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	<title>tato</title>
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	<description>um sentido para o feminino</description>
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		<title>Tomboy, sexo, identidade e cultura genderless</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2012/02/03/tomboy-sexo-identidade-e-cultura-genderless/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 16:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Daqui de dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Sentidos]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
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		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme Tomboy nos faz imaginar como seria um mundo em que o sexo deixa de ser determinante das expectativas sociais sobre nossas escolhas estéticas, profissionais e afetivas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2012/02/tomboy_post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1653" title="tomboy_post" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2012/02/tomboy_post.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a><em>Por Thays Prado</em><br />
<em>Imagem: Divulgação</p>
<p></em>O que faz de uma mulher, uma mulher? E o que faz de um homem, um homem? <strong>Como podem os órgãos genitais com que nascemos determinar a maneira como seremos vistos pela sociedade e o tipo de expectativas que terão a nosso respeito?</strong> Se pudéssemos isolar um ser humano de qualquer contexto cultural e histórico e das influências do inconsciente coletivo &#8211; tarefa impossível, mas vamos imaginar -, será que esse ser agiria de forma diferente dependendo do sexo com o qual nasceu? E se agisse, o que exatamente seria o determinante dessas variações? A anatomia? Os hormônios? Por que será que algumas pessoas nascem com um corpo, mas sentem que deveriam ter nascido com outro órgão genital? O que será que essas pessoas buscam? Uma experiência sexual diferente? Ou seria uma vivência corporal diferente? Ou ainda um desejo de serem vistas de outra maneira, de ocuparem outro lugar no contexto social?</p>
<p>Essas perguntas sempre me rondaram e voltaram com força total recentemente, quando fui assistir ao filme <strong>Tomboy</strong>. A trama conta a história de Laure, uma garota francesa de 10 anos que se muda com os pais e a irmã Jeanne, de 6, para outro bairro e precisa fazer novos amigos. Seu cabelo curto, suas roupas e seu jeito de se comportar a fizeram ser confundida com um garoto e ela decide bancar essa nova identidade, sendo Mikael para a turma. Inclusive para Lisa, uma menina de sua idade que acaba se interessando por esse vizinho que parece tão diferente dos outros garotos: mais quieto, mais atencioso com ela e que topa fazer parte de todas as suas brincadeiras.</p>
<p>Laure tem ganhos ao se apresentar como Mikael. Conquistou um lugar no grupo e uma sensação de pertencimento, que talvez jamais atingisse como menina, justamente nessa fase pré-adolescente e complicada da vida. No entanto, seu segredo não poderia ser mantido para sempre e seria impossível revelá-lo sem sofrimento, especialmente diante do olhar reprovador dos amigos, que se sentiram traídos.</p>
<p>Em uma das sinopses que li sobre o filme &#8211; e que não era a oficial &#8211; estava escrito: &#8220;Laure é uma menina de 10 anos, mas ela sempre se sentiu um moleque&#8221;. Será? Me perguntei. Ou será que Laure apenas se sentia como ela realmente era? Não como uma garota ou como um garoto, mas como ela mesma, com suas características próprias?</p>
<p><strong>Se a imagem dos personagens do filme (e da maioria de nós, na vida real) sobre o que é ser menino e o que é ser menina não fosse demasiadamente engessada</strong>, talvez as crianças não tivessem achado, de forma tão definitiva, que Laure era um menino.</p>
<p><strong>E se o fato de ser um menino ou uma menina não determinasse tanto o olhar do outro</strong> e as possibilidades ou negações de acesso a certas brincadeiras e situações, quem sabe Laure teria desfeito o mal entendido logo no primeiro momento sem sofrer preconceito por conta de sua imagem e seu jeito de ser? <strong>E se ser um garoto ou uma garota não fosse tão importante para a maioria das culturas</strong>, é possível que a revolta dos amigos diante da revelação de Laure também não fosse tão expressiva.</p>
<p>E Lisa, se interessou por um garoto ou por uma garota? Me arriscaria a dizer que ela se apaixonou pela criança que conheceu e pelo que viveram juntas. Será que depois de descobrir que Mikael, na verdade, é Laure, ela deixaria de sentir tudo o que estava sentindo até então? E se não deixasse, isso a transformaria em homo ou bissexual?</p>
<p>Quem seria capaz de responder a essas perguntas? Uma espécie de &#8220;conselho representativo&#8221; da sociedade que resolveu dividir, artificialmente e por interesse de alguns grupos, as características humanas entre o que cabe melhor aos homens e o que é mais adequado às mulheres? Não creio que seria muito inteligente.</p>
<p>Também recentemente, em uma entrevista que demos sobre a Tato ao blog Negócio de Mulher*, nos foi perguntado o que achávamos sobre a cultura <em>genderless</em>. No site Habla*, da Editora Abril, eis a seguinte definição para esse movimento: &#8220;as diferenças sociais, visuais e atitudinais se fundem na medida em que ambos os sexos ocupam papéis igualmente relevantes no mercado de trabalho e na sociedade. As mulheres assumem características mais viris e agressivas, os homens se tornam mais afetivos e menos preocupados com o escudo do macho alfa. Na busca natural por igualdade, os dois gêneros aparecem como protagonistas na gestão da casa e também assumem a mesma postura no trabalho e no dia a dia. É natural que se tornem física e atitudinalmente mais semelhantes&#8221;.</p>
<p>Você pode conferir nossa resposta detalhada <strong><a href="http://negociodemulher.com.br/blog/2012/01/entrevista-com-a-tato-parte-ii/" target="_blank">aqui</a></strong>, mas o fato é que eu realmente acredito que <strong>haverá um dia em que o sexo com o qual nascemos, ou escolhemos ter, deixará de ser, do ponto de vista social, algo tão determinante de nossas escolhas estéticas, profissionais e afetivas.</strong></p>
<p>Nesse mundo, que talvez eu mesma não presencie, não haverá expectativas de que alguém se comporte de certa maneira, se vista de um jeito específico, construa ou não uma família segundo alguns moldes, realize um determinado trabalho, seja mais agressivo ou mais sensível, em função do sexo que possui. E <strong>cada pessoa, independente do sexo, vai ter que aprender a lidar com todas as suas características humanas, sem negar ou excluir uma parte de si</strong>.</p>
<p>Dividir o mundo entre &#8220;ser homem&#8221; e &#8220;ser mulher&#8221; é enxergar a vida de uma maneira muito limitada. Eu sonho, sim, com o dia em que o sexo será visto apenas como mais uma das inúmeras características humanas que compõem cada um de nós. E que diante de nossos olhos e de nossos corações, não vejamos um homem ou uma mulher, um menino ou uma menina, alguém que mudou de sexo, alguém que se relaciona com alguém do mesmo sexo ou prefere se relacionar com o sexo oposto, mas que nos reconheçamos como seres únicos, que merecem ser respeitados em sua singularidade e incluídos com suas semelhanças e diferenças.</p>
<p>*<a href="http://habla.abril.com.br/materia/genderless" target="_blank">Habla &#8211; Ed. Abril</a><br />
* <a href="http://negociodemulher.com.br/blog/" target="_blank">Negócio de Mulher</a></p>

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		<title>Deusas: o que são, afinal?</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2012/01/31/deusas-o-que-sao-afinal/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 09:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essências]]></category>
		<category><![CDATA[arquétipo]]></category>
		<category><![CDATA[deusas]]></category>
		<category><![CDATA[divindades]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>

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		<description><![CDATA[Afrodite, Iemanjá, Ísis, Hera...Todo mundo já ouviu falar delas e, muitas vezes, verificou com qual se identifica mais. Representadas desde a Pré-História, as deusas estão presentes em tudo - das artes aos testes de personalidade - mas ainda são ilustres desconhecidas da maioria de nós.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2012/01/deusas1_post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1637" title="deusas1_post" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2012/01/deusas1_post.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</p>
<p>Imagem  <a href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=245313212210390&amp;set=a.176006252474420.42806.175885285819850&amp;type=1&amp;theater">Jedna Fotografija</a></p>
<p><span style="color: #808080;"><em>A partir deste mês, a Tato irá publicar uma série de posts sobre deusas de diferentes culturas. Objeto de matérias, testes de personalidade em revistas femininas, rituais, ilustrações, esculturas, pinturas e mil outras formas de expressão, Afrodite, Ísis, Iemanjá, Hera, Oxum e tantas outras são muito faladas e pouco compreendidas.</em></span></p>
<p>Para falar das deusas, poderíamos ter escolhido infinitas abordagens, que passam pela arte, religiosidade, filosofia, mitologia, mas sem qualquer pretensão de esgotar o tema, optamos por abordar o assunto da perspectiva de “arquétipo”. Isso significa que, <strong>além do simbolismo de cada uma delas e do mito em si, acreditamos que muito da importância dessas figuras está na conexão com a sabedoria do feminino arquetípico e universal.</strong></p>
<p>De acordo com o <em>Livro das Deusas</em> (Ed. Publifolha), essas divindades estão presentes nas mais diversas tradições e seu conhecimento revela muito do Universo feminino. Através delas, é possível despertar, em nós, aspectos, energias e forças que nos conduzem para uma expansão interna, uma maior unidade e harmonização conosco e em relação ao todo.</p>
<p>De uma maneira bem simples e reducionista, podemos dizer que “arquétipo” significa “modelo” e que cada uma dessas figuras carrega consigo uma característica bem marcante. Muitas delas, aliás, se repetem. Por exemplo: a deusa do amor para os egípcios era Hathor, para os gregos, Afrodite; para os romanos, Venus; para os sumérios, Inanna e para os cristãos, Anael. No entanto, segundo o livro <em>The Archetypal Feminine in the Mystery Stream of Humanity</em> (Ed. Temple Lodge), essas imagens não são equivalentes em sua totalidade, variam de acordo com a religião e a cultura, embora representem um mesmo aspecto. É o chamado “one and the same” (único e igual, em uma tradução livre).</p>
<p>Ainda de acordo com a publicação, antigamente, quando o espírito era mais livre e “verdadeiro”, era possível experimentar e intuir de maneira que o mundo das deusas podia ser experimentado como realidade. E essa experiência era dominada pelo arquétipo feminino.</p>
<p>Entrar em contato com essas características e aflorar o cultivo do feminino ainda é possível e não demanda, necessariamente e não ser que você queira, velas, mantras ou rituais sofisticados, como já <a href="http://www.maistato.com.br/2011/06/21/o-feminino-no-dia-a-dia/" target="_blank">dissemos aqui anteriormente.</a> São as pequenas coisas, o dia a dia mais alegre, mais bem acolhido, honrado e leve que nos aproximam do nosso lado yin.</p>
<p><strong>É bom ressaltar que conectar-se com as deusas, ao contrário do que possa parecer, não é tarefa apenas para mulheres, mas para homens também.</strong> Considerando que todos nós temos feminino e masculino em nossa integralidade é possível despertá-los em qualquer pessoa. Por isso, convidamos todos os leitores e leitoras a acompanharem a nossa série mensal que irá trazer um pouco das deusas para este espaço.</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2012/01/19/pelo-resgate-do-sagrado-feminino/" target="_blank">Pelo resgate do Sagrado Feminino</a></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2010/03/08/feminino-e-masculino-a-separacao-e-ilusoria/" target="_blank">Feminino e masculino: a separação é ilusória</a></p>

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		<item>
		<title>Pelo Resgate do Sagrado Feminino</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2012/01/19/pelo-resgate-do-sagrado-feminino/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:47:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essências]]></category>
		<category><![CDATA[Papo bom]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<category><![CDATA[sagrado]]></category>
		<category><![CDATA[xamanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A xamã Sylvie Shining Woman nos diz sobre o desafio atual da humanidade de se reconectar com o coração e recuperar a simplicidade perdida e o fluir natural da vida.]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2012/01/xama_POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1614" title="xama_POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2012/01/xama_POST.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a></p>
<p>Por Thays Prado</p>
<p><em> Imagens: Vanessa Siqueira + Castelar Alvorada</em></p>
<p>Nas redondezas do Vale do Capão, uma pequena cidade no coração da Chapada Diamantina, na Bahia, vive <strong>Sylvie Shining Woman</strong>, uma Mulher Medicina.</p>
<p>De origem francesa e armênia-russa, teve seu pai como primeiro mestre, um buscador que sempre lhe deu subsídios para nutrir profundamente sua <strong>espiritualidade</strong>. Quando era criança, o via receber em casa yogues, sensitivos e pessoas que conseguiam levitar. E conta que sempre sentiu uma forte conexão com a &#8220;Fonte Divina&#8221;.</p>
<p>Aos 17 anos, começou a cursar a faculdade de Direito em Vincennes, na França, e, simultaneamente, passou a seguir os ensinamentos esotéricos de Alice A. Bailey, na escola Arcane de Genebra. Após alguns anos, resolveu unir o conhecimento esotérico às experiências que vivia e decidiu fazer uma viagem para o Oriente que durou três anos. Viveu quase um ano em um Mosteiro Tibetano e depois seguiu diversos Mestres e Tradições, além de realizar trabalhos humanitários nas comunidades por onde andava.</p>
<p>A cada nova filosofia com que entrava em contato, ia se aproximando cada vez mais da totalidade do seu ser. Também andou pelas Américas e se aproximou das <strong>tradições indígenas norteamericanas, maia e tolteca</strong>. Nos anos 80, foi iniciada no <strong>Xamanismo</strong>, que se tornou um verdadeiro caminho de vida e exerce, ainda hoje, grande influência sobre seus ensinamentos, que Sylvie faz questão de disseminar por meio de cursos e workshops em diversas partes do mundo.</p>
<p>Há 30 anos, vive no Brasil, numa região em que, mesmo nos dias atuais, precisa lidar com coronéis e homens incapazes de ouvir uma mulher. Mas ela não perde a voz, já realizou grandes transformações na região, empoderando as mulheres e as auxiliando a resgatar sua conexão com o <strong>Feminino Sagrado</strong>.</p>
<p>Na virada deste ano, tive o prazer de conhecer Sylvie pessoalmente, na pousada <strong><a href="http://www.castelaralvorada.com/" target="_blank">Castelar Alvorada</a></strong>, onde recebe hóspedes abertos a experiências de profunda conexão consigo mesmos, através de rituais e vivências ligados à espiritualidade.</p>
<p>Com um sorriso muito autêntico nos lábios e um coração que transbordava amor, ela se sentou comigo e me concedeu essa entrevista, que terminou com lágrimas nos olhos &#8211; meus e dela.</p>
<p><strong>A que você dedica sua vida?<br />
</strong>Ao profundo, ao sagrado e, particularmente, de 34 anos para cá, estou muito dedicada ao Feminino. Ao resgate de tantas mulheres que ainda sofrem abuso, em todos os sentidos &#8211; não apenas sexual, mas também mental e emocional. Também quero ajudar a resgatar a voz do Feminino nos homens. A base dos ensinamentos que eu sigo é fundada sobre 3 Leis Sagradas Universais:<br />
1 &#8211; Grande Espiríto, que absolutamente tudo seja feito segundo a Sua Vontade.<br />
2 &#8211; Tudo nasce através do Profundo Feminino Sagrado.<br />
3 &#8211; Nada e ninguém pode machucar a criança.</p>
<p><strong>Como assim?<br />
</strong>É através da abertura, do acolhimento e da disponibilidade de se tornar um receptáculo que a luz do Pai Celeste se pousa, é concebida e, assim, a vida se manifesta. Mas se essa luz celestial cai em uma mente rígida, cheia de crenças e padrões, nada se fertiliza e, consequentemente, começamos a trazer doenças físicas, mentais e emocionais, como vemos hoje.</p>
<p>É muito interessante, porque os neurocientistas já descobriram que as pessoas se tornam mais fluidas a partir da inteligência emocional &#8211; que é o coração, que é a feminilidade, a inspiração da vida. Essa inteligência libera hormônios que nos fazem ficar mais focados, mais determinados e conseguimos realizar melhor nossos projetos de vida. Para mim, isso é óbvio, afinal, quanto mais você flui a partir de quem você é, da sua essência, mais vai conseguir manifestar a sua missão de vida, o que você veio fazer aqui na Terra.</p>
<p><strong>E como podemos nos reconectar com esse Feminino?<br />
</strong>É uma disciplina diária. Não é repetir uma ação, como um robô, todos os dias, até perder o sentido. Mas é se deixar tocar pela vida. É isso que homens e mulheres não estão conseguindo, eu vejo que ambos estão totalmente perdidos.</p>
<p>Precisamos nos voltar cada vez mais para o nosso centro e estar na inspiração do fluir a cada momento, a cada acontecimento. É ouvir a si mesmo, é consagrar todas as suas ações para a Vida. É parar de se preocupar com o mundo e começar a se ocupar consigo mesmo. A partir do momento em que fazemos isso, resgatamos nossa energia, nos amamos, nos cuidamos, nos voltamos para esse princípio feminino e irradiamos cada vez mais essa energia. A fluidez começa a liderar a nossa vida e não é necessário fazer mais esforço algum, porque tudo acontece redondo, do jeito que tem que acontecer. Mas é um trabalho diário&#8230;</p>
<p><strong>Na vida prática, como podemos começar a fazer isso?<br />
</strong>Não precisamos ficar o dia inteiro em posição de lótus ou dentro de uma sauna sagrada para nos reconectar com o Feminino. Porque nessas situações é muito fácil. A luz tem que estar presente todos os dias de nossa vida. É na hora em que tudo está desmoronando à sua volta, que você tem que estar ali, expressando a mesma coisa que expressa durante sua prática espiritual, mantendo a firmeza com amorosidade.</p>
<p>Se você está no dia-a-dia e algo não está legal, então pare. Pare o que estiver fazendo e volte para dentro de si, se aquiete. E isso você faz em pleno metrô, no avião, em qualquer lugar. Volte para o seu centro e comece a respirar, a observar o que está acontecendo, o que está te incomodando, ou magoando. Não é fazer julgamento, é apenas observar. Então, inspirando e expirando, vá varrendo essas sensações, esses sentimentos, deixe ir.</p>
<p>Se no momento de uma briga ou de uma irritação, uma pessoa que está completamente agoniada ou nervosa decide falar alguma coisa, vai acabar explodindo. Então, o melhor a fazer é se retirar, respirar, passear, fazer qualquer outra coisa. Primeiro é preciso se encontrar, trazer a chama do Puro Amor para o coração, só depois devemos voltar a falar com a pessoa que nos chateou e rever a situação. E também não é chegar até ela e dizer: &#8220;viu, eu estou no Profundo Feminino, sou superior&#8221;, ou qualquer coisa assim.</p>
<p>Porque tem muitas mulheres que fazem isso. Elas são muito brilhantes, mas dizem: &#8220;está vendo, eu estava certa&#8221;. Claro que elas têm uma sensibilidade aguda, também por causa do útero, que as torna mais intuitivas e receptivas, mas precisam ter cuidado para não entrar na manipulação, na ilusão de que estão sempre certas e no controle das outras pessoas.</p>
<p><strong>O que experimentamos em nossas vidas quando acessamos esse Feminino?<br />
</strong>Ah, o Feminino é um caminho tão lindo&#8230; É pela chama do Puro Amor que trazemos à tona as ferramentas certas, que melhor nos servem, que nos ajudam a crescer internamente naquilo que somos. Descobrimos nossos talentos, desenvolvemos os dons que já possuímos e os potencializamos. Quando uma pessoa se trata bem, se ama, ela evita doenças, fica mais presente com o outro, enfim, um leque muito grande de possibilidades se abre e tudo começa a fluir.</p>
<p>Eu, pelo menos, não faço mais esforço nenhum na minha vida. Eu apenas intento e tudo acontece. Eu acho que todos os seres humanos devem chegar a isso.</p>
<p><strong>Por falar em um estado ao qual os seres humanos devem chegar, qual é o convite para a humanidade em 2012? O que devemos fazer?<br />
</strong>Irradiar e espalhar o amor. Acredito que será um ano de vitória. Eu andei com os antigos no México e penso que o calendário Maia parou aqui porque não tinha mais pedra para dar continuidade (risos). Na realidade, o calendário para porque, a partir de agora, os seres humanos precisam escolher o que querem fazer. Os grandes mestres estão sumindo propositadamente da face da Terra. Sua Santidade, o Dalai Lama, já afirmou que ele é o último dos Dalai Lama.</p>
<p>Essa é a mudança de 2012. O recado é: &#8220;não tem mais nenhuma regra, ninguém vai mostrar mais nada, use tudo o que os mestres já deixaram, tudo o que você já percebeu, caminhou e sentiu até agora, pois tudo o que precisamos saber já está dentro de nós. Agora faça o que precisa ser feito&#8221;.</p>
<p><strong>O que deve acontecer a partir deste ano com a consciência humana?<br />
</strong>Eu acredito que ainda vai levar alguns anos para que uma grande mudança aconteça, imagino que seja a partir de 2020, mais ou menos. Até lá, o que acontece é uma tomada de consciência: &#8220;eu me torno luz, eu me torno amor, eu me torno um ser responsável pelos meus atos&#8221;. E isso vai se expandir cada vez mais.</p>
<p>O mundo está tão veloz, tão insano, tantas coisas acontecendo no planeta, que cada vez mais essa abordagem da consciência vai se tornar frequente na vida dos seres humanos, para que eles vejam que assim não dá. Eu viajo pelo mundo todo e percebo que já posso conversar sobre esse assunto com qualquer pessoa, mesmo com aquelas que nunca tiveram nenhum tipo de prática espiritual. Elas estão se abrindo para esse feminino, para esse sopro de vida, porque estão vendo que do outro lado não tem mais nenhuma saída.</p>
<p>Não estamos vivendo uma crise econômica, trata-se de uma crise planetária. E 2012 é o início dessa tomada de consciência, não apenas para grupinhos de pessoas que se encontram, que meditam e praticam uma técnica. É uma mudança global. São pessoas que trabalham todos os dias e, de repente, numa dia qualquer, enquanto estiverem indo para o trabalho, vão parar e decidir voltar pra casa e algo vai mudar dentro delas, por exemplo. São movimentos energéticos doados pelo planeta que vão se manifestar cada vez mais na vida dos seres humanos. E assim vamos começar a modificar, pouco a pouco, o sistema no qual nos aprisionamos até hoje.</p>
<p>Cada vez mais as pessoas começam a se encontrar, a se reconhecer e a ter vontade de criar um novo mundo juntas. Isso vai levar tempo, mas já estamos começando. É o fim de um ciclo e o começo de outro. Será um ano de vitória, pois deixaremos as camadas do velho, e os novos paradigmas do que vai ser o planeta Terra vão se manifestar por eles mesmos.</p>
<p><strong>Quais são as crenças que mais nos aprisionam hoje e de que precisamos nos libertar?<br />
</strong>São as crenças de apego. Apego ao dinheiro, às conquistas, ao ter, a tudo. A gente direcionou toda a nossa vida, há milhares de anos, ao ter, ao adquirir, ao armazenar, ao acumular. E não somente bens materiais, mas também pessoas, companheiros, filhos &#8211; eu não tenho um filho, meu filho veio através de mim, mas ele não é meu. Traçamos um caminho de conquistar cada vez mais inteligência mental, informações, títulos, espaço físico, espaço na mente de outras pessoas. E agora é o momento de, simplesmente, Ser o que Somos.</p>
<p><strong>E dá mesmo para confiar que nosso mestre interno sabe o caminho? As respostas já estão realmente dentro nós?<br />
</strong>Sim, porque temos o conhecimento silencioso, conectado com a Fonte Divina. Sempre digo isto nos meus seminários: existe algo muito maior do que o que somos. E se você confia verdadeiramente nisso, não há dúvidas, não há medo. Porque o amor é maior do que qualquer medo.</p>
<p>A energia atrai energia, a força chama a força. É uma escolha. Se você se conecta com a Fonte, seu mestre interno está vivo dentro de você e ele se revela. E não importa a filosofia ou a tradição que você siga, porque todas elas são a mesma. Mas se você não faz um movimento para que isso aconteça, acaba preso nos medos, nos apegos, duvida de si mesmo e perde, pouco a pouco, essa conexão.</p>
<p>A iluminação não é um estado em si que se alcança e pronto. O Buda não se iluminou e acabou. São momentos de realização própria, onde se alcança um estado de libertação total. Depois você volta a outro estado, mas aquele momento é de conexão com sua Essência Primordial, com sua fonte. E desse lugar, você sabe o que tem que fazer. A partir desse momento, você é seu mestre.</p>
<p><strong>Você sempre diz que deuses nós já somos, agora precisamos aprender a ser humanos. O que isso significa?<br />
</strong>Somos seres de luz, seres extraordinários, que decidimos reencarnar como seres humanos no ventre de uma pessoa que escolhemos, para viver certas experiências aqui na Terra. Mas como não conseguimos lidar com o que somos, criamos, com a nossa mente, um mundo ilusório e vemos Deus como algo fora de nós. A gente se fragmenta.</p>
<p>A partir do momento que incorporamos Deus e entendemos que somos uma centelha da faísca de Deus, passamos a viver, verdadeiramente, a nossa humanidade. Agimos, falamos, trabalhamos, respondemos à vida com divindade. Se já viemos com essa chama de luz, não é espiritualidade o que está nos faltando, mas humanidade. Porque falta a compreensão de que somos um único ser.</p>
<p><strong>E como seres humanos, sempre teremos um lado de sombra?</strong><br />
Sim, somos luz e sombra. A gente tem que aprender a lidar com o que é. A Terra é verdadeiramente um laboratório e viemos para cá para experimentar tudo. Cada um veio com uma bagagem e uma certa frequência para aprender alguma coisa. Cada um vem viver, nesta vida, exatamente o que precisa, com esse pai, essa mãe, esses filhos, esse namorado&#8230; Você cria esse núcleo para aprender com cada um deles o que você necessita resgatar dentro de si para recuperar a sua unidade. E a gente faz isso dançando com a nossa sombra, porque é com ela que aprendemos.</p>
<p>Então, precisamos perguntar a ela: &#8220;quem é você? O que eu tenho que aprender com essa situação que sempre se repete e eu não estou vendo?&#8221; E ela vai lhe falar. Porque ela está ali para você crescer. As pessoas e situações vêm para nos trazer essas informações. Mas, como somos prepotentes, nos indignamos, nos defendemos, achamos que aquilo não pode acontecer conosco e nos afastamos de nossa Fonte. Nesse momento, o Profundo Feminino nos diria para nos aquietarmos, respirarmos e escutarmos. Pois é com essa escuta que algo vai acontecer dentro de você. Então, não é negar a sombra, é olhar para ela, acolhê-la, irradiar luz, curar o que precisa ser curado, liberar essa bagagem e viver a sua verdadeira paixão.</p>
<p><strong>Todo mundo tem a sua paixão na vida?<br />
</strong>Cada um tem a sua. Somos seres apaixonados. Mas como a gente anda na vida &#8220;de bengala&#8221;, cheios de carências, a gente pensa que a paixão vem do outro, que é o outro que vai nos deixar apaixonados. Mas a paixão é essa faísca de vida pulsando dentro da gente e em tudo o que a gente faz. E a gente se encontra com o outro para poder partilhar isso, não para sugar ou se alimentar da paixão do outro. De todo modo, é impossível se sustentar com a paixão do outro, tudo tem que ser feito pelo seu próprio amor, que é irradiado para você mesmo, para suas relações e para tudo o que você faz.</p>
<p><strong>Da maneira como você diz, tudo parece muito simples, mas não é tão fácil assim, né?<br />
</strong>É tão simples, tão simples&#8230; que quase ninguém consegue alcançar. Porque somos muito sofisticados e nos afastamos cada vez mais dessa simplicidade. Mas é pela simplicidade que a gente vai voltar a ser humano mesmo.</p>
<p><strong>Essa sofisticação é uma distração da mente?<br />
</strong>Eu diria que é uma fragmentação. O poder, a ganância, o dinheiro, a conquista, o controle, a manipulação, o ego, tudo isso é sofisticação. A simplicidade é o amor que flui no coração e, então, tudo se realiza. Por isso é que eu digo que ainda tem muito trabalho a ser feito aqui na Terra para a gente alcançar o que tem que alcançar.</p>
<p><strong>Qual é o seu sonho para o planeta?<br />
</strong>Meu sonho é ajudar a criar os novos mapas de navegação planetária através da Chama Eterna do Puro Amor. Que essa visão vele, guarde e perpetue as Leis Sagradas Universais da Sabedoria Milenar e acompanhe todas as crianças da Terra, lhes oferecendo um futuro mais harmonioso, gerado pela beleza de ser e de viver, com respeito e dignidade, sem nenhuma ameaça de violência física, emocional ou mental. Que elas possam voltar a conquistar a alegria de seus corações. Que vivam livres e felizes.</p>
<p>Esse é o meu sonho para todas as gerações futuras. Um mundo livre, sem qualquer condição ou controle, onde as águas fluam em abundância sobre a face da Mãe Terra para que as crianças permaneçam na sua inocência. Que a chama do Puro Amor volte a se manifestar e flua para os filhos da Terra, porque a partir do amor vem todo o resto, a paz, a harmonia, a dignidade, o equilíbrio&#8230;</p>
<p>Depois de algumas lágrimas, Sylvie terminou a entrevista dizendo: &#8220;eu sempre fico emocionada com as crianças&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<item>
		<title>A velha questão do rosa para meninas</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gente em projeto]]></category>
		<category><![CDATA[brinquedos]]></category>
		<category><![CDATA[guerra dos sexos]]></category>
		<category><![CDATA[menina]]></category>
		<category><![CDATA[menino]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[rosa]]></category>
		<category><![CDATA[segregação]]></category>

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		<description><![CDATA[Assista ao vídeo e saiba o que Riley, uma criança que, talvez, sintetize o pensamento de várias outras, têm a dizer sobre a segregação de brinquedos entre meninos e meninas por meio da cor. E não vamos culpar a indústria sozinha, ok?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2012/01/pink_POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1598" title="pink_POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2012/01/pink_POST.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</p>
<p>Talvez você já tenha visto esse vídeo, mas se ainda não teve a oportunidade, se dê a chance de conhecer a visão de uma criança, Riley, que está indignada porque todos os &#8220;brinquedos para meninas&#8221; são rosa enquanto, na opinião dela, nem todas as garotinhas gostam de rosa e algumas meninas gostam de super-heróis. Ela questiona, brava, enquanto bate nas caixas da loja, por que os garotos têm opções de cores e elas não. E mais: por que elas têm que comprar princesas em vez de super-heróis.</p>
<p><strong>Na verdade, tanto princesas quanto super-heróis estão à venda para quem quer que seja, estão no mundo para comercialização sem regras.</strong> Basta que os adultos façam, digamos, uma melhor distribuição dos presentes. Em outras palavras: a indústria de brinquedos fabrica ambos, cabe aos pais, aos pais dos amigos, aos educadores e aos familiares sair do círculo vicioso de dar sempre o mesmo tipo de brinquedo para um sexo e outro tipo bem diferente para o outro.</p>
<p>Quem está viciado em dar &#8220;coisas rosa&#8221; para meninas e &#8220;coisas de qualquer outra cor menos rosa&#8221; para os meninos são os adultos, não é a indústria. É claro que ninguém é bobo e sabe que as próprias propagandas de cada produto mostram a quem ele é direcionado, mas nem sempre as crianças são induzidas, elas gostam é de brincar. Nesse caso, por que agir em consonância com o determinismo da propaganda?</p>
<p><strong>O importante é dar espaço para a criança desejar.</strong> Não adianta os pais se chocarem porque a filha não gosta de rosa e nem se frustrarem porque a filha gosta de rosa e isso é muito clichê e, &#8220;oh meu Deus, ela está sendo manipulada!&#8221;. Muitas meninas gostam de rosa mesmo e isso não significa nada, além do fato de ela gostar de rosa. E muitas não gostam. E os dois grupos vão crescer saudáveis e felizes &#8211; e se não crescerem, tenho certeza de que não será por causa da cor favorita.</p>
<p><strong>Os adultos precisam parar de problematizar o que é simples</strong>, como uma cor ou uma brincadeira. Os pais precisam deixar a criança livre para escolher entre a boneca ou o super-herói (ou os dois! Qual o problema?) e a indústria de brinquedos pode e deve, sim, dar mais opções de cor às meninas. Elas vão adorar ter o mundo mais colorido.</p>
<p><object width="560" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JQT7uccY18o?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="560" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/JQT7uccY18o?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2009/12/01/coisa-de-menina-x-coisa-de-menino/" target="_blank">Coisa de menina x coisa de menino</a></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2010/06/17/alimentacao-criancas/" target="_blank">Bleeeeeeeh</a></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2010/04/13/sacola-plastica-criancas-sustentabilidade/" target="_blank">Educando sobre o uso de sacolas plásticas</a></p>

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		</item>
		<item>
		<title>O que esperar de 2012</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2011/12/30/o-que-esperar-de-2012/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 16:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essências]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[astrologia]]></category>
		<category><![CDATA[fim do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[fractologia]]></category>
		<category><![CDATA[leitura corporal]]></category>
		<category><![CDATA[previsões]]></category>
		<category><![CDATA[réveillon]]></category>

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		<description><![CDATA[O novo ano vem aí e, com ele, teorias, livros, medos, piadinhas, paranoias, movimentos, filmes e um bocado de rumores e previsões que têm apenas uma coisa em comum: prometem que haverá um grande evento e todos seremos afetados.]]></description>
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<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/12/2012_POST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1574" title="2012_POST" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/12/2012_POST.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a></em></p>
<p><em>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p><em>Imagem Vanessa Siqueira + (desconhecido)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não é de hoje que estamos ouvindo falar de fim do mundo. Antigamente, onde houvesse um fanático e uma praça, haveria também uma plaquinha anunciando tragédias, com uma porção de curiosos em volta.  De 2011 pra cá, os rumores têm ganhado força, não se limitam mais a sujeitos excêntricos, mas viraram tema de filmes, livros, entrevistas e, claro, previsões. A maior parte deles está associada ao calendário Maia que, dizem, marcava para dezembro de 2012, o fim dos tempos.</p>
<p>Embora o “boato” tenha repercutido no mundo todo, algumas pessoas já vieram a público dizer que a história não é bem assim (inclusive antropólogos) e que existem outras previsões bastante diferentes do que foi interpretado como a crença dos Maias. As vozes dissonantes, no entanto, concordam que alguma coisa vai acontecer. A astróloga mais pop do mundo, Susan Miller, não gosta dessa ansiedade coletiva e desnecessária em relação a 2012 e acredita que a transição será para algo muito melhor. Em entrevista concedida à <em>Folha</em>, <strong>a americana revelou que prevê uma grande transformação no jeito de pensar e de se relacionar das pessoas, uma era de mais luz para a Humanidade</strong>. E não está sozinha.</p>
<p>Catherine Wilkings, fundadora do Instituto de Fractologia, na Austrália, também pensa que a mudança será muito positiva. Para a estudiosa, 2012, aguardado durante muito tempo por diferentes civilizações, será o “ano do total desapego”. Isso significa que, no solstício de dezembro, <strong>a energia de codependência irá embora do planeta e, assim, seremos capazes de ser quem realmente somos</strong>. O passado deixará de ser nossa referência e nossa essência nos guiará. Tudo que não faz parte de quem realmente somos, que nos atrasa, nos deixa em dúvida, alimenta apenas o ego e não contribui para a nossa evolução irá embora.</p>
<p>Pensando em “caminhada terrena”, nada poderia ser melhor, mas pode ser que pessoas a quem somos apegados (e na verdade, não nos fazem tão bem) irão sair da nossa vida, assim como zonas de conforto, relacionamentos estagnados, empregos que não nos acrescentam aprendizado real e várias outras coisas. É uma faxina mais do que bem-vinda, mas ninguém prometeu que o processo será rápido e muito menos indolor. “Não é o fim do mundo, mas o nascimento do novo”, diz.</p>
<p>Para Nereida Fontes Vilela, fundadora do Núcleo de Terapia Corporal, em Belo Horizonte (MG), trata-se de um período em que estaremos em “reformatação” e <strong>a melhor maneira de passarmos por esse processo é bebendo muita água, sempre aos pouquinhos.</strong> Além disso, no entendimento da Leitura Corporal, a espécie humana é a que mais profundamente desenvolveu a capacidade de demonstrar afeto e essa dádiva será nosso maior instrumento para os novos tempos. <strong>É hora de validar os afetos e representá-los</strong>, seja com palavras, olhares, gestos e, se faltar coragem, pode ser reafirmando para si mesmo baixinho enquanto toma banho. Ah, sim! A lição de casa mais importante: pratique a vida, a tarefa de existir, estando consigo de verdade.</p>
<p>Com tantas teorias e especulações, o melhor a fazer é esperar 2012 e ver o que, de fato, acontece. Mas independente de qualquer previsão ou do fim do mundo, esperamos que este novo ano nos traga tudo o que melhor puder trazer. <strong>E ainda que ele não nos traga nada de especial, que a gente saiba ir buscar, fazer acontecer.</strong> Que a nossa vontade de estar conectados, em harmonia e alegres seja maior do que qualquer movimento do Universo.</p>
<p>Que venha 2012!</p>

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		</item>
		<item>
		<title>Como fazer suas resoluções para 2012</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2011/12/27/como-fazer-suas-resolucoes-para-2012/</link>
		<comments>http://www.maistato.com.br/2011/12/27/como-fazer-suas-resolucoes-para-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 14:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essências]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[final de ano]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[resolucoes]]></category>

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		<description><![CDATA[Normalmente, é pelo medo de perder algo fundamental ou de permanecer em um estado que não desejamos mais que estipulamos o que queremos para o futuro. Nesta virada, faça difererente e experimente resultados ainda melhores!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/12/resolucao2012_post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1562" title="resolucao2012_post" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/12/resolucao2012_post.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a><br />
Por Thays Prado<br />
Imagens: Vaness</em>a + (desconhecido)</p>
<p>Há menos de uma semana para o<strong> final de 2011</strong>, é hora de fazer uma pausa para honrar e agradecer tudo o que, de uma forma ou de outra, nos trouxe até aqui. E também é momento de, com cada vez mais consciência, traçar nossas <strong>metas para o próximo ano</strong>.</p>
<p>E se o recado deste post fosse: faça boas escolhas para você mesmo, ele não seria necessário. Especialmente nesta época do ano, a maioria de nós está empenhada na tarefa de imaginar que, daqui pra frente, tudo vai ser muito melhor.</p>
<p>No entanto,<strong> estamos acostumados a criar o futuro muito mais motivados pelo medo do que pelo amor</strong>. Quer ver?</p>
<p>O que te faz acordar de manhã e ir trabalhar? É o medo de perder o emprego, de não ter dinheiro, de não conseguir manter seu padrão de vida, ou a paixão pelo que você faz? O que te leva a estudar pra valer para uma prova? O medo de não passar no teste, de perder a admiração de alguém, de não obter sucesso profissional ou o prazer de entrar em contato o conhecimento em questão? Pense bem: quantas vezes já deixou de fazer algo que queria muito ou fez alguma coisa que não fazia o menor sentido para você, apenas pelo medo de perder a pessoa amada? <strong>Quantas escolhas já fez em nome das convenções sociais e familiares, das expectativas que os outros têm sobre você ou mesmo da imagem que você deseja manter?</strong></p>
<p>O resultado até funciona. Muitas vezes, é pelo fato de estarmos motivados a nos livrar de algo ou alguém que nos faz mal, a escapar de alguma situação ruim, ou mesmo por medo de nos mantermos em um contexto atual desagradável que damos o próximo passo rumo a uma mudança positiva.</p>
<p>No entanto, como nosso foco está no medo – seja de perder aquilo que acreditamos ser fundamental para a nossa sobrevivência ou de permancecer em um estado que não desejamos mais –, é exatamente essa realidade (de medo) que continuamos a alimentar e que estará cada vez mais presente em nossas vidas, nos aprisionando nesse tipo de crença.</p>
<p>Segundo um material disponibilizado pelo site Fractology, sobre como atingir seu Poder Autêntico*, <strong>só conseguimos tomar posse de nosso poder e exercê-lo na criação do que desejamos a partir de um outro estado de espírito que é oposto ao do medo: o do amor.</strong></p>
<p>Quando nos forçamos a crescer motivados pelo medo, caímos numa grande contradição: é como se nos torturássemos para atingir um estado melhor, de mais expansão, felicidade e amor. Mas nós sabemos muito bem onde a tortura pode nos levar e o resultado passa bem longe dos nossos objetivos.</p>
<p>Então, se esse post tem um recado de fim de ano para dar é: <strong>veja a si mesmo como uma criança do Universo</strong>, que faz avanços todos os dias, que aprende coisas novas a cada instante, mesmo que não perceba, e que também tem muito a aprender e sempre terá. E como uma criança, que ainda não conhece as limitações do mundo dos adultos, sonhe a realidade que, do fundo do seu coração, faz sentido para você.</p>
<p>Faça sua lista de resoluções para 2012 com frases afirmativas, focando no seus sonhos, no que você quer, de verdade, daqui pra frente. Então, use sua sabedoria de adulto para começar a realizá-las, se lembrando de todo o amor que merece a sua criança interior e da sabedoria que ela guarda, mesmo que você não tenha consciência disso. “<strong>Se pudéssemos nos oferecer a vida dos nossos sonhos, como ela seria? E que passo você pode dar hoje que te levará nessa direção?</strong>”, é sobre isso que o site Fractology nos convida a refletir neste momento.</p>
<p>Enquanto escreve, item por item, lembre-se de que, <strong>além do medo, entramos no campo das infinitas possibilidades</strong>.</p>
<p><em>*Receba gratuitamente o material “The Seven Keys to Authentic Power” (em inglês), no site <strong><a href="www.fractology.info" target="_blank">www.fractology.info</a></em></p>
<p>Leia também:</strong><br />
<a href="http://www.maistato.com.br/2010/12/23/um-ritual-para-receber-2011-2/" target="_blank">Um ritual para receber o novo ano</a></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2010/12/12/nao-deixe-o-amigo-oculto-estragar-seu-final-de-ano/" target="_blank">Não deixe o amigo-oculto estragar o seu final de ano</a></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2011/08/08/quando-nao-sabemos-o-que-queremos/" target="_blank">Quando não sabemos o que queremos</a></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2011/07/05/criadores-de-nossa-propria-vida/" target="_blank">Criadores de nossa própria vida</a></p>
<p><a href="http://www.maistato.com.br/2011/06/06/comecemos-pela-ecologia-interna/" target="_blank">Comecemos pela ecologia interna</a></p>

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		</item>
		<item>
		<title>O problema dos triângulos</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2011/12/20/o-problema-dos-triangulos/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 11:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu-tu]]></category>
		<category><![CDATA[perseguidor]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[salvador]]></category>
		<category><![CDATA[triangulacao]]></category>
		<category><![CDATA[vitima]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazemos triangulações o tempo todo. Da próxima vez em que se vir em uma situação assim, lembre-se de que você pode escolher entre repetir velhas histórias ou começar a criar uma nova realidade a partir de novas atitudes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/12/triangulos_post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1546" title="triangulos_post" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/12/triangulos_post.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a></p>
<p><em>Por Thays Prado</em></p>
<p><em>Imagem Vanessa + <a href="http://http-//abduzeedo.com/50-awesome-examples-triangles-design">abduzeedo</a> + <a href="http-//www.flickr.com/photos/cloudberryterrier/2944683279/sizes/z/in/photostream/ ">cloudberryterrier</a> + </em><a href="http-//www.shopspanishmoss.com/blog/?paged=3">shopspanishmoss</a></p>
<p>Provavelmente, esta cena lhe é familiar:</p>
<p>O sujeito A tem um problema qualquer com o sujeito B. Em vez de ir até B e dizer o que pensa e sente em relação àquele ponto, A começa com uma conversa mental que pode variar entre &#8220;se eu disser isso, B vai me achar muito infantil&#8221;, &#8220;vou parecer egoísta&#8221;, &#8220;ele não vai entender&#8221;, &#8220;ela vai ficar chateada&#8221;, &#8220;ele vai se ofender&#8221;, &#8220;ela vai ficar brava&#8221;, &#8220;eles vão pensar isso ou aquilo e não é nem isso e nem aquilo&#8221;.</p>
<p>Mas A está se sentindo magoado, triste, chateado, não compreendido, com raiva, com ódio ou sabe-se lá com o que &#8211; e isso é real. Esbarra com C na rua sem querer, manda uma mensagem no Facebook ou liga no meio da noite e fala sobre o problema que tem com B. E fala mal de B, muito mal, e desenha a figura de B como o pior vilão que poderia existir e como ele poderia fazer isso comigo e como ela teve coragem de ser assim e coitado de mim.</p>
<p>E C, que não é uma pessoa qualquer, mas muito bem escolhida por A, possivelmente vai concordar com todas as acusações e lamentos feitos durante a conversa. Afinal, amigos são pra essas coisas.</p>
<p>Pronto. Está formada uma triangulação, ou Triângulo do Drama, como descreveu o terapeuta Stephen Karpman . Nesse momento, cada uma das pessoas assume um dos três papéis: A é a vítima, B é o perseguidor (ou algoz) e C é o salvador.</p>
<p>A vítima se mantém na posição de quem nada pode fazer para mudar uma situação e usa dessa suposta  falta de poder para mobilizar os outros a apoiá-la ou mesmo a agir por ela. O perseguidor usa de estratégias como intimidação ou invalidação para manter a vítima sob seu controle e obter dela o que deseja. Enquanto o salvador, na tentativa de ajudar a vítima indefesa, apenas a mantém nessa posição, de modo que ela continua submetida ao perseguidor.</p>
<p>Pode ser que, ao longo dessa relação entre as três figuras, os papéis se invertam. Vez ou outra, o salvador pode se transformar no algoz do próprio perseguidor, por condená-lo. O perseguidor também pode manipular e se passar por vítima da própria vítima. O salvador também pode tentar fazer algo de diferente para alertar a vítima sobre o drama que está fazendo e a vítima pode transformá-lo no mais novo perseguidor injusto e esse antigo salvador se sente muito ofendido com isso e assume o papel de vítima.</p>
<p>Confuso? Agora imagine que cada um de nós, seres humanos, pouco confortáveis ou habituados com a verdade e a transparência em nossas relações sociais, de trabalho, familiares e mesmo íntimas, vamos criando uma série de triângulos e assumindo um dos três papéis em cada um deles.</p>
<p>O problema é que, nesses casos, a energia das relações não se renova. O perseguidor sempre vai retirar energia da vítima, o salvador vai pegar a energia do perseguidor e devolver para a vítima, que mais uma vez vai perder a energia para o perseguidor.</p>
<p>Assim, os sentimentos desse triângulo são, predominantemente, de culpa por ter retirado a energia de outro e de ressentimento por ter perdido a energia para alguém. E uma constante sensação de que falta algo, que faz com que a dinâmica se perpetue, como um velho conto de fadas em que todos já sabem o final.</p>
<p>Da próxima vez em que se vir em uma situação de triangulação, especialmente se for a vítima, procure ficar presente e não entrar no drama ou na representação desse papel. Em vez de levar o problema a uma terceira pessoa, experimente encontrar a maneira mais fácil de dizer diretamente a quem lhe magoou o que está acontecendo com você. E ainda que isso não seja possível, olhe para si mesma como um ser íntegro, completo, que tem poder sobre a própria vida e pode escolher entre repetir velhas histórias ou começar a criar uma nova realidade a partir de novas atitudes.</p>
<p>Aos poucos, comece a olhar para os diversos triângulos que já estão instalados em sua vida e reflita sobre a melhor maneira de desfazê-los, renovando a energia dessas relações, trazendo mais qualidade para os envolvimentos e se tornando mais autêntica consigo e com o mundo.</p>
<p>Conte pra gente como você se sentiu!</p>

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		<title>A cozinha do amor</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2011/10/21/a-cozinha-do-amor/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 16:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thays Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu-tu]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[codependencia]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha magica]]></category>
		<category><![CDATA[don miguel ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia tolteca]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a filosofia tolteca, temos, internamente, uma cozinha mágica onde somos capazes de produzir todos os sentimentos e sensações que desejamos experimentar. Sem dependências amorosas.]]></description>
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<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/10/cozinha_post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1536" title="cozinha_post" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/10/cozinha_post.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Thays Prado</em></p>
<p>Imagem <em>autor desconhecido</em></p>
<p>Imagine que você está faminta e se sente incapaz de fazer qualquer coisa para saciar sua fome. Não tem dinheiro e nem alimentos para preparar. Então, alguém lhe chega com um pedaço de pizza. Provavelmente, você se sentirá muito feliz e agradecida por poder, finalmente, acalmar seu estômago.</p>
<p>Então, imagine que, daqui em diante, todos os dias, essa mesma pessoa lhe traga um novo pedaço de pizza para salvar sua vida. É quase certo que, <strong>em muito pouco tempo, você passará a considerá-la como algo vital para o seu bem-estar e a sua felicidade, sem a qual seria impossível continuar existindo</strong>. E pensará sentir por ela o maior amor do mundo, ao mesmo tempo em que também aumentam o seu apego e o medo de que ela simplesmente deixe de vir lhe visitar um dia.</p>
<p>Ao menor sinal de que, talvez, ela queira dar esse pedaço de pizza a outra pessoa faminta, você se sentirá indignada, insegura, ciumenta, possessiva. E fará uma série de cobranças a esse suposto ser amado, na tentativa de garantir que ele continue por perto. Nessas condições, <strong>essa pessoa salvadora também pode lhe pedir qualquer coisa, até mesmo que passe por cima de algo que é muito importante para você.</strong> E você terá que se submeter, afinal, é a sua sobrevivência e o tal pedaço de pizza diário que estão em jogo.</p>
<p>Agora <strong>imagine que você tem à sua disposição uma cozinha mágica</strong>, com todos os ingredientes em quantidades ilimitadas para as receitas mais variadas e deliciosas do planeta e uma criatividade infinita que lhe mostra como preparar todas elas. A que você quiser, na hora em que quiser.</p>
<p>Se nessa nova condição alguém bate à sua porta com um pedaço de pizza e lhe pede que deixe de ser você mesma em troca daquele alimento, você simplesmente lhe dirá: &#8220;Obrigada, eu não preciso desse pedaço de pizza, tenho aqui uma cozinha mágica e sou capaz de me oferecer um verdadeiro banquete&#8221;.</p>
<p>É essa a metáfora que o xamã da filosofia tolteca, <strong>Don Miguel Ruiz</strong>, usa para descrever as relações amorosas que vivemos atualmente, em seu livro <strong>O Domínio do Amor</strong>. Segundo ele, nos esquecemos de que <strong>cada um de nós possui, internamente, essa capacidade inata de fazer alquimias incríveis e nos proporcionar todos os sentimentos e sensações que gostaríamos de experimentar</strong>.</p>
<p>Desse modo, não precisamos ser dependentes de ninguém para sentir amor ou para nos sentirmos amadas. Não precisamos permanecer em relações que nos fazem mal, apenas por medo de não conseguir sentir algo tão grande e bonito como parece ser nosso atual sentimento. Ora, mesmo um pedaço de pizza amanhecido pode nos parecer o melhor alimento do mundo quando desconhecemos as outras possibilidades.</p>
<p>Não precisamos deixar de ser quem verdadeiramente somos apenas para que alguém fique ao nosso lado e, teoricamente, continue a nos amar. Não precisamos temer que ela dê o seu amor a outros. Não precisamos implorar para que essa pessoa fique em nossa vida, mesmo quando deseja ir embora.</p>
<p>Porque o amor está dentro de cada um de nós. No entanto, precisamos aprender a acessá-lo. Quando nos damos conta de que podemos fazer por nós tudo o que esperamos que os outros façam, começamos a descobrir esses ingredientes internos. E com um pouco de paciência, boa vontade ou mesmo de animação, os pratos que começam a surgir em nossa cozinha podem ser surpreendentes.</p>
<p>Não importa se você está sozinha há algum tempo, se está terminando um relacionamento agora, se está começando um namoro novo, se está casada com alguém. <strong>Sempre é possível começar a por a mão na massa nessa cozinha interior</strong>.</p>
<p><strong>Comece fazendo uma lista de todas as coisas que são importantes para você num relacionamento e, uma a uma, vá as colocando em prática no seu relacionamento com você mesma.</strong> E quando você passar a se ouvir mais, a ser mais compreensiva, a ser mais gentil, a lhe dar mais atenção, a gostar mais de você, a se amar mais, a se presentear mais, a fazer mais programas que lhe dêem prazer, a ter mais tempo para você mesma, (coloque aqui o que mais estiver faltando na sua listinha), será muito mais fácil encontrar a pessoa certa com quem se relacionar, sem achar que ela é a responsável pela sua felicidade ou mesmo pela sua sobrevivência.</p>
<p>E depois de tantas descobertas em nossa cozinha interna, aí sim, pode ser uma ótima ideia encontrar outras pessoas que também estejam se dando conta de suas cozinhas mágicas para trocar algumas receitas, misturar ingredientes, descobrir pratos preferidos em comum ou mesmo fazer uma bela festa.</p>
<p>Bom apetite!</p>

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		<item>
		<title>Truques naturebas de beleza</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2011/10/11/truques-naturebas-beleza/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 13:14:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Toques]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[truques]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem sempre o bolso permite que gastemos com cosméticos. Na verdade, às vezes nem é necessário. Conheça algumas dicas naturais de procedimentos que podem ser feitos em casa sem injetar, repuxar e esticar nada, apenas realçando sua beleza natural. Experimente!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/10/natureba_post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1526" title="natureba_post" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/10/natureba_post.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p>Imagem Vanessa Siqueira + <a href="http://amovibil.deviantart.com/art/Fuchsia-184529848?q=gallery%3Aamovibil%2F13664092&amp;qo=39">Amovibil</a> + <a href="http://gretchensworld.tumblr.com/post/11294017144">the world according to me</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Quando sinto que estou com a aparência facial um pouco cansada, faço uma máscara natural que costuma dar resultados muito mais satisfatórios do que os cosméticos industrializados. Utilizo a famosa máscara de pepino, a qual preparo da seguinte maneira: corto o pepino em pedaços pequenos e finos, e amasso bem, formando uma espécie de pasta. Deitada, aplico no rosto e deixo agir por uns 20 a 30 minutos; ao retirar e lavar, a diferença é notória!&#8221;</p>
<p><strong>Valéria Dell&#8217;Isola, advogada e professora universitária</strong></p>
<p>&#8220;No clima seco é bom fazer uma esfoliação nos lábios, que costumam ficar rachados e com aquelas pelinhas que dá vontade de puxar (não puxem!). Há produtos prontos para esfoliação, mas dá para esfoliar com um pouquinho de açucar cristal (mais um pouco de água). É só esfregar bem suave. &#8221;</p>
<p><strong>Mariana Marques, jornalista</strong></p>
<p>&#8220;A minha dica natural é para dar forma e manter os cachos. Preparar 1/2 envelope de gelatina em pó sem sabor diluída em 500 ml  de água quente e, preferencialmente, aplicar com um borrifador.  A mistura faz o papel do gel, porém, é mais suave. Caso o cabelo fique muito duro, utilizar mais água na próxima mistura ou menor quantidade de gelatina&#8221;</p>
<p><strong>Isadora Suares Siqueira, assistente de coordenação de call center</strong></p>
<p>&#8220;Minhas unhas crescem com muita facilidade, mas sempre foram fracas, quebradiças e, o que mais me incomodava, lascavam demais. Falei sobre o problema com a minha dermatologista e ela me aconselhou a consumir alimentos ricos em vitamina A, segundo ela, tudo o que fosse verde escuro amarelo ou alaranjado. Comecei a comer com regularidade espinafre, brócolis, couve, abóbora, mamão, cenoura e tudo mais que fosse amarelo, alaranjado ou verde escuro. A mudança não foi instantânea, mas foi significativa. Algum tempo depois as unhas não só pararam de lascar, como passaram a quebrar bem menos. Apesar de não ser grande fã de unhas compridas, mesmo quando deixo crescer um pouco mais elas continuam firmes e fortes e o esmalte perfeito por até duas semanas!&#8221;</p>
<p><strong>Fernanda Santos, jornalista</strong></p>
<p>&#8220;Esfoliação para deixar o rosto com uma pele suave e retirar as células mortas: utilizar o suco de um limão, uma colher de açúcar e uma colher de mel ou iogurte natural. Esfoliar o rosto por uns 2 min com esta mistura e lavar com água.&#8221;</p>
<p><strong>Érika Andres, analista de dados</strong></p>
<p>&#8220;Para desinchar, eu substituo meu café da manhã, durante uma semana, pelo seguinte: dois talos de aipo, um talo e folhas de erva doce, suco de 1 limão, raspas da casca do limão e um copo de água mineral. Basta bater tudo e tomar em jejum&#8221;</p>
<p><strong>Renata Tsuzuki, nutricionista</strong></p>
<p>&#8220;Para deixar os cabelos macios e com brilho, bata  uma folha de babosa, aplique nos cabelos e deixe agir por 20 minutos. Depois, enxague bem os cabelos e lave normalmente.&#8221;</p>
<p><strong>Luciana Landim, estudante de jornalismo e blogueira</strong></p>
<p>&#8220;Como tenho a pele oleosa, eu faço uma mascara relaxante muitoooo simples. Pegue um tomate e água mineral, bata no liquidificador e aplique no rosto. A oleosidade da minha pele diminuiu e muito depois que comecei a fazer.&#8221;</p>
<p><strong>Michele Barreto, empresária, mãe, dona de casa e esposa</strong></p>
<p>&nbsp;</p>

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		<item>
		<title>Um novo circo de horrores</title>
		<link>http://www.maistato.com.br/2011/09/14/fotos-modelos-mirins-circo-de-horrores/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 14:03:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Elemento terra]]></category>
		<category><![CDATA[Gente em projeto]]></category>
		<category><![CDATA[adultização]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[erotização]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
		<category><![CDATA[Thylane Lena-Rose Blondeau]]></category>
		<category><![CDATA[vogue]]></category>

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		<description><![CDATA[E indústria da moda ataca novamente. E, novamente, as crianças, que passam pela adultização, pelos excessos (de penteado, de maquilagem) e chegam, finalmente, à bizarrice]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><em><a href="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/09/horrores_post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1509" title="horrores_post" src="http://www.maistato.com.br/wp-content/uploads/2011/09/horrores_post.jpg" alt="" width="680" height="346" /></a>Por Manoella Oliveira</em></p>
<p>Outro dia, algumas pessoas estavam reclamando de que estamos conscientes de que precisamos criar um futuro melhor para os nossos filhos, mas estamos longe de criar filhos melhores para o mundo. De fato, apesar de eu ainda achar que a prática ainda está muito distante do discurso da economia verde, sustentabilidade já é um assunto do dia a dia das empresas, do governo e de muitas esferas da educação. Já a questão de fazer das futuras gerações pessoas melhores para interagir com essa nova realidade que respeita o meio ambiente e o outro é um tema que <strong>existe apenas nos devaneios de algumas pessoas que já provaram o gosto amargo do atrevimento de crianças sintonizadas com o freak show criado pelos adultos.</strong></p>
<p>O exemplo mais clássico são aquelas crianças que acham que podem falar o que e como quiserem com o professor, com o vendedor, com a recepcionista e com quem quer que seja “porque estão pagando”. Pronto! Dinheiro compra tudo até mesmo paga falta de respeito. Quem ensinou isso a elas? Ou alguém disse ou deu o exemplo. A criançada aprende por imitação e ensinamento, não acorda e decide uma coisa dessas nem que tenha herdado os piores genes de grosseria dos pais. E não venha me dizer que a internet, a mídia e blábláblá. Sinta-se à vontade para demonizar todos os computadores juntos e todas as modalidades de propaganda, mas não acredito que isso, isoladamente, seja capaz de tirar a referência de respeito, humanidade e educação que os pais, os familiares e os professores transmitiram ou representaram. Mas e quando os adultos surtam?</p>
<p><strong>Permitam-se dizer que os pais têm uma tendência natural de perder a noção quando se trata dos filhos.</strong> Permitam-me dizer também que as pessoas tendem a perder a noção quando o assunto é fama e dinheiro. Juntando tudo isso, ou seja, pais de crianças famosas ou rumo à fama, a coisa fica feia e feia demais.</p>
<p>Já escrevi aqui sobre <a href="http://www.maistato.com.br/2011/04/09/fashion-kids-reflexao-moda/" target="_blank">as declarações pra lá de infelizes das mães de algumas modelos mirins cujas filhas não usam Renner nem para dormir</a> e agora a polêmica são as fotos de moda feitas com crianças, em especial com meninas. Para ficar em um exemplo que resume tudo, vou citar a francesa Thylane Lena-Rose Blondeau que protagonizou um ensaio fotográfico para <em>Vogue</em> e causou polêmica por exibir poses sensuais, muita maquilagem e penteados exóticos. O alvoroço foi tamanho que pipocaram críticas em jornais, programas de tevê e sites em vários lugares do mundo e a mãe da garota de apenas 10 anos veio a público restringir o acesso à fanpage da modelo sob o argumento de que “pessoas más” estavam falando mal das fotografias e o barulho poderia respingar no Facebook, enquanto Thylane estava (e deveria continuar) completamente alheia ao burburinho. <strong>Esse é o conceito de proteção dessa mãe. Expor a filha como ela permitiu, eu não sei o que é.</strong> (<a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2011/08/04/281296-modelo-de-apenas-10-anos-causa-polemica-no-mundo-fashion-com-fotos-inapropriadas" target="_blank">Destaque para a foto dela sem blusa na cama com um garoto</a>).</p>
<p>Depois vem a sociedade do alto da sua hipocrisia falar de pedofilia, de erotização precoce, da miditiazação da infância e outras coisas que ela mesmo cria e vende e depois vem se fazer de desentendida e falar que é a internet. Poupe-me! O ensaio da <em>Vogue</em>, para muita gente, é um conceito estético, para mim, é só mais uma bizarrice.</p>

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