia-mundial-orgasmo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 08:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na pele]]></category>
		<category><![CDATA[orgasmo]]></category>
		<category><![CDATA[prazer]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.maistato.com.br/?p=706</guid>
		<description><![CDATA[No Dia Mundial do Orgasmo, uma reflexão sobre a obrigação de gozar e a dificuldade que temos em ser honestos sobre nossa (in)satisfação na cama]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.maistato.com.br%2F2010%2F07%2F30%2Ffoi-bom-pra-voce-dia-mundial-orgasmo%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.maistato.com.br%2F2010%2F07%2F30%2Ffoi-bom-pra-voce-dia-mundial-orgasmo%2F&amp;source=maistato&amp;style=normal&amp;b=2" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 13.0px Arial;"><img class="aligncenter size-full wp-image-108" title="foibom_text1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/01/foibom_text1.jpg" alt="foibom_text1" width="680" height="272" /></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 13.0px Arial;">
<p><em>Por Thays Prado</em></p>
<p>Quantas vezes você já disse ou ouviu de uma amiga algum comentário do tipo: <strong>eu nunca tive um orgasmo</strong>, eu tenho dificuldades de chegar ao orgasmo, <strong>eu finjo</strong> quando sei que meu parceiro está com pressa para ejacular, eu sinto prazer no sexo mas <strong>não chego lá</strong>? Posso responder: uma. Até hoje, apenas uma amiga foi capaz de me contar algo assim. E confesso: eu mesma preferi manter uma &#8220;distância de segurança&#8221; nas entrevistas que fiz com especialistas sobre esse assunto. Comecei a maior parte das perguntas com o confortável &#8220;as pessoas&#8221;, mesmo quando as questões eram mais da mulher do que da jornalista que sou. No terreno ainda obscuro do sexo, pouca gente é completamente honesta quando o papo &#8211; seja numa mesa de bar, numa conversa íntima ou mesmo num divã psicanalítico &#8211; envolve a sua (in)satisfação na cama.<strong> A pose de bem resolvida sempre cai melhor. </strong>O fato é que, ao longo da história da humanidade, seja por falta de autoconhecimento, por excesso de repressão e até por rebeldia, fizemos uma verdadeira confusão com nossa sexualidade. E pelo constante medo de sermos mal julgados, a imagem que passamos aos outros pouco tem a ver com o que realmente estamos vivendo na intimidade. No momento em que nossa sociedade se baseia na tentativa de viver uma felicidade eterna, um êxtase sem interrupções, no sexo, <strong>a ordem não poderia ser outra a não ser: gozar</strong>. Para a psicanalista Miriam Moreira,  o fenômeno tem até nome, &#8220;cultura do gozo&#8221;, e essa exigência é a base de relações adoecidas.</p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/01/foibom_text2.jpg"><img class="size-full wp-image-110 alignleft" title="foibom_text2" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/01/foibom_text2.jpg" alt="" width="171" height="706" /></a>O terapeuta corporal especializado em sexualidade, Fábio Oliveira, diz que, por conta de uma superidealização de como o sexo deveria ser, muita gente tem se sentido na obrigação de sempre chegar ao orgasmo, como essa fosse a garantia de que o ato sexual foi “ma-ra-vi-lho-so”. O grande equívoco é que, com esse comportamento, ficamos muito mais focados no resultado &#8211; eu tenho que gozar, quando é que vai ser? &#8211; do que em curtir todo o processo. &#8220;Isso gera tensão. <strong>Orgasmo é uma consequência, uma explosão de prazer, não um lugar a ser atingido</strong>”.</p>
<p>É aí que está a diferença entre viver uma relação de genitalidade, quando é gerada uma tensão corporal, que precisa ser aliviada o quanto antes por meio de um orgasmo, e sexualidade, em que o casal pode ficar namorando sem querer chegar a lugar nenhum. A qualidade do sexo no segundo caso é infinitamente maior. “A pergunta é: <strong>você quer gozar várias vezes numa noite ou gozar uma vez durante a noite inteira?</strong>”, provoca Fábio. Aliás, é possível ter uma bela dose de prazer mesmo sem atingir um orgasmo e até sem fazer sexo. “Abraçar, beijar, trocar confidências, ficar junto, fazer brincadeiras, tudo isso pode ser muito gostoso. O orgasmo em si é apenas a resposta reflexa que o corpo dá e dura segundos &#8211; uma transa demora muito mais que isso. Quanto mais tempo e entrosamento existir entre o casal, quanto mais a pessoa se conhecer e mais clara ela for para o outro, mais ela se permite e maiores são as chances de ter uma boa relação sexual”, diz a sexóloga Cida Lopes. Parece fácil na teoria, mas, na prática, nem sempre conseguimos desfrutar de cada momento livres de performances e do <strong>medo da opinião de quem está no travesseiro ao lado. </strong>Cida reconhece que a maioria das pessoas prefere criar uma imagem do que gostaria de ser, em vez de vivenciar uma relação sem máscaras. Até porque, há sempre o risco de o outro não dar conta de se relacionar com tanta intimidade e ir embora.<br />
<strong><br />
Por que tanta dificuldade?</strong></p>
<p>&#8220;Porque a gente não se sente no direito. É pecado, engorda, dá neném, só pode depois de casar, só pode um homem com uma mulher e vice-versa”, responde Fábio Oliveira. Para o terapeuta, os condicionamentos sociais que sofremos durante toda a vida vão nos afastando de uma permissão interna de viver prazer. “Para muita gente ainda é assustador falar sobre sexo e orgasmo. Quando olhamos para essas pessoas, vemos <strong>histórias de vida construídas sobre uma base de não-prazer</strong>&#8220;. A educação que recebemos, ainda hoje, contribui muito para isso. Cida Lopes se depara o tempo todo com pais que demonstram uma <strong>dificuldade enorme de falar com seus filhos sobre sexo</strong>. “No momento em que eles mais perguntam e estão livres de preconceitos, não obtêm respostas. Quando sentem vergonha já não perguntam. E quando o adolescente chega à relação sexual, ele já se cobra saber e não se permite errar”.</p>
<p>E haja fantasias em torno do <strong>imaginário do que seria uma </strong><strong>relação sexual ideal</strong>. O pior é que elas levam a inevitáveis comparações, duras cobranças e muitos conflitos internos. A começar pela ideia que fazemos de orgasmo. Estamos cansados de assistir a filmes e novelas em que os personagens gemem, gritam, contorcem o corpo, gozam juntos e terminam a cena abraçados, com um super sorriso no rosto. Não que isso não possa realmente acontecer. <strong>O problema é começar a achar que tem que ser sempre assim</strong> e só vai ser bom se for desse jeito. “Se nos apegamos demais a esse padrão que é veiculado, acabamos não validando o que vivemos”, orienta a sexóloga. Para ela, o fato de um dos parceiros, eventualmente, não chegar ao orgasmo não deveria ter tanto peso. Segundo a especialista, é raríssimo o casal gozar ao mesmo tempo, e ficar focado nesse tipo de objetivo só gera frustração. “Temos a ilusão de que na relação sexual deveríamos estar mais juntos, mas é a hora em que estamos mais separados. O orgasmo é individual, normalmente as pessoas estão de olhos fechados, acontece no momento em que você se cala”.</p>
<p>Outra crença muito frequente é a de que o parceiro ou a parceira são responsáveis pelo fato de chegarmos ou não ao orgasmo. No entanto, “o grande orgasmo é aquele que eu posso viver comigo.<strong> Eu sou o responsável pelo meu prazer</strong> e preciso aprender a me proporcionar isso, a descobrir onde ele está inserido no meu corpo. Se posso partilhar isso com o outro, ótimo, mas se eu não puder, está perfeito também”, define o terapeuta corporal. Fábio assegura que a <strong>energia de prazer é inerente ao ser humano e pulsa dentro de nós o tempo todo, por toda a vida</strong>. &#8220;Se nos permitirmos, temos potencial para viver prazeres que nos levam a níveis superiores de consciência&#8221;.</p>
<p>No final das contas, todas as receitas de sexo que compramos nas capas das revistas, em milhares de livros e mesmo da boca de amigos podem ser substituídas por uma dica simples: entregar-se, de verdade, ao momento presente. Que tal experimentar?</p>

<div class="like">
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.maistato.com.br%2F2010%2F07%2F30%2Ffoi-bom-pra-voce-dia-mundial-orgasmo%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:62px; "></iframe>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.maistato.com.br/2010/07/30/foi-bom-pra-voce-dia-mundial-orgasmo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Foi bom pra você?</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2010/01/21/foi-bom-pra-voce/</link>
		<comments>http://www.maistato.com.br/2010/01/21/foi-bom-pra-voce/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 23:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na pele]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldade]]></category>
		<category><![CDATA[orgasmo]]></category>
		<category><![CDATA[prazer]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.maistato.com.br/?p=83</guid>
		<description><![CDATA[Às vésperas do Dia Mundial do Orgasmo, uma reflexão sobre a obrigação de gozar e a dificuldade que temos em ser completamente honestos sobre nossa (in)satisfação na cama]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.maistato.com.br%2F2010%2F01%2F21%2Ffoi-bom-pra-voce%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.maistato.com.br%2F2010%2F01%2F21%2Ffoi-bom-pra-voce%2F&amp;source=maistato&amp;style=normal&amp;b=2" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 13.0px Arial;"><img class="aligncenter size-full wp-image-108" title="foibom_text1" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/01/foibom_text1.jpg" alt="foibom_text1" width="680" height="272" /></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: justify; font: 13.0px Arial;">
<p>Quantas vezes você já disse ou ouviu de uma amiga algum comentário do tipo: <strong>eu nunca tive um orgasmo</strong>, eu tenho dificuldades de chegar ao orgasmo, <strong>eu finjo</strong> quando sei que meu parceiro está com pressa para ejacular, eu sinto prazer no sexo mas <strong>não chego lá</strong>? Posso responder: uma. Até hoje, apenas uma amiga foi capaz de me contar algo assim. E confesso: eu mesma preferi manter uma &#8220;distância de segurança&#8221; nas entrevistas que fiz com especialistas sobre esse assunto. Comecei a maior parte das perguntas com o confortável &#8220;as pessoas&#8221;, mesmo quando as questões eram mais da mulher do que da jornalista que sou. No terreno ainda obscuro do sexo, pouca gente é completamente honesta quando o papo &#8211; seja numa mesa de bar, numa conversa íntima ou mesmo num divã psicanalítico &#8211; envolve a sua (in)satisfação na cama.<strong> A pose de bem resolvida sempre cai melhor. </strong>O fato é que, ao longo da história da humanidade, seja por falta de autoconhecimento, por excesso de repressão e até por rebeldia, fizemos uma verdadeira confusão com nossa sexualidade. E pelo constante medo de sermos mal julgados, a imagem que passamos aos outros pouco tem a ver com o que realmente estamos vivendo na intimidade. No momento em que nossa sociedade se baseia na tentativa de viver uma felicidade eterna, um êxtase sem interrupções, no sexo, <strong>a ordem não poderia ser outra a não ser: gozar</strong>. Para a psicanalista Miriam Moreira,  o fenômeno tem até nome, &#8220;cultura do gozo&#8221;, e essa exigência é a base de relações adoecidas.</p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/01/foibom_text2.jpg"><img class="size-full wp-image-110 alignleft" title="foibom_text2" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2010/01/foibom_text2.jpg" alt="" width="171" height="706" /></a>O terapeuta corporal especializado em sexualidade, Fábio Oliveira, diz que, por conta de uma superidealização de como o sexo deveria ser, muita gente tem se sentido na obrigação de sempre chegar ao orgasmo, como essa fosse a garantia de que o ato sexual foi “ma-ra-vi-lho-so”. O grande equívoco é que, com esse comportamento, ficamos muito mais focados no resultado &#8211; eu tenho que gozar, quando é que vai ser? &#8211; do que em curtir todo o processo. &#8220;Isso gera tensão. <strong>Orgasmo é uma consequência, uma explosão de prazer, não um lugar a ser atingido</strong>”.</p>
<p>É aí que está a diferença entre viver uma relação de genitalidade, quando é gerada uma tensão corporal, que precisa ser aliviada o quanto antes por meio de um orgasmo, e sexualidade, em que o casal pode ficar namorando sem querer chegar a lugar nenhum. A qualidade do sexo no segundo caso é infinitamente maior. “A pergunta é: <strong>você quer gozar várias vezes numa noite ou gozar uma vez durante a noite inteira?</strong>”, provoca Fábio. Aliás, é possível ter uma bela dose de prazer mesmo sem atingir um orgasmo e até sem fazer sexo. “Abraçar, beijar, trocar confidências, ficar junto, fazer brincadeiras, tudo isso pode ser muito gostoso. O orgasmo em si é apenas a resposta reflexa que o corpo dá e dura segundos &#8211; uma transa demora muito mais que isso. Quanto mais tempo e entrosamento existir entre o casal, quanto mais a pessoa se conhecer e mais clara ela for para o outro, mais ela se permite e maiores são as chances de ter uma boa relação sexual”, diz a sexóloga Cida Lopes. Parece fácil na teoria, mas, na prática, nem sempre conseguimos desfrutar de cada momento livres de performances e do <strong>medo da opinião de quem está no travesseiro ao lado. </strong>Cida reconhece que a maioria das pessoas prefere criar uma imagem do que gostaria de ser, em vez de vivenciar uma relação sem máscaras. Até porque, há sempre o risco de o outro não dar conta de se relacionar com tanta intimidade e ir embora.<br />
<strong><br />
Por que tanta dificuldade?</strong></p>
<p>&#8220;Porque a gente não se sente no direito. É pecado, engorda, dá neném, só pode depois de casar, só pode um homem com uma mulher e vice-versa”, responde Fábio Oliveira. Para o terapeuta, os condicionamentos sociais que sofremos durante toda a vida vão nos afastando de uma permissão interna de viver prazer. “Para muita gente ainda é assustador falar sobre sexo e orgasmo. Quando olhamos para essas pessoas, vemos <strong>histórias de vida construídas sobre uma base de não-prazer</strong>&#8220;. A educação que recebemos, ainda hoje, contribui muito para isso. Cida Lopes se depara o tempo todo com pais que demonstram uma <strong>dificuldade enorme de falar com seus filhos sobre sexo</strong>. “No momento em que eles mais perguntam e estão livres de preconceitos, não obtêm respostas. Quando sentem vergonha já não perguntam. E quando o adolescente chega à relação sexual, ele já se cobra saber e não se permite errar”.</p>
<p>E haja fantasias em torno do <strong>imaginário do que seria uma </strong><strong>relação sexual ideal</strong>. O pior é que elas levam a inevitáveis comparações, duras cobranças e muitos conflitos internos. A começar pela ideia que fazemos de orgasmo. Estamos cansados de assistir a filmes e novelas em que os personagens gemem, gritam, contorcem o corpo, gozam juntos e terminam a cena abraçados, com um super sorriso no rosto. Não que isso não possa realmente acontecer. <strong>O problema é começar a achar que tem que ser sempre assim</strong> e só vai ser bom se for desse jeito. “Se nos apegamos demais a esse padrão que é veiculado, acabamos não validando o que vivemos”, orienta a sexóloga. Para ela, o fato de um dos parceiros, eventualmente, não chegar ao orgasmo não deveria ter tanto peso. Segundo a especialista, é raríssimo o casal gozar ao mesmo tempo, e ficar focado nesse tipo de objetivo só gera frustração. “Temos a ilusão de que na relação sexual deveríamos estar mais juntos, mas é a hora em que estamos mais separados. O orgasmo é individual, normalmente as pessoas estão de olhos fechados, acontece no momento em que você se cala”.</p>
<p>Outra crença muito frequente é a de que o parceiro ou a parceira são responsáveis pelo fato de chegarmos ou não ao orgasmo. No entanto, “o grande orgasmo é aquele que eu posso viver comigo.<strong> Eu sou o responsável pelo meu prazer</strong> e preciso aprender a me proporcionar isso, a descobrir onde ele está inserido no meu corpo. Se posso partilhar isso com o outro, ótimo, mas se eu não puder, está perfeito também”, define o terapeuta corporal. Fábio assegura que a <strong>energia de prazer é inerente ao ser humano e pulsa dentro de nós o tempo todo, por toda a vida</strong>. &#8220;Se nos permitirmos, temos potencial para viver prazeres que nos levam a níveis superiores de consciência&#8221;.</p>
<p>No final das contas, todas as receitas de sexo que compramos nas capas das revistas, em milhares de livros e mesmo da boca de amigos podem ser substituídas por uma dica simples: entregar-se, de verdade, ao momento presente. Que tal experimentar?</p>

<div class="like">
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.maistato.com.br%2F2010%2F01%2F21%2Ffoi-bom-pra-voce%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:62px; "></iframe>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.maistato.com.br/2010/01/21/foi-bom-pra-voce/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

