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	<title>tato</title>
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	<description>um sentido para o feminino</description>
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		<title>Pertencemos à mesma condição humana</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 16:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Daqui de dentro]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[diferença]]></category>
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		<category><![CDATA[humanidade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Situações me colocam frente a frente com o meu péssimo hábito de julgar e uma voz vem implacável: será que você é tão diferente desta pessoa quanto pensa?</p><p>The post <a href="http://www.maistato.com.br/2013/06/14/pertencemos-a-mesma-condicao-humana/">Pertencemos à mesma condição humana</a> appeared first on <a href="http://www.maistato.com.br">tato</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/06/coletivo-diferenca-escolhas-humanidade-individualidade-semelhancas-POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2958" alt="coletivo-diferenca-escolhas-humanidade-individualidade-semelhancas-POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/06/coletivo-diferenca-escolhas-humanidade-individualidade-semelhancas-POST.jpg" width="680" height="346" /></a>Por Thays Prado</em><br />
<em>Imagem: Vanessa Siqueira + <a title="original photography" href="http://www.gtallen.com" target="_blank">Taylor Allen</a> + <a title="original painting" href="http://kauffmanartistry.com" target="_blank">Max Kauffman</a></em></p>
<p>Talvez uma das coisas mais difíceis pra mim seja aceitar que eu sou um ser humano. E identifico, em minha eterna busca por práticas espirituais e de autoconhecimento, meus 12 anos de terapia, minhas leituras e estudos diversos, <strong>um esforço desmedido por evoluir e, quem sabe, me tornar perfeita</strong>, um ser divino que vive a vida com maestria e flui leve pela existência.</p>
<p>Pois esta tem sido a mais nova lição que a vida insiste em me proporcionar: enquanto estiver neste planeta, como o ser humano que sou, serei &#8220;perfeitamente imperfeita&#8221; (para usar a expressão de Christine Day, criadora da Frequência de Brilho).</p>
<p>Nestes últimos meses, <strong>tenho me visto em situações que me colocam frente a frente com o meu péssimo hábito de julgar e uma voz vem implacável: será que você é tão diferente desta pessoa quanto pensa? </strong>Entre sentimentos de raiva, vergonha ou tristeza, constato que não.</p>
<p>Uma <strong>adolescente obesa</strong> se senta à minha frente no metrô e tira da mochila um saquinho com uma coxinha encharcada e uma lata de Coca-Cola. Meu primeiro pensamento: &#8220;e depois não sabe porque está deste tamanho!&#8221;. O meu segundo é me lembrar que quando me mudei de cidade para fazer faculdade, engordei 13 quilos em menos de seis meses, tomei remédio pra emagrecer e burlei a dieta dos pontos incontáveis vezes substituindo meu almoço por chocolate.</p>
<p>Uma <strong>mãe, moradora de rua</strong>, briga terrivelmente com o seu filhinho de menos de 2 anos de idade e bate nele. Isso me corta o coração e me enche de raiva daquela mulher. E um instante depois, me lembro de uma vez em que bati na minha irmã quando éramos crianças, eu 5 anos mais velha, e deixei nas costinhas dela uma marca vermelha de dedos. Justo em uma das pessoas por quem tenho e sempre tive amor infinito.</p>
<p>Descubro que uma pessoa muito querida tem <strong>bulimia nervosa</strong> e meus julgamentos travestidos de feministas soltam: &#8220;ai, gente, vamos aceitar nosso corpo como somos e sair da apologia à magreza&#8221;. E, então, me lembro de ficar feliz por perder quase 3 quilos no ano passado, quando precisei fazer uma colonoscopia.</p>
<p>Vou a uma reunião do <strong>MADA &#8211; Mulheres que Amam Demais Anônimas</strong> para fazer uma pesquisa de campo para um projeto. Entro na sala cheia de preconceitos, achando que vou encontrar apenas loucas que podem render ótimas histórias. Me sinto uma espiã. Ouço aquelas mulheres se abrirem e reconheço nelas vários sentimentos que também fazem parte de mim. Admito, também já vivi relacionamentos muito nocivos. Sou convidada a me apresentar, afinal, elas pensam que estou ali porque fui em busca de ajuda. Me passa pela cabeça dizer que prefiro me manter em silêncio, mas decido falar. &#8220;Oi, meu nome é Thays e, muitas vezes, para obter o amor das pessoas, inclusive em meus relacionamentos amorosos, acabo me transformando no que elas desejam que eu seja e abro mão de ser eu mesma&#8221;. No final da reunião, cada uma delas me abraça e me dá boas vindas ao grupo. Não fui com o propósito de frequentar o espaço e pessoalmente não me identifico com essa metodologia de trabalho, mas passei a olhar com respeito aquele lugar de acolhimento a tantas mulheres que são mais parecidas do que podemos imaginar com cada um de nós.</p>
<p>Hoje, <strong>vejo pulsar em cada pessoa a natureza humana</strong>, a nossa humanidade. E <strong>já não acho mais que seja poesia ou exagero dizer que somos todos um</strong>, que eu estou em você e você está em mim, que em condições adversas somos capazes de (quase) tudo, que não sabemos como reagiremos a certas situações antes que elas aconteçam conosco.</p>
<p>Nossas escolhas nos individualizam e criam nossa realidade pessoal, mas ainda que essas escolhas sejam diferentes diante de uma mesma situação, elas não nos separam e nem mudam a nossa condição de seres humanos.</p>

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		<title>Nossos monstros imaginários</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2013/06/04/nossos-monstros-imaginarios/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 01:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Elemento terra]]></category>
		<category><![CDATA[boicote]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[imaginação]]></category>
		<category><![CDATA[racional]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>As crianças criam amigos imaginários; os adultos, os inimigos.</p><p>The post <a href="http://www.maistato.com.br/2013/06/04/nossos-monstros-imaginarios/">Nossos monstros imaginários</a> appeared first on <a href="http://www.maistato.com.br">tato</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<address><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/06/boicote-emoções-imaginação-racional-POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2947" alt="boicote-emoções-imaginação-racional-POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/06/boicote-emoções-imaginação-racional-POST.jpg" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</em></address>
<address><em>Imagem: <a title="original print" href="http://www.redbubble.com/people/ishbel?ref=artist_title_name" target="_blank">Steph Enbom</a></em></address>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alguns dias atrás fui ver “Somos Tão Jovens”, filme que conta a trajetória musical de Renato Russo. Como era previsto, em vários momentos apareciam letras de músicas mais do que conhecidas, escritas pelo próprio. Um delas é “Será” que, goste ou não, todo mundo já ouviu algumas vezes. Não saberia nem dizer quantas vezes a ouvi, mas por algum motivo, um trecho da letra me chamou a atenção dessa vez: “Nos perderemos entre monstros da nossa própria criação”.</p>
<p>Se já é difícil entender os motivos que levam as <a href="http://www.maistato.com.br/2010/11/14/amigo-imaginario-desenvolvimento-infantil/" target="_blank">crianças a criarem amigos imaginários</a>, são ainda mais obscuras as razões que nos levam a inventar inimigos imaginários. Na prática, é bem isso. Na tentativa de ter controle e entendimento das situações, de tentar ler as entrelinhas, de enxergar o que pode estar por trás das palavras e dos gestos do outro, ficamos imaginando mil possibilidades (normalmente ruins) e nos perdemos nesse fluxo. Na tentativa de conseguir explicação para tudo, antever desentendimentos e evitar sofrimentos em geral, digamos, entramos numa dinâmica de possibilidades mentais (de novo, normalmente ruins) que nos fazem ignorar o aqui e o agora.</p>
<p><strong>Não bastasse ficarmos desconectados do nosso emocional porque o racional interfere a todo instante, nos distanciamos também do real para comprarmos histórias malucas que só a mente é capaz de inventar.</strong> E ela é criativa.</p>
<p>A gente não ouve quando a amiga nos diz que estamos magras porque preferimos acreditar numa outra coisa que está na nossa cabeça. Preferimos pensar que ela só está dizendo isso porque ela, como amiga, quer que a gente se sinta bem e fica inventando coisas bacanas para falar, por exemplo. Ignoramos o real, a amiga, a opinião dela, porque <strong>na nossa cabeça só existe uma versão: a que criamos para nos torturar.</strong> Nós não acreditamos quando alguém nos diz alguma coisa bonita à luz de velas e achamos que ele diz aquilo para todas ou que ele só disse aquilo porque anda vendo novelas ou filmes demais e achou que a frase combinava com a cena. Ou que falou por remorso. O que será que ele andou aprontando e está tentando compensar? Ok, estou exagerando. Mas é fato que é fácil criarmos histórias para o atraso do namorado, para a pizza com amigos da namorada. Não importa muito o que é dito, não importa que a pessoa esteja ali, totalmente presente, falando para você o que é e, às vezes, demonstrando também. Interessa o que a nossa mente criou. Já diria meu homeopata que a mente mente.</p>
<p>Não raro, não aconteceu nada mesmo e estaria tudo maravilhosamente bem se nossos monstrinhos mentais, nossas inseguranças, não alimentassem possibilidades absolutamente malucas para explicar um fato que está sendo explicado ali na nossa frente, com todas as letras, olho no olho. E aí o problema está criado por nada e aquilo vira uma discussão. E nos perdemos entre monstros mentais que nós mesmos criamos para evitar um problema, mas que são, em si, todo o problema.</p>
<p>O filósofo John Armstrong, autor do livro &#8220;Como se preocupar menos com dinheiro&#8221; (Ed. Objetiva), uma das publicações da School of Life, ensina que <strong>preocupações dizem mais sobre quem se preocupa do que sobre o mundo</strong> e que elas estão ligadas às emoções e à imaginação, não apenas ao que está acontecendo aqui e agora. Ou seja, é uma questão de perspectiva e de crenças.</p>
<p>Dito isso, tudo o que posso dizer é que sugiro que você viva no real. Se começar a imaginar demais, viajar, volte a colocar o pé no chão. Jogue uma água fria no rosto, belisque a si mesmo se for preciso, mas sinta o que existe, volte para onde você está. E vamos aceitar as possibilidades que a vida oferece. Viver o real, o presente, é um belo exercício para aprendermos a suportar a carga da alegria, da felicidade de um momento sem precisarmos criar autoboicote besta.</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>O Ano da União e a resolução de conflitos</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2013/05/22/o-ano-da-uniao-e-a-resolucao-de-conflitos/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 22:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essências]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>
		<category><![CDATA[fractologia]]></category>
		<category><![CDATA[interdependência]]></category>
		<category><![CDATA[resolução]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Agora em maio, entramos no Ano da União, que nos mostra que, de uma perspectiva interdepentente, não existem opostos, tudo pode coexistir em harmonia.</p><p>The post <a href="http://www.maistato.com.br/2013/05/22/o-ano-da-uniao-e-a-resolucao-de-conflitos/">O Ano da União e a resolução de conflitos</a> appeared first on <a href="http://www.maistato.com.br">tato</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/05/conflito-fractologia-interdependencia-resolucao-POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2925" alt="conflito-fractologia-interdependencia-resolucao-POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/05/conflito-fractologia-interdependencia-resolucao-POST.jpg" width="680" height="346" /></a>Por Thays Prado</em><br />
<em>Imagem: <a title="portifolio" href="http://be.net/vanessasiqueira">Vanessa Siqueira</a> + desconhecido</em></p>
<p>Na última Lua Nova, no dia 9 de maio, se iniciou mais um ano espiritual. Saímos do Ano da Absoluta Liberação, em que fomos convidados a deixar para trás tudo aquilo o que não fazia sentido em nossas vidas ou não nos ajudava a nos conectar mais profundamente com quem verdadeiramente somos. E agora <strong>acabamos de entrar no Ano da União, que nos mostra que, de uma perspectiva interdepentente, não existem opostos, tudo pode coexistir em harmonia.</strong></p>
<p>Portanto, prepare-se para a grande aventura que será aprender sobre as verdadeiras resoluções do que entendemos por problemas ou conflitos. Resoluções capazes de unir duas aparentes contradições, duas forças opostas de pensamentos, desejos ou intenções em uma resposta maior, capaz de reconhecer e atender às necessidades de ambos os lados, gerando entusiasmo, felicidade e aprendizado para todos.</p>
<p>Em nosso mundo, muitas vezes ainda codependente, <strong>costumamos resolver conflitos entre opostos de uma maneira que ou não satisfaz a nenhuma das partes, ou atende a apenas uma delas.</strong></p>
<p>Pense um minuto sobre como você tem lidado com as situações em que você quer uma coisa e uma outra pessoa quer outra, completamente diferente, mas vocês precisam chegar a um acordo, pois devem fazer aquilo juntos.</p>
<p>Catherine Wilkins, fundadora do <em>Fractology Institute*</em>, dá um exemplo simples: Imagine que você não vê um grande amigo há muito tempo, vocês estão com muitas saudades um do outro e decidem se encontrar para jantar. Você quer muito comer comida chinesa e não consegue se sentir feliz com outra experiência gastronômica hoje e ele quer muito comer comida indiana e também não consegue se sentir feliz com outra alternativa.</p>
<p><strong>Opção 1:</strong> um dos dois abre mão do que quer realmente comer e apenas a vontade de um dos dois é atendida.<br />
<strong>Opção 2:</strong> vocês não chegam a um acordo, decidem que nenhuma vontade deve prevalecer e resolvem comer pizza.<br />
<strong>Opção 3:</strong> você reconhece que quer muito comer comida chinesa, seu amigo reconhece que quer comida indiana, e cada um vai sozinho para o seu restaurante favorito, abrindo mão do jantar em comum.</p>
<p>Nenhuma dessas três opções pode ser considerada uma resolução verdadeira, pois em nenhuma delas você e seu amigo ficariam completamente satisfeitos. Pense mais um minuto: quantas vezes você abriu mão de algo que era importante para você ou quis impor o seu ponto de vista ou seu desejo ao outro?</p>
<p>Felizmente, existem sempre opções que podem atender aos dois lados, sem considerá-los excludentes.</p>
<p><strong>Opção 4:</strong> Vocês podem decidir comer a entrada em um restaurante indiano e o prato principal em um restaurante chinês (ou o contrário).<br />
<strong>Opção 5:</strong> Vocês podem escolher um restaurante, ou mesmo uma praça de alimentação, em que existam ambas as culinárias.<br />
<strong>Opção 6:</strong> Vocês podem passar em um restaurante chinês e pedir um prato para a viagem, passar em um restaurante indiano e pedir outro prato para a viagem, e escolher um terceiro lugar para comerem juntos.<br />
<strong>Opção 7:</strong> Vocês podem pedir delivery dos dois lugares e passarem uma noite maravilhosa em casa.<br />
<strong>Opção 8:</strong> Vocês podem passar em um mercado e comprar ingredientes para cozinharem os pratos que quiserem juntos.</p>
<p>Agora, tente transportar esse exemplo para questões mais complexas da vida como as decisões sobre os rumos de um negócio em sociedade, sobre adorar morar sozinha e querer muito morar com alguém que se ama, sobre ter filhos ou apostar na tão sonhada carreira internacional no momento em que o relógio biológico dá seus últimos suspiros, sobre comer coxinha todo dia e querer ser bailarina do Bolshoi Ballet ao mesmo tempo, sobre querer continuar bebendo grandes quantidades de álcool diariamente e ter um fígado perfeito até o fim da vida. Sim, muitos dos conflitos que vivenciamos sequer são com outras pessoas, mas acontecem entre partes nossas. E para a maioria deles, as opções não são tão óbvias quanto as do dilema do restaurante.</p>
<p>Catherine nos dá a dica de que, <strong>para encontrar resoluções verdadeiras, é fundamental sair do pensamento dual de certo e errado, reconhecer as duas partes como igualmente importantes</strong>, ir além da forma e procurar <strong>desvendar qual é o real propósito de cada uma</strong> dessas partes, considerar que ambos os propósitos serão atendidos e, por fim, encontrar uma saída que realmente atenda aos dois propósitos e seja ainda maior, melhor, mais interessante, mais excitante e inspiradora do que cada um dos propósitos separadamente.</p>
<p>Durante este ano, teremos muitas oportunidades de praticar encontrar essas resoluções verdadeiras. E todas as vezes em que você se deparar com um possível conflito, lembre-se de que, mesmo que você não esteja percebendo, existe ao menos uma resolução verdadeira para esta questão e cabe a você descobri-la. Assim, a vida fica mais ampla, mais bela, mais rica e muito mais divertida.</p>
<p><a href="http://www.fractology.info" target="_blank"><em>*Fractology Institute</em></a></p>
<p><strong>Leia também:<br />
</strong><a href="http://www.maistato.com.br/2012/07/11/uma-estoria-sobre-diversidade/" target="_blank">Uma estória sobre diversidade</a><br />
<a href="http://www.maistato.com.br/2011/05/29/a-decisao-de-perdoar/" target="_blank">A decisão de perdoar</a><br />
<a href="http://www.maistato.com.br/2013/02/13/o-ano-da-serpente-da-agua-negra/" target="_blank">O Ano da Serpente da Água Negra</a><br />
<a href="http://www.maistato.com.br/2013/01/27/2013-um-nvo-mundo-se-apresenta/" target="_blank">2013: um novo mundo se apresenta</a><strong></strong></p>
<p>&nbsp;</p>

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		</item>
		<item>
		<title>O que aprendi sobre maternidade</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2013/05/11/o-que-aprendi-sobre-maternidade/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 May 2013 17:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Umbigo]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ainda que eu não seja mãe.</p><p>The post <a href="http://www.maistato.com.br/2013/05/11/o-que-aprendi-sobre-maternidade/">O que aprendi sobre maternidade</a> appeared first on <a href="http://www.maistato.com.br">tato</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aprendizado-maternidade-mae-POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2916" alt="aprendizado-maternidade-mae-POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aprendizado-maternidade-mae-POST.jpg" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p>Imagem: <a title="portifolio" href="http://be.net/vanessasiqueira" target="_blank">Vanessa Siqueira</a> + desconhecido</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escrever sobre maternidade na crise dos 30 e sem ser mãe não é exatamente uma posição confortável, mas aproveitando o gancho da data, resolvi organizar em 15 tópicos o que penso já ter aprendido sobre o tema:</p>
<p>1- Aprendi que &#8220;amor de mãe&#8221; não é só mãe que sente;</p>
<p>2- Mas &#8220;culpa e preocupação de mãe&#8221;, por outro lado, parece que sim;</p>
<p>3- Ser mãe é: ter mais gente dando palpite na sua vida, especialmente se você for &#8220;mãe de primeira viagem&#8221;;</p>
<p>4- Hoje, as mulheres ainda reclamam de que os homens são machistas e imaturos enquanto parceiros/namorados/amantes etc. Mas as mulheres que são mães já podem reclamar beeeem menos dos homens que são pais. Nessa função eles estão cada dia melhores;</p>
<p>5- Essas mesmas mulheres que reclamam dos homens-parceiros e que escolherem ser mães muito provavelmente vão criar seus filhos para serem tão machistas e imaturos quanto os caras de quem reclamam;</p>
<p>6- Aliás, as mães ainda têm muita dificuldade em educar meninos;</p>
<p>7- E meninas também. Educar é difícil, né? (Por isso não deve ser só função dos pais);</p>
<p>8- Muitas mulheres, quando se tornam mães, se apegam a esse papel e esquecem de todas as outras coisas que elas são;</p>
<p>9- Por isso mesmo, algumas delas estão cansadas de serem resumidas a &#8220;mãe de Fulaninho&#8221; ou &#8220;de Beltraninha&#8221; e gostariam de ser reconhecidas como elas mesmas;</p>
<p>10 &#8211; Algumas mulheres passam boa parte de suas vidas reprodutivas pensando se querem ou não ser mães;</p>
<p>11- É bom que seja assim porque ser mãe é uma decisão sem volta;</p>
<p>12 &#8211; Por mais que a maternidade seja uma decisão complexa e amplamente problematizada, muita gente tem filhos e não está nem aí;</p>
<p>13 &#8211; Muitas mulheres acham que a maternidade é boa parte do que faz de uma mulher uma &#8220;mulher por completo&#8221;;</p>
<p>14 &#8211; Eu acho isso super cafona;</p>
<p>15 &#8211; Para quem escolhe ser mãe, penso que não existe nada mais emocionante na vida inteira do que pegar seu filho no colo pela primeira vez.</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2012/05/10/sua-mae-sabe-ser-mae-de-gente-grande/" target="_blank">Sua mãe sabe ser mãe de gente grande?</a></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2009/12/08/simplesmente-amor/" target="_blank">Simplesmente amor</a></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2009/12/08/simplesmente-amor/" target="_blank">Seu colo de mãe</a></p>
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<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.maistato.com.br%2F2013%2F05%2F11%2Fo-que-aprendi-sobre-maternidade%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:62px; "></iframe>
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		<title>Inspiração: Meditação em um minuto</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2013/05/03/inspiracao-meditacao-em-um-minuto/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 10:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essências]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[presente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Saiba quais são os benefícios cientificamente comprovados da meditação e aprenda a praticá-la em um minuto.</p><p>The post <a href="http://www.maistato.com.br/2013/05/03/inspiracao-meditacao-em-um-minuto/">Inspiração: Meditação em um minuto</a> appeared first on <a href="http://www.maistato.com.br">tato</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/05/inspiracao-meditacao-presente_post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2892" alt="inspiracao-meditacao-presente_post" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/05/inspiracao-meditacao-presente_post.jpg" width="680" height="346" /></a>Por Thays Prado<br />
Imagem: Vanessa Siqueira + desconhecido</p>
<p>No mês passado, o jornal norteamericano <em>The Huffington Post</em> publicou uma matéria com <strong>20 benefícios cientificamente comprovados gerados pelo estado de plena atenção</strong>, ou de plena consciência em relação às experiências do momento presente, sem a emissão de julgamentos, trazido pela prática da <strong>meditação.</strong></p>
<p>Resistência ao stress e capacidade de se recuperar rapidamente após momentos estressantes, autoconhecimento, consciência corporal, melhor desempenho nos estudos e no trabalho, ganho de foco, atenção e memória, maior prevenção a doenças mentais, melhor controle sobre as emoções e as dores, menos sintomas de gripe, menos riscos de ter depressão, depressão pós-parto e crises de ansiedade, mais saúde física de uma maneira geral, aumento da capacidade de apreciar música, mais habilidade para ouvir os outros e ter compaixão, sensação maior de empoderamento pessoal e felicidade, mais facilidade para emagrecer, melhor qualidade de sono.</p>
<p>E boa parte dos benefícios não acontecem apenas durante a meditação, mas <strong>permanecem por um período e são cumulativos</strong>, ou seja, quanto maior a frequência de meditação, mais eles se manifestam.</p>
<p>No entanto, mesmo sabendo de todas as vantagens de meditar, às vezes parece um grande sacrifício parar por 20 ou 30 minutos e simplesmente respirar, prestar atenção no que está acontecendo no seu corpo no momento presente e procurar voltar a consciência para o aqui e agora sempre que um pensamento surgir.</p>
<p>Por isso, a inpiração para o mês de maio é esse <strong>vídeo que nos ensina a meditar em 1 minuto</strong>. Como o próprio vídeo diz, um minuto é algo que você pode mensurar facilmente e praticar nas mais diversas situações, como no transporte público, em uma fila ou mesmo durante uma reunião difícil.</p>
<p>A boa notícia é que quanto mais praticamos, mais fácil fica e menos tempo se leva para chegar a esse tão benéfico estado de <strong>plena consciência em relação a tudo o que acontece no aqui e agora, sem qualquer julgamento sobre isso</strong>. Agora, você não tem mais desculpas para não tentar <img src='http://www.maistato.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/IPrOlrYHsoQ?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>

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		<title>As Três Graças</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2013/04/27/as-tres-gracas-deusas-mitologia-grega/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 02:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deusas]]></category>
		<category><![CDATA[alegria]]></category>
		<category><![CDATA[artes]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[grécia]]></category>
		<category><![CDATA[mitologia]]></category>
		<category><![CDATA[três graças]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Muito conhecidas pelas diversas e belíssimas representações em pinturas e esculturas, elas são famosas no mundo das artes, mas poucos sabem exatamente quem elas são. </p><p>The post <a href="http://www.maistato.com.br/2013/04/27/as-tres-gracas-deusas-mitologia-grega/">As Três Graças</a> appeared first on <a href="http://www.maistato.com.br">tato</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/04/alegria-artes-beleza-grecia-mitologia-tres-gracas-POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2879" alt="alegria-artes-beleza-grecia-mitologia-tres-gracas-POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/04/alegria-artes-beleza-grecia-mitologia-tres-gracas-POST.jpg" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p>Ao contrário de <a href="http://www.maistato.com.br/category/deusas-2/" target="_blank">deusas poderosíssimas sobre as quais já falamos aqui</a>, as Três Graças, da mitologia grega, são muito mais conhecidas pelas diversas e belas representações em pinturas e esculturas do que por suas características. Na verdade, muitos dos que conhecem as imagens não sabem exatamente quem elas são. Sempre entrelaçadas, nuas, e em perspectivas diferentes, as deusas trazem consigo o símbolo do banquete e de todas as diversões sociais e das belas-artes.</p>
<p>Eufrosina, Aglaé e Talia originalmente eram as divindades da natureza e consideradas companheiras de Afrodite (Vênus), deusa da beleza e do amor. <strong>O trio é considerado a personificação da harmonia no mundo, espalhando alegria e graça na natureza e no coração dos homens e dos deuses. Eternamente jovens e amáveis, elas representam a beleza, o charme e a criatividade humana.</strong></p>
<p>Outra associação bastante comum é com as Musas, filhas de Júpiter e Mnemósine. Eram nove musas, uma para cada noite de amor, cada qual com seu encargo: Calíope é a musa da poesia épica; Clio, da História; Euterpe, da poesia lírica; Melpômene, da tragédia; Terpsícore, da dança e do canto; Érato, da poesia erótica; Polínia da poesia sacra; Urânia, da astronomia e Talia, da comédia. De acordo com a versão mais comum da lendas, as três moravam no Monte Olimpo assim como as Musas e às vezes todas elas se reuniam para cantar &#8211; é fácil perceber também que entre entre musas e deusas existe compartilhamento de atributos.</p>
<p>As atividades das Três Graças são descritas por Spencer da seguinte forma:</p>
<p>&#8220;Ofertam as três ao homem os dons amáveis</p>
<p>Que ornam o corpo e ornamentam a inteligência;</p>
<p>Aspecto sedutor, bela aparência,</p>
<p>Voz de louvor e gestos de amizade.</p>
<p>Em suma, tudo aquilo que, entre os homens,</p>
<p>Se costuma chamar Civilidade.&#8221;</p>
<p>Se você concorda com o polêmico escritor Oscar Wilde, para quem &#8220;all art is quite useless&#8221; (toda arte é inútil), você pode ter se decepcionado com os singelos poderes das Três Graças. Mas se, como o poeta Ferreira Gullar, você pensa que &#8220;a arte existe porque a vida não basta&#8221;, delicie-se com toda a beleza e a inspiração que essas deusas simbolizam: Eufrosina (alegria), Aglaé (ornamentação) e Talia (abundância).</p>
<p>Para conectar-se com elas, desconheço qualquer ritual, mas um bom começo pode ser a observação de suas pinturas e estátuas que são maravilhosas e realmente tocantes.</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2013/03/05/deusas-artemis-artemisia/" target="_blank">Ártemis</a></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2012/05/17/deusas-psique-eros/" target="_blank">Psique</a></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2012/08/02/deusas-persefone/" target="_blank">Perséfone </a></p>
<p>&nbsp;</p>

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		<item>
		<title>Dia da Terra &#8211; A face das mudaças climáticas</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2013/04/22/dia-da-terra-a-face-das-mudacas-climaticas/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 21:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecos]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A proposta da Earth Day Network para o dia é dar rostos para o que até agora parecem duas massas abstratas: a de pessoas atingidas pelo clima e a de pessoas engajadas em fazer parte da solução. Nós gostaríamos de dar rostos às mulheres.</p><p>The post <a href="http://www.maistato.com.br/2013/04/22/dia-da-terra-a-face-das-mudacas-climaticas/">Dia da Terra &#8211; A face das mudaças climáticas</a> appeared first on <a href="http://www.maistato.com.br">tato</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/04/genero-mudancas-climaticas-mulheres-sustentabilidae-POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2861" alt="genero-mudancas-climaticas-mulheres-sustentabilidae-POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/04/genero-mudancas-climaticas-mulheres-sustentabilidae-POST.jpg" width="680" height="346" /></a>Por Thays Prado</em><br />
<em>Imagem: <a title="portifolio" href="http://be.net/vanessasiqueira" target="_blank">Vanessa Siqueira </a>+ <a title="original handmade quilt" href="http://blog.freepeople.com" target="_blank">freepeople</a> + <a title="original illustration" href="http://sarahburwash.com" target="_blank">Sarah Burwash</a></em></p>
<p>Todo dia <strong>22 de abril</strong>, data em que se comemora o <strong>Dia da Terra</strong>, a organização <strong>Earth Day Network</strong> convida parceiros, movimentos e blogueiros de 192 países a abordar uma questão ambiental específica em suas comunicações e, assim, contribuir para dar visibilidade ao assunto e gerar mais consciência a respeito.</p>
<p>Este ano, o tema é &#8220;<strong>A face das mudanças climáticas</strong>&#8220;, um alerta para o fato de que, apesar de não parecer ser a grande preocupação de muitos chefes de Estado, as transformações do clima já estão impactando a vida de muitas pessoas e animais e modificando profundamente diversas paisagens. Por outro lado, a rede do Dia da Terra também quer mostrar outras faces das mudanças climáticas: as de pessoas que estão verdadeiramente empenhadas em agir para evitar a aceleração dos impactos negativos e para ajudar as populações menos favorecidas a se proteger do que já se tornou inevitável.</p>
<p>A proposta é de que as pessoas façam o upload de fotos no site da organização dando rostos para o que até agora parecem duas massas abstratas &#8211; a de pessoas atingidas pelo clima e a de pessoas engajadas em fazer parte da solução.</p>
<p><strong>A Tato gostaria de dar rostos às mulheres</strong>, afinal, elas representam 72% dos pobres extremos do planeta e são o grupo mais vulnerável às mudanças climáticas. Segundo o relatório &#8220;<strong>Mulheres na Linha de Frente das Mudanças Climáticas: Riscos e Esperanças de Gênero</strong>&#8220;, do <strong>PNUMA</strong> (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), de 2011, as mulheres que vivem em regiões montanhosas em países em desenvolvimento têm enfrentado riscos de morte em função das mudanças do clima. E, em seus processos de migração para regiões menos ameaçadoras, acabam se tornando vítimas de tráfico humano. De acordo com o estudo, os índices de tráfico aumentam em 30% em situações de desastres climáticos.</p>
<p>Na África e na Ásica, locais em que<strong> a agricultura é majoritariamente tarefa feminina</strong>, as mulheres vêm sofrendo com diminuição de renda e problemas de saúde e a população, de modo geral, tem menos acesso a comida.</p>
<p>Quando ocorrem desastres naturais em comunidades vulneráveis, morrem muito mais mulheres do que homens por <strong>questões culturais ou religiosas que limitam a mobilidade feminina</strong> ou por falta de acesso a informações fundamentais de salvamento.</p>
<p>O relatório ainda ressalta que <strong>as mulheres ocupam um papel fundamental não apenas na agricultura, mas também na economia proveniente do manejo florestal, e possuem conhecimentos valiosos sobre a biodiversidade</strong>, especialmente nos países em desenvolvimento. Por todos esses motivos, ter a equidade de gênero como questão central nos programas voltados para as adaptações climáticas é vital para o bem-estar de toda a humanidade.</p>
<p><strong>Leia também:</strong><br />
<a href="http://www.maistato.com.br/2012/06/05/manifesto-mulheres-como-agentes-para-a-sustentabilidade/" target="_blank">Manifesto: Mulheres como agentes para a sustentabilidade<br />
</a><a href="http://www.maistato.com.br/2012/04/22/dia-da-mae-terra-e-dos-filhos-dela-tambem/" target="_blank">Dia da Mãe Terra e dos filhos dela também</a><br />
<a href="http://www.maistato.com.br/2010/04/22/dia-da-mae-terra-deusapachamama-ritual/" target="_blank">Dia da Mãe Terra</a></p>

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<p>The post <a href="http://www.maistato.com.br/2013/04/22/dia-da-terra-a-face-das-mudacas-climaticas/">Dia da Terra &#8211; A face das mudaças climáticas</a> appeared first on <a href="http://www.maistato.com.br">tato</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>A vida é assim mesmo</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2013/04/15/a-vida-e-assim-mesmo/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 17:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Elemento terra]]></category>
		<category><![CDATA[conformismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>"Assim mesmo" como? Parece que existe uma distância enorme entre as possibilidades do ser humano e da Terra e o que concretizamos</p><p>The post <a href="http://www.maistato.com.br/2013/04/15/a-vida-e-assim-mesmo/">A vida é assim mesmo</a> appeared first on <a href="http://www.maistato.com.br">tato</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/04/conformismo-POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2853" alt="conformismo-POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/04/conformismo-POST.jpg" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p>Imagem: <a title="portifolio" href="http://be.net/vanessasiqueira" target="_blank">Vanessa Siqueira</a> + <a title="original work" href="http://bellafoster.com" target="_blank">Bella Foster</a> + <a title="original digital art" href="https://www.facebook.com/ChristianSchloeDigitalArt" target="_blank">ChristianSchole</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante esta semana tenho ouvindo bastante que &#8220;a vida é assim mesmo&#8221;. Não teve tempo nem de almoçar por causa do trabalho? Ah! A vida é assim mesmo. Ouviu um sonoro &#8220;ô, gostosa&#8221; de um desconhecido com idade para ser seu avô às 7h da matina? É assim mesmo. Foi exercer seu direito de comer o que quiser e veio uma pessoa que pensa ter o &#8220;direito&#8221; de ser invasiva e te falar que aquilo engorda? É a vida. Trabalha para caramba e não sente quase nenhum retorno? É assim. O cara passou a mão na sua bunda na frente de todo mundo porque sabia que ninguém ia fazer nada e que ele é mais forte do que você ? Liga não. A vida é assim.</p>
<p><strong>A pergunta é: &#8220;assim mesmo como&#8221;? Um eterno teste de resistência?<br />
</strong></p>
<p>Fico pensando na época em que estudamos o corpo humano com todo seu funcionamento perfeitamente harmônico, a natureza e suas paisagens, a beleza da biodiversidade, os lugares para conhecer, as pessoas interessantes, os sonhos que a gente têm,  um batalhão de projetos sociais, ambientais e educativos, o tal &#8220;gentileza gera gentileza&#8221;, os idiomas que podemos aprender para poder ir além do que conhecemos, as coisas boas das diferenças que podemos experimentar na vida. Aí eu olho para o mundo, vejo uma dinâmica estranha e as pessoas me dizem que a vida é assim mesmo.</p>
<p><strong>Parece que existe uma distância enorme entre as possibilidades da vida e o que concretizamos na vida.</strong> E quando eu olho para as possibilidades, para a estrutura que temos&#8230; parece que dá para ser tão mais legal, né? A gente sabe que hoje o nosso cérebro é mais pesado do que há milhões de anos porque desenvolvemos habilidades novas, que criamos novas tecnologias, que a conexão global está cada vez maior e podemos ir mais longe. Lemos que existem carreiras superlegais que não tínhamos antes, profissões que vão ampliar nosso conhecimento, que existem bons livros sendo lançados, músicas para alegrar o dia, avanços na Medicina. Dava ou não dava para ser mais legal?</p>
<p>Se alguém te contasse essa historinha em algum outro plano, dissesse das possibilidades do ser humano e da Terra, é bem provável que você quisesse vir para cá, mas chegando aqui, talvez sentisse aquele mal estar de quem caiu em papo de comerciante.</p>
<p>Hoje, vi uma notícia de uma mulher que recebia do chefe um pacote de amendoins e um chocolate Talento a cada vez que não cumpria as metas na empresa. Tenho certeza de que todo mundo deve ter dito a ela que &#8220;a vida é assim mesmo&#8221;, que é brincadeira, que as coisas são assim. De novo: assim como, gente? Desrespeitosas? Ela processou o cara e ganhou, mas aposto que ficou presa na cultura do &#8220;assim mesmo&#8221; por um tempão.</p>
<p>Não estou dizendo que a vida, em si, seja ruim, pelo contrário. Eu acho que ela pode ser tão boa, tão sensacional, tão bonita (dessas coisas que nos enchem os olhos) que fico com pena de nós mesmos, de fazermos o que fazemos com a gente. É o <a href="http://www.maistato.com.br/2013/04/09/o-que-e-sucesso-para-voce/" target="_blank">conceito distorcido de sucesso</a>, a <a href="http://www.maistato.com.br/2013/02/07/autoagressao-x-amor-proprio/" target="_blank">autoagressão</a>, o <a href="http://www.maistato.com.br/2013/03/26/descanso-e-tempo-ganho/" target="_blank">descanso que não vem</a>, o <a href="http://www.maistato.com.br/2012/03/20/o-roteiro-de-um-filme-chamado-vida/" target="_blank">excesso de afazeres</a>, <a href="http://www.maistato.com.br/2010/10/19/saude-alimentacao-bem-estar/" target="_blank">a alimentação &#8220;que dá para ter&#8221;</a>. E se você sai do padrão, te dizem que a vida <strong>É</strong> assim mesmo. &#8220;É&#8221; do verbo &#8220;ser&#8221;, não do verbo &#8220;estar&#8221;.</p>
<p>A natureza ensina que leão não perde tempo correndo atrás de garça porque a lógica é obter o maior ganho de energia com o menor gasto possível. O leão sabe que conseguir a garça não compensa nem os pulos que ele vai ter que dar para capturá-la no ar. E o que nós estamos fazendo? A gente está aqui tendo um gasto energético bastante considerável para conseguir o quê?</p>
<p>Que me desculpem as pessoas que têm vidas que SÃO assim mesmo, mas alguns gastos energéticos não compensam e usar energia para manter as coisas como estão não é coerente com nosso mundo de possibilidades.</p>

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		<title>O que é sucesso para você?</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 15:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Daqui de dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Essências]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[fractologia]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[verdade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Às vezes, nosso conceito de sucesso é o que mais nos aprisiona e nos distancia de quem somos de verdade e do que realmente desejamos para a nossa vida.</p><p>The post <a href="http://www.maistato.com.br/2013/04/09/o-que-e-sucesso-para-voce/">O que é sucesso para você?</a> appeared first on <a href="http://www.maistato.com.br">tato</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/04/felicidade-fractologia-sucesso-verdade-POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2818" alt="felicidade-fractologia-sucesso-verdade-POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/04/felicidade-fractologia-sucesso-verdade-POST.jpg" width="680" height="346" /></a>Por Thays Prado</em><br />
<em>Imagem: <a title="portifolio" href="http://be.net/vanessasiqueira" target="_blank">Vanessa Siqueira</a> + <a title="original photography" href="http://www.gtallen.com" target="_blank">Taylor Allen</a></em></p>
<p>Não faz muito tempo, constatei que <strong>&#8220;sucesso&#8221; talvez seja um dos meus pontos fracos em minha trajetória de evolução humana</strong>. Explico: sempre que sou bem sucedida na execução de uma tarefa &#8211; o que vai desde a organizar minha casa impecavelmente no fim de semana a contribuir para ganhar a concorrência de uma conta para a agência de publicidade onde trabalho -, me sinto muito bem. E isso, por mais estranho que pareça, independe de ser algo que eu realmente queira pra mim naquele momento ou mesmo na vida.</p>
<p>Isso porque meu cérebro (ou meu ego) trabalha com algumas premissas que nem eu sei muito bem de onde vêm:</p>
<p>1. Thays quer ser feliz.<br />
2. <strong>Sucesso traz felicidade</strong>.<br />
3. Thays deve ser sinônimo de sucesso.<br />
4. <strong>Sucesso = missão cumprida, seja ela qual for</strong>.<br />
Logo, Thays deve cumprir qualquer missão que lhe for designada para ser feliz.</p>
<p>Só que não. Cumprir as missões que se apresentam nem sempre tem me feito verdadeiramente feliz. Ao contrário. <strong>Em muitos casos, minha alma desejava mesmo era dizer um belo &#8220;Não, eu não sei e não quero aprender&#8221;</strong>, &#8220;Isso não me interessa&#8221;, &#8220;Não é disso que eu gosto&#8221;, &#8220;Meu caminho não é por aqui&#8221;, &#8220;Eu não sou assim e ponto final&#8221;.</p>
<p>E talvez isso <strong>poupasse muito esforço e um desvio enorme de rota</strong>. Mas, a princípio, meu condicionamento me convence de que preciso executar, com o mais próximo que conseguir da perfeição, o que a vida, o trabalho, os relacionamentos, a sociedade, a cultura e minha personalidade pedem de mim.</p>
<p>E sou recompensada com essa sensação de bem-estar que, agora vejo, se deve muito mais ao fato de eu, ao terminar uma tarefa, recuperar a imensa quantidade de energia que deposito em cada coisa que faço, do que a uma felicidade real, capaz de satisfazer a minha essência.</p>
<p>Não são raras as vezes em que Catherine Wilkins, minha tutora de Fractologia, me diz que eu (ou qualquer Ser) não preciso ser tudo, não preciso ser outra, não preciso ser diferente, não preciso ser igual, <strong>preciso ser apenas Quem Eu Verdadeiramente Sou</strong>. Apenas isso.</p>
<p>Essa é a única e verdadeira missão em que eu deveria me focar. Em aproximar cada vez mais as manifestações do ser humano que sou agora e a vibração que vem da minha essência.</p>
<p>Catherine vai além. Ela diz que não adianta nada sermos muito bem sucedidos em algo que não está alinhado com Quem Somos de Verdade. Isso apenas nos afasta ainda mais da nossa real trajetória.</p>
<p>Por isso, <strong>num exercício diário de conexão com essa minha vibração original, estou começando a celebrar os nãos,</strong> os fracassos, as portas fechadas, o que parece não ter dado certo, os amigos que perco pelo caminho, o que esqueço, o que não acontece, o que eu não dou conta de fazer tão bem. Porque, às vezes, tudo isso é apenas uma boa mão que o Universo nos dá para evitar que nos desviemos de nós mesmos.</p>
<p>E o seu conceito de sucesso, te aprisiona ou te liberta?</p>
<p><strong>Leia também:</strong><br />
<a href="http://www.maistato.com.br/2010/10/22/o-caminho-para-a-felicidade/" target="_blank">O caminho para a felicidade</a><br />
<a href="http://www.maistato.com.br/2013/03/03/um-outro-tipo-de-felicidade/" target="_blank">Um outro tipo de felicidade</a><br />
<a href="http://www.maistato.com.br/2012/03/20/o-roteiro-de-um-filme-chamado-vida/" target="_blank">O roteiro de um filme chamado vida</a><br />
<a href="http://www.maistato.com.br/2012/07/11/uma-estoria-sobre-diversidade/" target="_blank">Uma estória sobre diversidade</a><br />
<a href="http://www.maistato.com.br/2011/08/08/quando-nao-sabemos-o-que-queremos/" target="_blank">Quando não sabemos o que queremos</a><br />
<a href="http://www.maistato.com.br/2013/03/18/dinheiro-uma-energia-de-manifestacao-sagrada/" target="_blank">Dinheiro: uma energia de manifestação sagrada</a></p>

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		<title>Meio pedra, meio tijolo</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Apr 2013 15:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Elemento terra]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[matriarcado]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Foi assim que uma das minhas tias definiu as mulheres da família que, juntas, formam um tipo de matriarcado meio diferente</p><p>The post <a href="http://www.maistato.com.br/2013/04/01/meio-pedra-meio-tijolo/">Meio pedra, meio tijolo</a> appeared first on <a href="http://www.maistato.com.br">tato</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/04/familia-matriacardo-mulher-POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2807" alt="familia-matriacardo-mulher-POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2013/04/familia-matriacardo-mulher-POST.jpg" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p>Imagem: <a title="portifolio" href="http://be.net/vanessasiqueira" target="_blank">Vanessa Siqueira</a> + <a title="original pencil drawing" href="http://kardaev.deviantart.com" target="_blank">Kardaev</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Meu primo e meu falecido avô que me desculpem, mas quem sempre mandou na família foram as mulheres. Não só porque somos maioria, mas porque, segundo uma de minhas tias, temos um jeitinho &#8220;meio pedra, meio tijolo&#8221; de ser. Eu, inclusive, que, pasmem, já sou a versão da geração mais nova e mais light dessa turma.</p>
<p>Minha avó era dessas bacanas, excelente cozinheira e que estava sempre por perto cuidando de mim, mas nunca foi dessas que só mimava. Ela era brava, mas claro que me poupava um pouco desse seu lado porque eu era única neta. Quem experimentou mais disso aí foram as filhas dela e o marido.</p>
<p>Todas as mulheres da família tem o sangue quente, digamos, e a única que não é bem assim tem uma forte vocação para general: adora mandar em todo mundo. Meu avô, coitado, com as três filhas e a esposa de personalidade forte não ligava para nada, sempre foi um poço de tranquilidade. Graças a Deus!</p>
<p>As mulheres da minha família de parte de mãe são &#8220;diferentes&#8221; de uma maneira geral. E não falo isso com nenhum orgulho nem pesar. Ninguém nunca foi diferente porque estava na moda, por ser feminista, por demonstração de poder, por nada. <strong>A gente é o que a gente é e eu gostaria de lembrar que &#8220;braveza&#8221; é só &#8220;braveza&#8221;, não é nem do masculino nem do feminino. Pois é, o mundo não é dual. </strong></p>
<p>A mãe do meu avô disputava queda de braço e reza a lenda que ganhava de muitos homens; uma das minhas tias-avós, lá em 1900 e bolinha, trabalhava num laboratório e chefiava vários homens. Era essa tia-avó que sempre me perguntava: &#8220;Tá namorando, minha filha?&#8221;. E eu respondia que não. Ao que ela, aliviada, dizia: &#8220;Muito bem. Namorar é um controlando o outro, um sugando o outro&#8221;. Rá! Vocês acharam que era mais uma daquelas tias inconvenientes que ficam pressionando por namorado, filho, marido e o escambau? Ok que não é uma resposta das mais otimistas, mas não dá um alívio ouvir um falatório diferente?</p>
<p>Não dei tanta sorte com o resto da família. Eventualmente alguém vem me perguntar sobre essas coisas. Tenho uma tia, a que nos definiu como &#8220;meio pedra, meio tijolo&#8221;, que teve paciência para se casar bem perto dos 50 anos, tenho uma tia-avó que se casou (pela primeira e única vez) aos 60. Minha mãe aguentou estar casada por apenas um ano. A tia chefe de laboratório obviamente não se casou. E elas realmente vêm me perguntar sobre casamento. Pode?</p>
<p>Ser de uma família com uma linhagem diferente de mulheres me dá uma liberdade enorme para ser o que eu quiser no tempo que eu quiser, embora as pressões sociais sejam muito fortes no sentido contrário e meu matriarcado familiar não se assuma como tal.</p>

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